Chapter 36 - Alignment

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Olá (pela última vez, oficialmente)! Antes de iniciarmos o capítulo final de Pretend, queria falar alguns detalhes sobre a fanfic no geral e esse capítulo.

Primeiramente, queria informar a aparência oficial da Megan — que, com o passar do tempo, não tornei canônica como o restante dos personagens. Um ícone como esse não pode ser deixado de lado. Portanto, saibam que a aparência física é igual a da Paris Morgan (Amor de Aluguel, 2003).

 Portanto, saibam que a aparência física é igual a da Paris Morgan (Amor de Aluguel, 2003)

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Segundamente, queria informar que esse capítulo flerta com alguns fetiches... diferentes. Vou deixar avisos de gatilho antes de qualquer coisa mais íntima acontecer, mas saibam que o sangue vai ser citado muitas vezes por entre essas dezenas de milhares de palavras.

Por fim, espero que aproveitem esse último calhamaço de capítulo — que conta com 76.486 palavras. Qualquer erro, avisem no parágrafo, por favor. Leiam as notas finais com carinho.

Divirtam-se! :)

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Narrador POV

Despedidas só são cruéis quando um dos lados não sabe o que o espera.

Bom, antes de qualquer coisa — antes que ele chegue aqui, de novo, na verdade —, é necessário que eu me apresente. Meu nome é Ἀπόλλων; também conhecido como Apolo, para os não-gregos e inaptos. Referido como deus do Sol e da luz, assim como a música, as profecias, a razão e a cura. Porém, assim como tudo na vida, também existe o outro lado da moeda: possuo a destruição, as pragas e as doenças cruéis.

Filho de Zeus e Leto, aqueles que ocupam o Olimpo desde a Guerra dos Titãs; irmão gêmeo de Ártemis, a deusa da caça, das mulheres e dos animais selvagens. Eu também possuo cargos de alto escalão dentro do Olimpo, o lugar onde eu nasci e cresci. Dentre eles, depois de receber uma missão importante do criador de tudo o que conheço, estava o papel de "Φύλακας της Αλήθειας" — ou "Guardião da Verdade", num sentido literal.

Daqui de cima, entretanto, enquanto observo quem preciso observar, não há muito o que fazer. Estou com tédio há quase dois séculos, na verdade. Desde que Zagonis emergiu das cinzas e perpassou todas as camadas dimensionais que o separavam de nós, no fundo do próprio Tártaro, sua ameaça tem sido levada em constante consideração. Era como, de repente, ter um rasgo enorme e estrondoso no eixo de criação.

Algo que, até onde eu conhecia, só era possível para um ser: Caos.

Então, bom, houve a aproximação de alguns deuses que, até onde sabíamos por um tempo, faziam parte da nossa linhagem. Nix e Érebo eram... diferentes, para se dizer o mínimo. Depois deles, dentre vários filhos que fizeram juntos, vieram Eros e Hybris. Ah, sim... Esses sim são aptos a serem recordados. Eros, então, era um ponto da curva que sempre me levou ao limite de tudo.

Play em Bad Omens - Just Pretend

Talvez fosse a aparência andrógina, ou os cabelos impossivelmente negros, ou os olhos azuis-cristalinos, ou o corpo perfeito que ficava quase nu naquele himation, ou a voz dura como um cristal, ou... Não importa o que era, mas só ele tinha. No final, por ser o tão aclamado "deus do amor e das paixões", ele tenha me fisgado mais do que deveria.

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