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A Máscara de Vênus

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A Máscara de Vênus

O Contrato

Tudo começou com um envelope preto.
Ele chegou sem remetente, com meu nome escrito à mão, caligrafia elegante e um leve perfume amadeirado. Dentro, apenas um cartão de convite:

"Você foi escolhida.
Um fim de semana. Sem perguntas.
Aceite – e se entregue.
Local: confidencial.
Apenas siga as instruções."

A assinatura? Apenas uma letra D em vermelho.
Johnny Depp.
Eu o reconheceria em qualquer lugar, mesmo mascarado — e ele estaria mascarado, claro. O convite incluía uma máscara de renda preta, um cartão com instruções de silêncio absoluto e uma passagem de avião para um destino revelado apenas no check-in. Eu não deveria sentir tanto tesão por algo tão incerto. Mas sentia. Ardentemente.

Cheguei à mansão já à noite. Um motorista de luvas brancas me conduziu até um hall iluminado apenas por velas. Meu coração batia como se quisesse rasgar meu peito. O ar era pesado de expectativa... e de desejo.

— S/N. — A voz dele veio de trás de mim, rouca, hipnótica. — Tire a roupa. Só deixe a máscara.

Obedeci. Cada peça que descia pelo meu corpo fazia minha pele arrepiar. Senti seus olhos queimarem minha pele mesmo sem vê-los. Então ele se aproximou, e o som dos seus passos ecoando no chão de mármore parecia um prelúdio. Johnny parou atrás de mim, e pude sentir seu hálito roçar meu pescoço.

— Esta noite, você é minha. — ele sussurrou. — E vai me chamar apenas de Sir.

Uma venda de seda cobriu meus olhos, e mãos firmes amarraram meus pulsos com tiras de couro. Ele me virou de frente e colou seus lábios aos meus com uma mistura de fome e controle. O beijo dele era uma promessa — de domínio, de prazer, de rendição absoluta.

Quando a primeira chicotada do flogger roçou minha pele, não foi dor o que senti. Foi liberdade.

As

As tiras de couro desceram novamente, agora com mais firmeza. Não havia pressa em seus gestos, só precisão. Cada golpe era meticulosamente calculado, como se ele estivesse desenhando em minha pele uma obra que só ele pudesse ver.

— Respire. — sua voz grave ordenou, próxima ao meu ouvido. — Quero cada arrepio. Cada gemido. Cada entrega.

E eu dei. Dei tudo.

A dor era doce, envolta numa camada densa de prazer. Quando ele parava, era pior. Eu implorava, em silêncio, para que continuasse. Estava à mercê dele — e nada nunca me pareceu tão certo.

Os dedos dele desceram pela lateral do meu corpo, provocando arrepios que rasgavam meu autocontrole. Tocavam, pressionavam, provocavam. Ele sabia exatamente onde tocar, como se já me conhecesse por dentro, como se cada fibra do meu corpo estivesse sob seu comando.

Sr. Depp ImaginesOnde histórias criam vida. Descubra agora