Bem-Vindo à novas histórias de imagines sobre Johnny Depp.
Cada episódio uma fanfic diferente. Espero que gostem, vou fazer com muito carinho e me inspirando em fãs do Deppinho!
Começaremos os episódios em breve!
Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.
Presente de Aniversário
A casa em Paris está silenciosa, exceto pelo som distante do jazz tocando em vinil. O cheiro de bourbon e madeira antiga se mistura ao perfume que passei só pra ele. Algo ambarado, doce e indecente.
Estou usando uma camisola preta de seda que gruda nas curvas como se tivesse sido feita só pra essa noite. Sem calcinha. Sem sutiã. Só o tecido e minha pele quente por baixo.
Ele entra no quarto com um copo de uísque na mão e um sorriso torto nos lábios.
— Você... tá tentando me matar? — ele pergunta com aquela voz rouca, arrastada, que sempre me acende por dentro.
— Talvez só deixar seu coração mais acelerado — digo, me aproximando devagar, deixando a alça fina escorregar do ombro.
Johnny se aproxima, me puxa pela cintura com força e sussurra no meu ouvido:
— Quero meu presente agora.
Respiro fundo. Minha mão escorrega por dentro da camisa dele, desabotoando cada botão com uma lentidão provocante. Sinto o calor do corpo dele se fundir ao meu. Ele solta um gemido baixo quando minha boca encontra seu pescoço.
— Me deixa provar você — ele murmura, e antes que eu possa responder, ele me joga de costas na cama, com aquela fome que só ele tem.
A língua dele desliza pelo meu corpo como se estivesse desenhando um mapa. Quando chega entre minhas pernas, eu arquejo, tremo, chamo o nome dele sem filtro, sem vergonha.
— Assim... Johnny, por favor...
Ele sorri entre minhas coxas, os olhos brilhando de prazer por me ver tão entregue.
— Você é a melhor porra de presente que eu podia ganhar.
Quando ele me penetra, é lento no início, como se quisesse memorizar cada detalhe. Mas logo o ritmo muda. Ele me fode como se quisesse deixar marcas na alma. As mãos agarram minha cintura, os corpos batem com força, suados, descontrolados.
— Olha pra mim — ele ordena, e eu obedeço. Os olhos castanhos dele mergulham nos meus, cheios de desejo e algo mais... amor.
O orgasmo explode como um incêndio dentro de mim, rasgando gemidos do fundo da garganta. Ele vem logo depois, rosnando meu nome no meu ouvido, sujo e perfeito.
Depois, deitamos lado a lado, ainda ofegantes, os corpos colados.
— Com você aqui, todos os dias são uma porra de presente — ele diz, me puxando de novo pra cima dele.
Eu ainda estou sobre ele, sentindo seu peito subir e descer sob meu corpo nu, o calor entre nós quase sufocante. Ele acaricia minhas costas com os dedos tatuados, traçando caminhos preguiçosos na minha pele.
— Você não faz ideia do que causa em mim, S/N — ele murmura, com aquela voz rouca de pós-gozo, mais grave e suja do que nunca.
— Então me mostra — sussurro no ouvido dele, deslizando meu quadril de leve, sentindo que ele já começa a ficar duro de novo, ali, dentro de mim.
O olhar dele muda. Fica mais escuro. Fica faminto.
Ele segura minha nuca e me beija forte, profundo, a língua explorando a minha boca como se quisesse me dominar por completo. E quer mesmo. Ele me vira, rápido, me deixando de costas. Me puxa pela cintura, me coloca de quatro, e antes que eu possa dizer qualquer coisa...
A mão dele desce pesada na minha bunda. Uma palmada estalada, deliciosa.
— Você provocou. Agora aguenta — ele sussurra, com a voz carregada de desejo.
Ele encaixa de novo, dessa vez mais fundo, mais bruto. Me segura pelos quadris, puxa meu cabelo, me faz gemer alto, me perder.
Cada estocada é um choque, um incêndio que começa entre as pernas e se espalha pelo corpo inteiro. Ele geme também, grave, rouco, quase animal.
— Você é minha. Toda minha — ele rosna, batendo com força contra mim, o som do nosso sexo ecoando pelo quarto abafado.
— Eu sou, Johnny... porra, eu sou — mal consigo falar, a respiração falha, os olhos revirando.
A mão dele desliza pela minha barriga, encontra meu clitóris e começa a massagear devagar, contrastando com a brutalidade do vai e vem dele dentro de mim. É tortura. É céu e inferno ao mesmo tempo.
Gemo o nome dele como uma oração suja, me contraindo inteira ao redor dele, tremendo, chorando de prazer. Ele vem logo depois, enterrado fundo, soltando um grunhido animalesco, agarrando meus quadris com tanta força que sei que vai deixar marca.
Silêncio. Só respiração. Corações acelerados.
Ele me deita devagar de lado e deita atrás, me envolvendo com os braços, beijando minha nuca, ainda dentro de mim.
— Esse foi o melhor aniversário da minha vida — ele diz, rindo baixinho, a barba arranhando minha pele suada.
Sorrio, os olhos se fechando aos poucos.
— E amanhã? Posso repetir o presente?
Ele aperta meu corpo contra o dele e sussurra:
— Amanhã, quero abrir você de novo. Com a boca. Com a língua. Com tudo.
A última coisa que ouço antes de dormir é a risada dele... e a promessa indecente que vem com ela.