31. This time... I need to choose myself. Even if it hurts.

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Notas iniciais:

Hey guys, tudo bem? Espero que sim.

📌 Aqui estou eu novamente, demorei mas voltei. Finalmente passei no curso dos meus sonhos, algo que vim tentando fazia um tempo e irei iniciar esse ano no segundo semestre, então até lá nesse tempinho irei finalizar SMD.

Third Person's Point Of View

This time... I need to choose myself. Even if it hurts.

Tradução: Dessa vez... eu preciso me escolher. Mesmo que doa.


Jasmine saiu da festa às pressas, com o coração aos pulos e a respiração descompassada. Mal enxergava direito com a mistura de raiva, decepção e lágrimas queimando nos olhos. No bolso do vestido, seus dedos encontraram as chaves do carro de Justin—ela nem lembrava mais quando ele tinha deixado com ela. Talvez tivesse sido um gesto inocente, talvez só mais um controle disfarçado de cuidado.

Ela não pensou duas vezes. Seguiu para o estacionamento, entrou no carro e ligou o motor como se fugir fosse a única saída para não desabar ali mesmo, diante de todos.

A estrada parecia infinita, o mundo ao redor um borrão de luzes e sombras que se mesclavam ao turbilhão de pensamentos dentro de sua cabeça. Jasmine apertava o volante, os dedos trêmulos de adrenalina e raiva. O rádio, agora ligado novamente, sussurrava alguma melodia triste—uma ironia cruel para o momento que vivia.

“Para sempre e sempre…” A promessa ecoava em sua mente como um fantasma. Palavras ditas com tanta certeza, agora reduzidas a cinzas. Ela riu amargamente. Que idiota tinha sido.

Enquanto acelerava, memórias começaram a invadir sua mente—não as boas, mas aquelas que carregavam pequenos sinais de alerta que ela escolheu ignorar.

O carro desacelerou conforme Jasmine se aproximava da costa. O som das ondas quebrando contra as pedras era um contraste bem-vindo ao caos dentro dela. O vento frio atravessava a janela aberta, bagunçando seus cabelos e trazendo o cheiro salgado do mar.

Ela parou perto de um velho píer, um daqueles que pareciam esquecidos pelo tempo. Saindo do carro, seus passos foram lentos sobre as tábuas de madeira gastas. Olhando para o oceano escuro à sua frente, ela sentiu o peso da noite sobre seus ombros. Sozinha. Mais uma vez.

O celular ainda vibrava dentro do bolso. Ela sabia quem era—sabia o que ele queria dizer, explicar, implorar. Mas Jasmine não queria ouvir. Não agora. Talvez nunca.

Uma onda mais forte bateu contra as pedras, e foi como se sua própria mente se quebrasse junto. Como ela sempre acabava aqui? Entre fugas impulsivas e sentimentos que nunca conseguia entender?

Lentamente, ela se abaixou, abraçando os joelhos. O vento sussurrava segredos antigos ao seu redor. E pela primeira vez naquela noite, ela deixou uma lágrima escorrer.

O carro desacelerou conforme Jasmine se aproximava da costa. O som das ondas quebrando contra as pedras era um contraste bem-vindo ao caos dentro dela. O vento frio atravessava a janela aberta, bagunçando seus cabelos e trazendo o cheiro salgado do mar.

Ela parou perto de um velho píer, um daqueles que pareciam esquecidos pelo tempo. Saindo do carro, seus passos foram lentos sobre as tábuas de madeira gastas. Olhando para o oceano escuro à sua frente, ela sentiu o peso da noite sobre os ombros. Sozinha. Mais uma vez.

“É sempre assim, né? Eu acredito. Me entrego. E no fim... é só eu e o silêncio.”

O celular ainda vibrava dentro do bolso. Ela sabia quem era—sabia o que ele queria dizer, explicar, implorar. Mas Jasmine não queria ouvir. Não agora. Talvez nunca.

𝓢𝓸 𝓶𝓾𝓬𝓱 𝓭𝓪𝓻𝓴𝓷𝓮𝓼𝓼 | 𝓙𝓾𝓼𝓽𝓲𝓷 𝓑𝓲𝓮𝓫𝓮𝓻Histórias para pegar e não largar. Descubra agora