POV SN
As luzes da cidade ainda brilhavam ao longe, mas aqui... aqui dentro, só existia ele. Nós dois. E esse amor que transbordava de todas as formas possíveis.
A porta do quarto bateu atrás de nós, e, no mesmo segundo, Yoongi me prensou contra ela, segurando minha cintura com tanta força, como se quisesse me fundir nele. As mãos dele apertavam minha pele como se quisessem memorizar cada pedacinho de mim.
- Meu Deus... - ele sussurrou, os olhos viajando do meu rosto até meu corpo. - Você não tem ideia do quanto eu te desejei a noite inteira...
As mãos dele correram pelas minhas coxas, levantando o tecido leve do meu vestido, até ele me segurar no colo, me fazendo entrelaçar as pernas ao redor de sua cintura. Nossos lábios se encontraram num beijo urgente, quente, desesperado... cheio daquela fome que só a gente entende.
- Você tá... tão linda.- ele murmurava contra minha boca, apertando minhas coxas, descendo beijos pela minha mandíbula, meu pescoço, como se cada parte minha fosse sagrada.
Meu corpo tremia, sensível, entregue. As mãos dele deslizavam por mim com tanta precisão, tanto desejo, que eu mal conseguia respirar.
Mas então... no meio daquele fogo, ele parou. Me olhou. As mãos ainda seguravam meu quadril, mas agora com mais delicadeza.
- E o... - sua mão escorregou, pousando de leve sobre minha barriga, onde nem sinal tinha ainda, mas já era nosso tudo. - E o baby?.- perguntou, a voz mais baixa, quase trêmula.- Eu... eu não quero fazer nada que... - Respirou fundo. - Que machuque vocês.
Meu coração derreteu.
- Yoongi... - sorri, deslizando as mãos pelo rosto dele. - A gente tá bem. Tá tudo bem... - beijei os lábios dele, mais calmo dessa vez.- Só..me fode.
Ele fechou os olhos, encostou a testa na minha e sorriu pequeno.
- Se voce pediu com tanto carinho..
Me colocou devagar na cama, como se eu fosse feita de vidro. Mas os olhos dele... ah, os olhos... ardiam. Cheios de desejo. Cheios de amor. Cheios de cuidado.
Ele se ajoelhou na beirada da cama, puxando meu vestido com toda a calma do mundo, como se desembrulhasse algo precioso. E era. Porque pra ele... eu era.
- Meu Deus...- ele gemeu baixinho, passando as mãos pelas minhas pernas, subindo até minhas coxas, minha cintura, minha barriga... parando ali, com os polegares fazendo círculos lentos. - Você tá... ainda mais perfeita. E agora... agora carrega nossa vida.
O calor subia pelo meu corpo como ondas. As mãos dele, a boca, o cheiro, tudo nele era como fogo na pele. Mas ao mesmo tempo... era carinho. Era amor. Era cuidado.
Ele desceu os beijos pela minha barriga, pressionando os lábios ali com tanta delicadeza que meu peito quase explodiu.
- Eu não sei se você é menino... ou menina... - sussurrou, beijando mais uma vez. - Mas eu já te amo tanto... tanto...
O jeito que ele falava com nosso bebê... Deus, se meu coração já não fosse dele, naquele segundo ele seria pra sempre.
- Agora... - voltou a subir, olhando nos meus olhos, e a voz dele desceu alguns tons, rouca, carregada de desejo-...a mamãe aqui... eu vou cuidar dela do jeitinho que ela merece.
E então... ele me tomou. De um jeito lento... porém intenso. Cada toque, cada investida, cada movimento... era como se ele quisesse dizer.
"Você é minha. Minha mulher. Minha vida. A mãe do nosso filho."
A mão dele nunca saía da minha barriga, como se, no meio de toda aquela loucura, precisasse lembrar que ali... ali crescia parte dele. Parte de nós.
Gemidos baixos, respirações entrecortadas, nossos corpos se encaixando na perfeição que só quem se ama de verdade conhece. E, no auge, no ápice de tudo, quando meu corpo inteiro tremia, ele segurou meu rosto com tanta força, pressionou a testa na minha e sussurrou contra minha boca, ofegante.
- Eu te amo... te amo mais do que qualquer coisa nesse mundo... vocês dois... minha vida inteira.
E eu só consegui corresponder, perdida nele, no amor, no prazer, na certeza de que... não existia lugar melhor no mundo.
E quando tudo se acalmou, quando ele me puxou pra deitar sobre o peito dele, as mãos dele continuaram ali, na minha barriga. Acariciando, protegendo, prometendo silenciosamente que ele seria tudo. Tudo o que nós precisássemos.
- A gente venceu. - ele sussurrou, beijando o topo da minha cabeça. - E agora... a gente só vai viver.
Continua...
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O leilão
FanfictionMin Yoongi foi o meu primeiro amor. E também o meu maior sofrimento. Éramos dois jovens tolos que acreditavam que o amor bastava para enfrentar o mundo. Mas meu pai fez questão de me provar o contrário. Ele arrancou Yoongi da minha vida com a mesma...
