SN.
- Vocês cuidem bem deles, hein!.- falei, meio rindo, meio apreensiva, olhando pros meninos na porta.
Taehyung já estava com nossa filha pendurada no colo, brincando com ela como se fosse uma boneca viva. Jimin e Jungkook disputavam quem fazia o melhor aviãozinho pro nosso pequeno, que só gargalhava, completamente entregue à bagunça.
- Relaxa, noona. - Jungkook piscou. - Eles vão sobreviver. Talvez.
- Talvez?.- Yoongi arqueou a sobrancelha, segurando meu quadril, já me puxando meio disfarçadamente pra trás. - Eles não têm escolha.
Namjoon cruzou os braços, sério, mas com aquele meio sorriso.
- Vai. Aproveitem. Vocês merecem. A gente segura as pontas aqui.
- E não fiquem mandando mensagem toda hora, hein.- Jin apontou, meio mandão, meio paizão. - Vão se amar.
Yoongi só segurou minha mão, e sussurrou no meu ouvido, baixo, rouco, daquele jeito que fazia meu corpo inteiro acender.
- Vamos. Agora.
Quando a porta bateu, foi como se um botão dentro dele tivesse sido acionado. A mão que segurava a minha deslizou pra minha cintura, apertando forte, me puxando contra o corpo dele.
- Finalmente. - ele rosnou, com aquele tom de voz que me deixava fraca. - Só nós dois. Sem choro. Sem brinquedo espalhado. Sem desenho na TV.
Eu ri, mordendo o lábio, olhando pra ele com aquele olhar que só ele conhecia.
- E o que você vai fazer comigo, Min Yoongi?
Ele me olhou como se eu fosse a coisa mais indecente e deliciosa do universo.
- Vou te lembrar que, antes de ser mãe dos meus filhos... você é minha. Completamente minha.
As mãos dele já estavam na barra da minha blusa, puxando pra cima, enquanto me prensava contra a parede da sala mesmo. Meus dedos foram direto pros fios do cabelo dele, puxando, desesperada, porque a boca dele já esmagava a minha, invadindo, dominando, sem cerimônia, sem pausa.
- Tanto tempo... - ele arfou contra minha boca. - Tanto tempo me controlando... segurando... aguentando você andando pela casa com aquelas roupinhas mínimas, com esse corpo... esse corpo que é meu.
Me pegou no colo como se eu não pesasse nada. As pernas envolveram automaticamente sua cintura, e ele nos levou pro quarto, tropeçando pelos corredores, mas sem largar, sem desgrudar.
Quando minhas costas bateram no colchão, Yoongi já estava arrancando a própria blusa, jogando no chão, e os olhos dele... Deus, os olhos dele estavam negros, famintos, sedentos.
- Fica nua. Agora. - ordenou, rouco, selvagem. - Mostra pra mim. Tudo.
As mãos tremiam. O desejo queimava tanto que parecia fogo líquido correndo nas veias. Fui tirando cada peça, lenta, provocando, olhando dentro dos olhos dele, só pra vê-lo perder o controle.
Ele mordeu o lábio inferior, rindo torto, passando a mão pelo próprio cabelo, bagunçando, como se quisesse se segurar, mas não podia mais.
- Você sabe o que tá fazendo comigo, né?
Yoongi subiu em cima de mim, deslizando os lábios pela minha pele, do pescoço até os seios, passando a língua, mordendo, sugando, deixando marcas, minhas, só minhas.
- Você me enlouquece, SN... - ele arfou, beijando minha barriga, passando os dedos na lateral das minhas coxas. - Tão perfeita... tão minha...
As mãos dele abriram minhas pernas, e ele não esperou nem mais um segundo. A boca foi direto pro meu centro, sugando, lambendo, devorando como se aquilo fosse o próprio ar dele.
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O leilão
FanfictionMin Yoongi foi o meu primeiro amor. E também o meu maior sofrimento. Éramos dois jovens tolos que acreditavam que o amor bastava para enfrentar o mundo. Mas meu pai fez questão de me provar o contrário. Ele arrancou Yoongi da minha vida com a mesma...
