Scaramouche é um cara de extrema má sorte, que enfrenta uma batalha constante para conseguir um emprego em um mundo implacável. Quando, finalmente, surge a oportunidade de trabalhar com os membros de uma das bandas mais icônicas do Japão, ele se vê...
N/a: Está é uma obra alternativa, um universo diferente, porém, com os mesmos personagens. É um presente meu, para aqueles que gostam tanto desse shipp quanto eu. Beijos da Limão!
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Em japonês, "chiyu" (治癒) quer dizer curar ou sarar. É o processo de se recuperar de um machucado ou doença.
"Não, deixa para lá!" Eu fico falando isso em voz alta. Me sinto exausto o dia inteiro, te chamando feito louco. Eu deveria me apaixonar por outro alguém, mas só quero amar você. Minhas lágrimas escorrem, E desde o começo, eu sabia que não poderia fazer nada por nós dois.
Eu caí na água e depois que tudo passou, escutei o som da chuva. era como o som das minhas lágrimas.
Mergulhei de novo na água. E hoje, depois de tanto esperar, vou te contar tudo, então, por favor me escuta. ( Chiyu - TripleS)
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O corredor tava barulhento, cheio de gente indo e vindo, mas Kazuha nem ligava. Ele ria alto, de braços cruzados, encostado na parede enquanto escutava Gorou tagarelar sobre o quando estava animado com a volta dele. Ao lado deles, Thoma sorria, com aquela calma que só ele tinha.
— cinco anos fora e voltou com a mesma cara lisa — Gorou provocou, cutucando a barriga de Kazuha.
— A mesma cara, mas esses bracinhos de macarrão estão mais finos que antes — Thoma completou.
Kazuha fingiu que ficou ofendido, mas não conseguiu segurar a risada. Era bom estar de volta.
— Ah, para com isso. A comida lá era boa, mas aprender mandarim… Nossa. Aquilo sim foi sofrido pra caramba — respondeu, mexendo no cabelo descolorido que caía de leve nos olhos. Ele tinha crescido, afinado, mas o jeito despreocupado continuava ali.
— Fala alguma coisa aí, vai! — Gorou insistiu, com os olhos brilhando de curiosidade.
Kazuha coçou a garganta, ajeitou a postura e se preparou pra imitar uma das falas mais dramáticas de um filme chinês que tinha decorado.
— “Wo niingyuàn sǐ ye bù yuàn shīqù shéngmìng!” — disse, fazendo uma expressão engraçada.
Gorou e Thoma começaram a rir tão alto que nem perceberam a professora chegando.
— que bagunça é essa? Vocês não são mais crianças.— ela perguntou com a sobrancelha arqueada.
Os três se endireitaram na hora, tentando segurar o riso. A professora apontou pra sala com o queixo e eles obedeceram, entrando ainda com as costas tremendo de tanto rir por dentro.