Ciumes doentil (continuação)

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   Chegando em casa nos decemos do carro mais eu não retiro a chave ignição, pois eu precisava do meu tempo longe dele pra pensar e analisar tudo o que houve. Entro em casa e vejo a Rosa na cozinha fazendo o almoço, que quando vê o alvoroço das crianças que correm pra abraçar ela, e Thomas vai em direção ao escritório. Eu vou em direção  da geladeira pegando uma garrafa de água eu digo a ela, que solta as crianças que vão pra brinquedotecas.
    - Você consegue olhar os três pra mim Rosa? Preciso sair por um tempo longe daquele 3 possessivos. Digo a ela que me olha preocupada e compreensiva.
    - Claro minha flor, não precisa nem pedir. Mas se sua intenção é ficar longe do Thomas, é bom se apressar pois os outros 2 estão no escritório agora. Diz ela e eu a abraço como um obrigado, e com a garrafa na mãos eu saio de casa, entrando no carro coloco o cinto e vejo o Noah abrindo a porta logo em seguida, que quando me nota no carro eu ligo e acelero o deixando para tras confuso.
   Queria um tempo dos 3 e eu sei que os outros dois não tinha culpa, ou tinha sim, pois nunca tiveram coragem de me falar o que estava acontecendo em nossa volta. E mesmo com lembranças nada boa sobre a montanha em que me acidentei, vou em direção a ela. Pois além de calmo e tranquilo, ali eu teria tempo pra colocar minha cabeça em ordem e não meter os pés pela mãos.
   Acelerando mais pra chegar o mais rápido que dá, noto que as lágrimas transbordaram e rolavam pelo meu rosto, eu precisava parar, mais não ali. Então depois de uns 10 minutos eu chego e estaciono o carro debaixo de uma sombra de uma árvore alta. E saindo me sento na grama encostando minhas costa na árvore depois de arrumar meu vestido longo e soltinho que usava, deixo de forma que fique como toalha entre mim e a grama, olhando a passagem eu choro. Choro pelo desastre que eu sou, choro pela frustração que eu sentia no momento, choro de raiva e ódio do Thomas, e de mim por ser tão inocente e emotiva. Eu sei que o erro foi meu por ter dado ao direito de conversa com alguém que eles não gostava, mais gente foi só pelas crianças.
  Louca pra descontar essa raiva em algo ou alguém, luto internamente pra não voltar e bater no Thomas. O que não seria uma péssima ideia, mais eu fico ali passando a mão na minha barriga saliente e dura, pois já estáva na fase das contratações de treinamento.
   - Seus pais sao uns idiota filha! E eu quero socar a cara deles. Dos 3, o que eu faço? Digo a minha barriga e a bebe chuta forte, mostrando que estava me ouvindo.
    - Aí! Desse jeito você vai deixar a mamãe sem costela. Digo a ela enquanto eu observava a paisagem linda, e pra falar a verdade, não sei bem quanto tempo se passou mas em meio às lágrimas de mágoas e aos chute da bebê eu acabo cochilando.
  
    -  ...orda Angel? Amor? Ei! Abra os olhos. Ouço uma voz meio distante e sinto que é a do Tony, e ele parecia desesperado. Passando as mãos nos meus olhos, vejo que já estava começando a anoitecer e eu estava na montanha ainda. Os três me encarava desesperados e aflitos, então me lembro o por que estava ali, me lembro do ódio que eu estava dos três, principalmente do Thomas.
    - O que vocês fazem aqui? Como me acharam? Eu não quero nenhum de vocês aqui, principalmente você! Digo Apontando para o Thomas que fecha a cara, mais eu estou mais irada com ele do que ele comigo. Me levanto usando a árvore como apoio e me afasto deles, que me olha preocupados.
    - Nos temos os nossos contatos. Responde Noah sobre me achar o que me prova, que além de ciúmes doentil, eles também são bem mais que obsessivos.
    - Eu fiquei sabendo o que houve no parque, não gostamos nada de saber que você estava de conversa com aquele traidor. Diz Tony com o semblante serio e o olhar irado.
   - Hm, que bom que ficou sabendo. Por que eu não estou gostando nada da atitude dos 3. E pra ser sincera, não haverá mais casamento! Digo furiosa encarando os três que me olha em choque e sem acreditar no que ouviram.
   - O que? Você está querendo ter.... Noah começa a dizer vindo na minha direção e eu me afasto dele indo para o outro lado da estrada, onde tem espaço e a vista espetacular da cidade anoite.
    - Eu não estou querendo nada Noah, só acho que até vocês aprenderem a confiar em mim, não dá pra ir adiante. Me diz, o que adianta nós casarmos e vocês ficarem fazendo essa ceninha toda vez? Hein? O que vai adiantar se voces nao me contam as coisas? Eu fico como cego no meio do tiroteio, pois eu nao sei como ou quem esta se metendo no meu caminho. Digo furiosa aos três que se olham se comunicando, e eu me viro de costa pois nao queria me estressar com esse lance deles, estava cansando de brigar com eles por conta disso.
   - Angel a sua raiva tem que ser direcionado a mim, não aos meus irmão. Fui eu que fiquei louco de ciúmes ao te ver ao lado de outro cara. E quer saber não me arrependo! Diz Thomas atras de mim  colocando os braços envolta da minha cintura e chegando até a minha barriga, e com a cabeça no meu pescoço, me deixando arrepiada e eu arfo pelo susto, e de seu toque em mim.
    - Me solta Thomas! Tento dizer autoridade mais, meu corpo traidor não me ajuda. Pois só de sentir o toque deles em mim já perco a concentração, pois eles sabem exatamente como meu corpo reage ao toque deles.
   - Não antes de você descontar tudo que está aí dentro. Diz ele me virando derrepente e me deixando perplexa com a rapidez que ele fez isso.
   - Vamos Gatinha, me mostre o quão furiosa você está. Diz ele me soltando e com um sorriso desafiador na cara, e eu olho para seus irmãos, tentando entender exatamente o que ele queria que eu fizesse. Thomas se afasta um pouco me dando espaço para ataca lo? Sério isso mesmo?
   - Ele é todo seu boneca! Se quiser eu posso arrumar um pau pra você bater na cabeça dele mas, não vamos nos meter. Diz Noah a mim com um sorriso de lado, e então eu olho para o Tomy que está de braços aberto esperando que faça alguma coisa. Então chateada e furiosa me agachou pegando duas pedras grande que havia ali, do tamanho da minha mão e taco a primeira nele, que se agacha em perplexo por que eu reagi, acerto o chao perto do pneu do carro deles. Seus irmãos começa a gargalhar dele atrás do mesmo encostado no carro. Pois nenhum dos três esperavam que eu fosse reagir a violência, mais eu estava com ódio do papelão que ele me fez passar.
  Com a outra pedra na mão eu tento outra vez e ela vai em direção aos outros dois que desvia de ultima hora, e cai no carro amassando a lateral dele, e Tomy da risada da cena me deixando mais infurecida ainda.
   - Ei! Meu carro! Ouço o Noah dizer murmurando e Tony continua rindo dos dois. Então eu parto pra cima do Thomas lhe dando tapas no peito e nos seus braços. Tento arranha lo tambem, pois de alguma forma meus tapas e arranhoes nao lhe afetava em nada, ja que ele continuava com o sorriso na cara. No processo de explosão, uma onda de hormônios me atinge, fazendo com que eu chore, grite batendo nele. Chorei até de arrependimento por estar fazendo isso com ele, mas o Thomas dava risada se  divertindo tentando me segurar.
   - Seu idiota! Ogro! Babaca! Doentil! ciumento! Seu obsessivo. Eu vou te matar. Digo já me cansando e ele segura minhas mãos, colocando atrás do meu corpo e segurando só com uma mão da dele, a outra ele retira as mechas do meu cabelo que estava grudada no meu rosto suado e molhado pelo choro. E eu cansada e respirando rapidamente pelo esforço  que fiz, ele cola mais nossos corpos juntos me impedindo de me mexer.
    - Sim minha gata selvagem! Sou tudo isso e muito mais. Sou tudo isso por você e pra você! Mais ninguém toca ou toma o que é nosso. Diz ele me beijando com urgencia e meio violento, era seu jeito ser bem mais bruto que os irmãos.
Soltando as minhas mãos  ele me pega no colo, apertando minha bunda com força me fazendo gemer entre o beijo.
   - Hoje nós vamos te comer aqui e encima do carro. Minha gatinha selvagem. Só vamos parar quando você implorar. Diz ele deixando beijos molhados no meu pescoço enquanto andava, só deus sabe dizer pra onde.

            

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