Na história se passa a vida de uma família de irmãos que são da máfia e que já na tem esperança que a vida de ambos não passam apenas daquilo, maldades, mortes e crimes.
Até que surge uma menina inocente de tudo, perdida e desesperada por esta sen...
- Me deixe ve lá como você está! Quero ver se não esquecemos nenhum detalhe. Ouço a ceci dizer enquanto olha envolta do meu corpo, reparando em tudo, vendo se faltava alguma coisa. Mas me olhando pelo espelho sinto me perfeita.
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Meu vestido era bem simples e praiano, como eu queria que fosse a nossa cerimônia. Ele era aberto nas costa formando uma capa que era grudada nas costa, o deixando como se fosse uma calda atrás, já na frente ele era de alça bem finas e decotado em V, que ficou perfeito no meu corpo. Exibia bem a minha barriga, com uma fenda que ia até o começo da minha coxa me deixando linda e sexy. O vestido em sim era a minha cara, delicado, lindo e angelical. Me lembrava bem os apelidos que eu tinha herdado pelos meninos, já no cabelo eu fiz um coque que formava ondas entre mecha por mecha, era elegante e chique, minha maquiagem ficou básica, pois eu queria o mais natural possível. Então só realçou meus olhos e boca que está num nude delicado. - Eu me sinto perfeita! Nem acredito que esse dia finalmente chegou. Comento com ela que estáva com um vestido azul bem clarinho, soltinho. Ele era amarrado no pescoço que ficava justo em seus seios, da cintura pra baixo ele ficava solto, as costa era nua. Seus cabelos estava tipo em um rabo de cavalo meio preso e um pouco soltos ondulados, ela estava linda também. - Você está divina amiga, estou tão feliz por você. Diz ela me abraçando com cuidado e eu sorrio feliz por esse momento. - Tabom chega! Se não vou começa a chorar e não podemos borrar a maquiagem. Vou indo para arrumar as crianças e daqui a pouco o José estará aqui para pega lá. Avisa ela e eu concordo com a cabeça, ela me olha mais uma vez e sorrindo vai para o carro, pois Reyler e o Ben entraria com as alianças ja a Mel entraria como a florista na minha frente. Me olhando no espelho lembro que a três semanas atrás depois que os meninos me contaram sobre o Matteo eu finalmente entendi a culpa que o mesmo carregava, e depois do bosque nunca mais o vi nem na escola das crianças. As coisas entre os meninos melhoraram quase cem por cento, pois nenhum deles ficou chateado com o ocorrido da briga, e graças a Deus que as marcas da briga deles sumiram a tempo do casamento. Mais uma vez me olho no espelho e resolvo descer para não me atrasar muito, com o buque de rosas azuis nas maos começo a descer. Pois tudo estáva contadinho para pegarmos o por do sol. Desço encontrando o carro preto do José em frente de casa e já entro nele sem esperar que ele pudesse descer para abrir pra mim, entro fechando a porta e logo o carro é travado e começa a se movimentar. - Boa tarde seu Jose, como estão as coisas lá na festa? Questiono pois ele tinha ido levar a Rosa e as crianças antes. Abaixando o vidro que separava o motorista do passageiro atrás, vejo que não é seu José quem dirige é sim o Matteo. - Matteo? O que está fazendo aqui? Questiono olhando pra ele que me olha com os olhos vermelhos pelo choro, e um semblante destruído. Seu olho estáva roxo, seus lábios cortados e as maçãs da suas bochechas estavam machucadas. - Desculpa Angel, eu tenho que fazer isso. Eu sei que você não me entenderia, mas eu preciso muito. Diz ele dirigindo para o lado oposto do casamento, meu coração começa a bater descompassado e desesperado, se fosse por mim eu nem ligaria tanto mais eu tinha a minha bebe no meu ventre. - Matteo me conta o que se passa, não faça nada que vá se arrepender depois. Tento conversa com ele para acalma lo e ver uma maneira de ajuda lo. - Eu sei que de qualquer jeito vou estar morto hoje anoite Angel, mas eu preciso fazer isso pelo Cris. Ouço ele dizer entrando numa estrada de chão e eu começo a ficar desesperada, tento manter a calma pela minha bebê e por nós. Minha barriga começa a doer levemente e a ficar dura e eu respiro fundo. - Matteo o que houve com o Cris, me deixe ajuda lo. Os meninos podem... ele me interrompe gritando furioso. - ELES É QUEM VAO ME MATAR ANGEL, DEPOIS QUE EU ENTREGAR VOCE ENTROCA DO CRIS! Levaram o meu único sobrinho, por conta de uma vinganca contra os irmãos. Ou era você ou os gemeos, achei melhor que fosse a mãe e eu me odiei por estar fazendo isso com você novamente. Ainda mais por você estar carregando uma vida no ventre que é inocente. Cuspe as palavras a mim chorando, e eu sinto lágrimas rolando em meu rosto e minha barriga volta a doer novamente, denovo não Deus! Tento pensar em algo e vejo o mesmo parando o carro e colocar a cabeça no volante em dúvidas e conflitos internos. - Matteo me deixa te ajudar, só não faça isso por favor. Me deixe ligar para os meninos e eu tenho certeza que ele vão te ajudar a resgatar o Cris. Só não faça isso novamente comigo, por favor! Não com a minha filha no meu ventre. Digo a ele chorando e o mesmo bate no volante com força e raiva. - Você acha mesmo que ele vão me ajudar? Principalmente depois que rapitei você? Angel se eu não te levar eles vão mata lo. Eu... eu não...posso perde lo. Diz ele chorando e eu choro junto pois era difícil ver quem você mais amava tão vulnerável assim e não poder fazer nada. - Me deixe tentar Matteo! Droga! A vida de duas crianças estão em risco aqui e a nossa. Me deixe tentar pelo menos. Digo a ele que me olha em dúvida, mas concordando com a cabeça ele me entrega o celular dele. Pegando disco o número dos Tony que cai na caixa postal, tento o do Noah que também estava desligado. - DROGA! SE O THOMAS DESLIGOU O CELULAR EU O MATO DEPOIS. Grito desesperada e minha barriga começa a doer mais ainda e a ficar mais dura, eu tremendo disco o número do Tomy, que chama e eu respiro aliviada, no quarto toque ele atende. - O que você quer Matteo? Diz ele ríspido e ignorante, chorando de alivio por finalmente conseguir fala com eles eu digo. - Tomy sou eu! Precisamos de ajuda, eu... começo a dizer e ouço ele gritar do outro lado da linha. - ANGEL? ONDE VOCES ESTA? questiona ele furioso de cuimes e eu não tinha tempo pra isso. - CALA A PORRA DA BOCA E ME ESCUTA THOMAS! Sequestraram o Cristopher em troca que o Matteo me sequestrasse. Eu preciso que você deixe esse ciúmes e a possessividade de lado e nos ajude. Pois se eu não for eles vão matar o menino, mas se eu for... se eu for... começo a dizer tudo o mais rápido e resumindo tudo, só que chega no final vários soluços escapam, começo chorar de medo e pavor, pela minha filha. - Estamos indo meu amor, só não desligue o celular. Continue falando com a gente. Onde vocês estão? Questina e eu descrevo onde estamos, e minha barriga começa a doer mais ainda, dando fortes figadas. - AAIII! AGORA NAO, POR FAVOR! murmurou gritando de dor, Matteo vendo a situação abre o carro e vem em minha direção me ajudar. - Amor o que foi isso? Alguém te machucou? Pergunta Tony assumindo a situação, eu saio do carro para caminha um pouco pra ver se melhora a dor, mais ao sair minha bolsa estoura. - Essa não! Eu tenho que te tirar daqui. Matteo me diz e eu olho apavorada e com medo, mais atrás vejo três carros vindo em nossa direção. - Rápido Tony, eles estão vindo. Digo olhando apavorada para o Matteo que me olha arrependido. - Não desliga o celular amor, só permanece na linha. Ouço o Tony falar mais eu olho para os carros parando alguns metros de nós. - Droga! Eles estão em muitos pra mim reagir sozinho, e meu sobrinho está com eles. Ouço o Matteo murmurar comigo bem baixinho e uma nova onda de dor me atinge, me fazendo grudar no braço do Matteo e segurar pra não cair. - MATTEO QUEM É ELES? DE QUAL FAMILIA É? Ouvimos um zumbido no celular e disfarçadamente ele responde sem dar muito na cara dos caras que desciam e vinham e nossa direção. - França! Eles não aceitaram o que aconteceu ao Ricardo, por ele não ter concluir a vingança deles contra vocês. Diz ele mais baixo agora já que alguns metros de nós para 8 homens e um deles segura o Cris no colo apontando uma arma para as costa do mesmo .