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As palavras da minha irmã me cortaram naquela noite

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As palavras da minha irmã me cortaram naquela noite. Ela estava grávida, não era o momento para um confronto, mas mesmo assim ouvi cada frase dura saindo de Angela, me condenando:

Ela é minha melhor amiga, D. A Sawyer foi a pessoa que abracei como irmã. Desde quando isso está acontecendo? — ela exigiu.

Baixei a cabeça. Meu maxilar travou. Soltei um suspiro pesado antes de admitir:

No último jantar de Ação de Graças, aqui na sua casa. A Miranda estava destruída por ter assinado os papéis do divórcio. — confessei.

Os olhos dela marejaram de incredulidade. A boca tremia. Não tinha como discutir. Tudo que eu pensava era no meu sobrinho dentro dela. Ela apontou para a porta, magoada demais para respirar direito:

Vai embora. Eu nunca vou perdoar vocês. Isso é sujo. Você é padre, D.! Qual é o seu problema?

Apertei os olhos, engolindo a culpa que me queimava por dentro.

Quando aconteceu, eu já estava em crise com o sacerdócio — respondi firme. — E ficar perto da Miranda me puxou pra um abismo sem fim. Eu sou humano, Angela. Eu falhei. Mas quero me redimir. Só que eu não vou voltar atrás: eu quero ela de todas as formas possíveis. Eu sempre amei a Miranda desde o colegial. Você sabe disso. Então, por tudo que somos… encontre perdão pra mim e pra minha mulher. Ela te ama mais do que qualquer pessoa no mundo e eu também, irmã!

Beijei a testa da minha irmã, mesmo com ela virando o rosto. Enfiei as mãos nos bolsos da calça e fui embora. Quando desci à recepção, Miranda já tinha ido, no meu carro. Era óbvio que eu não ficaria longe dela essa noite. Me segurei o suficiente. Se tiver que pagar caro por isso, pago.

 Se tiver que pagar caro por isso, pago

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Bati na porta de madeira. Quando se abriu, encontrei aqueles olhos de jabuticaba, tão grandes, tão pretos,  cheios de tristeza. A boca dela tremia. Puxei Miranda para meus braços, apertando-a com tudo que eu tinha:

Amor… calma. Vamos resolver. Você não está sozinha. Minha irmã está magoada, mas ela te ama. Ela vai perdoar a gente. Agora olha pra mim.

— Ela não vai, amor..

Sh...

Ela ergueu o rosto, chorosa, vulnerável, linda. Encostou a boca na minha, respirando em mim. Levei a mão em bochecha corada, guiando seu rosto até capturar aqueles lábios úmidos. Como eu senti falta do gosto agridoce de seus labios, merda! Minha língua encontrou a dela com devoção, como se eu tivesse passado anos esperando por isso. Por essa mulher nenhum homem consegue servir a Deus. Eu até serviria, mas como seu marido daqui em diante.  Levantando-a em meu braços, suas pernas me envolveu enquanto a beijava com sede e urgência. Meu pau latejava ansioso, precisava está dentro dela, a sentando no balcão de mármore de sua cozinha. Meus dedos se encontrou em seu hobbes de cetim azul, o tirando devagar, as alças finas do vestido caiu em seus ombros, aquela pele macia, desci meus lábios até sua clavícula, depositando beijos, meus dedos foram direto em sua calcinha. Massageando sua região úmida, porra, ela molhou meus dedos, e eu ainda não a fodi.

Por um segundo nossos olhos se encontrou, Miranda me ajudou a tirar a camisa social e a batina. Ela abaixou minha calça junto a minha cueca, seus dedos foram de encontro ao meu membro, o pré gozo estava ali, sua mão macia se movimentando em subir e descer, me fazendo rosnar e gemer rouco, quando fechei os olhos, suas pernas me desapertou, se ajoelhou pro meu pau, a boca estava na cabeça, sua língua circulou em volta, lambendo com suavidade.

caralho, amor... Porra, não me faça encher essa boca tão rápido, tenha compaixão com a minha alma.

Miranda engoliu meu pau, meus dedos e braço pesou contra o balcão, ela começou a chupar, merda. Enfiei minha mão em seu cabelo em gesto ríspido e bruto, afundando meu pau no fundo de sua garganta, ela se engasgou mas foram anos me contendo a merda que fiz quando deixei essa mulher escapar de mim na época da escola.

Engula essa merda, amor, não se contente, sabe que eu quero te dar tudo, então seja boazinha, me deixe te comer, por favor... — implorei louco.

Senti a ausência de sua boca do meu centímetro, a puxando pro balcão, abrindo suas pernas, meu pau estava duro, dolorido e molhado de saliva, o encaixando em sua boceta, que engoliu saborosamente, apertada. Segurei em seu quadril com força, entrando e saindo com força, o corpo de Miranda foi feito pra mim, o balançando como ondas furiosas. Ela começou a gritar chorosa quando encontrei o seu ponto de orgasmo, ela gaguejou, implorando com a voz fina:

Merda, D. Eu vou gozar... Oh.

Atingindo com mais força, meu pau alargando sua boceta:

Goze, caralho... Esse pau é seu pra isso, não é. Então o use como quiser. Merda, larguei a batina justamente por isso... — rosnei ríspido.

Segurei sua nuca, sua boca ficou contra a minha, seus gritinhos perdurando em meus lábios junto as meus gemidos ofegantes, eu ia gozar, droga! Acelerei em movimentos rápidos e fixo, não houve culpa dessa vez, apenas a vontade de despejar cada gota de mim dentro dela, mais uma estocada, quando afundei fundo, gozando, a cabeça do meu pau jogou tudo, Miranda estava sonsa. A segurando para não cair.

— Merda, amor...

Meus lábios encontrou os delas, deixando meu pau morar boceta, minha porra quente escorrendo em suas pernas, o peito arfando descompensado. Não demoraria muito pra pedir essa mulher em casamento.

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⏰ Última atualização: Dec 08, 2025 ⏰

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