.II.

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O PREMIER

"A vida é um quebra-cabeça, e só procurando as peças é que se pode completar, enquanto não as encontro curto, festejo, amo sem medo"



Hesito em dizer que estamos atrasados, porém Garcez não está tão animado o quanto imaginava, tento descontrair no caminho para casa, mas parece não adiantar, já são 18 horas a enorme fila de carros à nossa frente que parece não acabar mais, percebo o taxista um pouco tenso, enquanto tenta atravessar o engarrafamento, por fim estamos indo, respiro fundo impaciente, tento me controlar, mas parece ser impossível, Garcez parecia estar em transe nada o incomodava nem mesmo saber que estávamos chegando a casa

— Ei, Estamos chegando! Exclama Luanna com muita espontaneidade ao chamar Garcez. 

— Até que fim, não suportava, mas ficar neste táxi. (Satiriza Garcez falando baixo) 

— Que mau humor. Retrucou Luanna com um sorriso de canto. 

Já são 19 horas acabamos de chegar e já estamos saindo de casa, não acredito que vou me atrasar, é tudo que temo nesse momento, sei que Louis não irá me perdoa, bem Garcez não está ligando, mas temos que considerar os amigos, dei minha palavra. Percebo que já algum tempo Garcez anda meio diferente, meio estranho ainda não sei o porquê, mas vou descobrir. 

— Vamos Luanna, o táxi já nos espera, não era você que estava impaciente, e que não queria se atrasar. (Retrucou com os olhos ironicamente) 

— Nossa, nem um pouco irônico, qual o problema Garcez? Demos a certeza a Louis, agora você está aí sem ânimo nenhum, pelo menos finge que estar animado, faz isso por mim.

— Está bem! Por você faço qualquer coisa, sabe disso, mas não acho certo largamos o set de gravação sabendo que temos menos de 5 meses para terminamos de gravar todas as cenas.

— Ah! Isso é o de menos Garcez, 5 meses tempo suficiente para gravar tudo.

Ouve- se o som de buzinas constantemente agitadas, taxista está impaciente, não sei o que fazer, respiro fundo, enquanto desço as escadas.

Entramos no táxi mas um engarrafamento, sinto que não chegaremos a tempo.

— Motorista pode adiantar, por favor, precisamos chegar antes das 20 horas, e já são 19:30hrs.

— Senhorita é o mais rápido que posso, o engarrafamento não me deixa ir mas rápido.

— Obrigado, Senhor.

— Garcez! Você acha que estaremos lá antes da cerimônia da premiação?

— Luanna acalme - se. (Suspira, fecha os olhos como se parasse no tempo), virou- se para Luanna olhou dentre seus olhos.

— Chegaremos sim, relaxa! Em seguida rir descontraidamente. 

O tempo se passara decidir relaxar um pouco, estava muito tensa. O taxista começou a diminuir a velocidade, como se fosse parar, foi então que pude ver pela janela do taxi muitas pessoas bem vestidas, paparazzi de várias emissoras, por fim ouvir o taxista dizer — Senhorita chegamos!
Enquanto Garcez pagava o motorista, respirei fundo, sorri em agradecimento ao mesmo.

— Obrigada.

— Disponha madame.

Agarrei- me ao braço do Garcez, para entramos para o salão da festa, durante o percurso ouvir algumas vozes.

— Senhorita Venutti! — Garcez Valeui... — Ei, Senhorita! — Senhor! Quem é o ou a acompanhante? — Senhorita Luanna... Sem... Ei...

Os paparazzi não nos deixavam em paz nos, tentávamos fugir, mas os flash viam de todos os lados.

A ILUSÃO DE UM AMOR PROIBIDOOnde histórias criam vida. Descubra agora