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Ofegante não me abstraio de sentir você que já virou vício, se amor é isso quero me embriagar como bêbado ao tomar o vinho.

   


Notei que as apresentações foram interrompidas, pensei que iria saber ao menos um detalhe sobre ele, na primeira oportunidade parece até dar certo, mas infelizmente tudo dar errado.

Tento não me entregar, resistir, mas parece impossível sagaz e sedutor, sinto que já estou apegada a ele, já sofro por isso.

— Está gostando do jantar? Estou te achando tensa.

— Estou sim, apenas fui um pouco longe, mas já estou de volta.

Ri, descontraidamente, como se quisesse ficar ali, mas que não devia.

— Vamos ao que interessa Luanna? Afinal não viemos até aqui apenas para conversar não acha?

Ela deixou se levar pela sedução entregando seu corpo totalmente a ele, cada segundo tornava - se único, ela arrepiava - se e sentia o suor escorrer pelo seu corpo.

Luanna sentiu o corpo estremecer quando Afonso tocou seus seios, enquanto a beijava suavemente, ela não conseguia pensa em nada naquele momento, nem nas consequências que aquele envolvimento poderia lhe proporciona. Ele começou a desabotoar sua blusa e ela soltou um suspiro quando aquela mão quente e forte apertou suavemente seu seio esquerdo...

Há algum tempo que o quarto 1321 não tivera tanta animação como nessa noite, ele conhecia o quarto, para ela tudo era novo, mesmo fechada para aventuras amorosas, acreditava que poderia acontecer com todos menos consigo.

— Afonso! Exclamei

Ele retrucou. - Psiu! Não fala nada, apenas curte o momento.

Ela suspirou, por um curto período de tempo.

Minha respiração ofegante, o suor saliente escorria dos nossos corpos e nos envolvia cada vez mais, enquanto ele tirava a camisa três quartos rosa e mostrava seu físico que deixaria qualquer mulher desejando.

Sabe aquela velha mão boba, corriam por todo meu corpo, os nossos corações pareciam explodir no peito, aquele quarto com pouca luz que deixava o clima mais quente e sedutor, a noite era uma criança, mas aproveitávamos cada minuto.

Retruquei dizendo. — Ah! Afonso você pode até ser sedutor, saliente, uma máquina de prazer, mas sei que não sou à única para você.

— Afinal, o que você quer de mim? Perguntou.

Olhou fixamente aos olhos dele, em seguida retrucou dizendo.

— Não ser apenas, mas uma nas suas garras.

Ele a beijou...

— Afonso, não confunda uma atração com amor.

Ela gemia sussurrando a seu ouvido, enquanto ele estava por de si.

— Você me faz ficar louco.

— Calma, o cafajeste sedutor aqui é você.

À noite e o começo da madrugada proporcionou a ambos um momento maravilhoso, nem tudo é para sempre, embriagaram - se, tomaram uma ducha, caíram no sono.

05h00minAM.

...

O telefone começou a toca provocando um incomodo fazendo - na despertar.

— Que barulho infernal. Colocou a mão sobre o lado da cama qual Afonso estava, e não o sentiu.

Irritada.

— Safado! Como ele pode sair e não me avisar, típico desse tipinho de homem.

Colocou a mão na cabeça, bebeu tanto nas horas anteriores que estava parecendo que ia explodir, ela levanta desesperada pega o celular e assusta com o horário, toma uma ducha nas pressas em seguida vai à recepção.

Era dia de gravação, em seu celular tinha umas quinhentas mensagens de Garcez. Ela não resistindo o ligou, mas o só caixa postal.

Pensou por um tempo onde Garcez gostava de está antes das gravações, de repente o telefone tocou.

— Alô, Garcez onde você está?

— Calma, no Halle, eu te mandei o milhão de mensagens e você não me respondeu, poderia ter avisado ao menos que iria dormir em casa.

— Desculpas, muitíssimas desculpas, você sabe que é o meu melhor amigo, estou indo te encontrar, será que podíamos tomar café juntos no Halle.

— Claro. Respondeu desanimado.

Mensagem de Bruna.

Será que devo abrir pensei, o que ela quer comigo, então decidir abrir, a mensagem dizia.

— Lua sabe que não nos conhecemos muito bem, mas o Garcez pediu - me para investigar a vida de Afonso, estou te falando porque acho injusto fazer isso sem que você saiba, Garcez gosta muito de você e quer ver seu bem, não perca essa amizade, mas toma cuidado com Afonso ele não é quem pensa que ele seja.

— Não tive coragem de lê toda mensagem, apaguei, e decidir viver essa aventura sabia que poderia me decepcionar, era o risco que teria de correr.


A ILUSÃO DE UM AMOR PROIBIDOOnde histórias criam vida. Descubra agora