DEMI
- Sou eu querida - aquela voz fez meus sentidos pararem.
Permaneci onde estava e John me olhou esperando uma resposta.
Neguei.
- Desculpe-me senhor mas sua entrada não é permitida aqui - John falou.
Eu não me movia, estava em choque, não queria voltar.
Senti braços me rodearem, me assustei mas depois vi que era Wilmer, o abraçei forte e ele retribuiu.
Wilmer fez um sinal para que John abrisse o portão, o olhei assustada e neguei freneticamente com a cabeça.
- Não! - pedi.
- Calma, Demi - ele pediu cautelosamente.
Senti lágrimas escorrerem por toda a minha face, então era isso? ele iria me devolver?
A porta foi aberta revelando a imagem daquele que me fez, meu pai.
Não pude deixar de notar o sorriso cínico em seu rosto. Wilmer me afastou de si e caminhou em direção ao meu pai.
- O que quer aqui? - Wilmer perguntou rude.
- Você está com a minha filha e ainda me pergunta o que eu quero aqui, Valderrama? - riu em deboche.
Caminhei mais para perto deles me posicionando atrás de Wilmer.
- Ela não é sua. - Wilmer retrucou entredentes.
- Oras querido, eu senti saudades e apenas quis...vê-la - dito isso ele tentou encostar em mim mas Wilmer o impediu.
- Não ouse encostar um dedo seu nela ou...
- Ou o que? - desafiou. - Acha mesmo que está fazendo certo em arriscar-se por essa vadiazinha? Eu sei toda a sua vida, posso matar toda a sua família em um piscar de olhos, não está à altura de me enfrentar dessa forma - gargalhou.
- Me diga o que quer e nos deixe em paz!
- Eu a quero - finalizou.
WILMER
Estava deitado a cama assistindo minha série favorita quando ouço a porta se abrir, direciono meu olhar até a mesma e vejo minha irmã.
- Oi Liz, onde está Demi? - pergunto.
- Ela foi atender a porta e ainda não voltou - deu de ombros e deitou-se ao meu lado.
- Tudo bem, fique ai que eu vou checar - beijei sua testa e saí do quarto.
Desci as escadas e fui para o lado de fora, caminhei em passos largos pelo jardim e abraçei Demi por trás.
Ela se assustou mas logo retribuiu o abraço.
Fiz um sinal para que John abrisse o portão e Demi me olhou com lágrimas nos olhos.
- Não! - pediu desesperada.
- Calma, Demi - falei cautelosamente.
A porta foi aberta revelando um cara, não muito velho, sorrindo cinicamente para nós. Percebi ela começar a chorar.
Afastei Demi de mim e me aproximei dele.
- O que quer aqui? - perguntei rude.
- Você está com a minha filha e ainda me pergunta o que eu quero aqui, Valderrama? - riu em deboche.
Demi se colocou atrás de mim.
- Ela não é sua. - retruquei.
- Oras querido, eu senti saudades e apenas quis...vê-la - dito isso ele tentou encostar em Demi mas eu o limitei.
- Não ouse encostar um dedo seu nela ou...
- Ou o que? - desafiou. - Acha mesmo que está fazendo certo em arriscar-se por essa vadiazinha? Eu sei toda a sua vida, posso matar toda a sua família em um piscar de olhos, não está à altura de me enfrentar dessa forma - gargalhou.
- Me diga o que quer e nos deixe em paz! - pedi.
- Eu a quero - finalizou.
- Então sinto muito, pois ela você não terá mais - falei firme.
- Eu vou tê-la de volta, espere para ver - dito isso ele partiu.
John nos olhava curioso e assustado com a situação, mandei ele fechar o portão e assim ele fez.
Demi estava estática e não parava de chorar, levei-a pra dentro de casa e fomos para o meu quarto, por sorte, Liz já não estava mais lá e a TV estava desligada, fechei a porta e ela sentou-se na cama.
- Você não precisa se arriscar por mim - ela falou fitando o chão. - Ele é mais perigoso do que você pensa.
- Eu não irei te deixar nas mãos dele sabendo o que ele pode fazer com você, eu prometi que você não voltaria para lá lembra? - perguntei e ela assentiu. - Eu vou te proteger até que eu não possa mais, nena, eu te amo - me ajoelhei em sua frente e ela me olhou.
Seu rosto estava levemente vermelho.
- Eu também te amo - ela sussurrou.
A beijei intensamente e ela retribuiu.
- Vai ficar tudo bem - deitei-a na cama e fiquei por cima dela.
Começei a beijá-la novamente. Minhas mãos passearam pelo seu corpo desenhando sua silhueta logo chegando a barra do vestido florido que ela usava, não demorou muito para que eu me livrasse do mesmo deixando seus seios totalmente expostos a mim.
A beijei carinhosamente e ela retribuiu na mesma intensidade, tratei logo de descer os beijos para seu pescoço, onde dei um belo chupão, fazendo-a arfar.
Ela arranhou meu abdomêm à pedido de mais contato e assim eu fiz, desci até seus seios, massageando enquanto fazia loucuras com o outro.
A beijei novamente e ela retribuiu.
Sem hesitar retirei o tecido rendado que cobria seu paraíso me deixando completamente excitado, meus olhos repletos por luxúria e desejo percorreram por todo seu corpo gravando cada detalhe e consequentemente a deixando tímida.
Sorri para ela, passando conforto.
- Não precisa ficar com vergonha.
Meu sorriso já não cabia mais no rosto.
Voltei a beijá-la, mas dessa vez na parte interna de suas coxas a fazendo arquear as costas implorando por mais contato.
Passei a língua por seu clitóris, ela gemeu alto.
- Molhadinha pra mim - falei rouco.
Chupei sei clitóris e ela gemeu alto ao sentir o contato, introduzi dois dedos em sua vagina e continuei a chupar seu clitóris, ela gemia loucamente por mais contato.
Continuei com os movimentos até perceber que ela estava quase atingindo seu limite, acelerei os movimentos e então parei vendo-a gemer frustrada.
- Porque parou? Odeio quando você faz isso, já é a segunda vez! - choramingou.
Ri baixinho e então retirei minha calças junto com a cueca box preta e fiquei por cima dela na posição mamãe e papai, afastei suas pernas carinhosamente e a penetrei devagar, após entrar totalmente nela começei a me mover lentamentente.
Nossos corpos se moviam em perfeita harmonia, ambos suados e ofegantes, começei a me mover mais rápido , ela tentava abafar os gemidos me beijando mas era em vão, senti uma contração em meu pênis e seu líquido quente escorreu, dei mais algumas estocadas e gozei, retirei meu pênis de dentro dela e deitei ao seu lado ofegando.
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Eu sinceramente odiei esse capítulo mas tudo bem!
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Deep Web • Dilmer
FanfictionÉ incrível, e chega ser até engraçado e assustador a mudança das coisas e a rapidez com que elas acontecem. Em segundos muda tudo na sua vida, uma atitude não pensada ou uma palavra mal colocada na frase, ou até mesmo a falta de atitude ou de diálog...
