Capítulo 6

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DEMI


- Sou eu querida - aquela voz fez meus sentidos pararem.

Permaneci onde estava e John me olhou esperando uma resposta.

Neguei.

- Desculpe-me senhor mas sua entrada não é permitida aqui - John falou.

Eu não me movia, estava em choque, não queria voltar.

Senti braços me rodearem, me assustei mas depois vi que era Wilmer, o abraçei forte e ele retribuiu.

Wilmer fez um sinal para que John abrisse o portão, o olhei assustada e neguei freneticamente com a cabeça.

- Não! - pedi.

- Calma, Demi - ele pediu cautelosamente.

Senti lágrimas escorrerem por toda a minha face, então era isso? ele iria me devolver?

A porta foi aberta revelando a imagem daquele que me fez, meu pai.

Não pude deixar de notar o sorriso cínico em seu rosto. Wilmer me afastou de si e caminhou em direção ao meu pai.

- O que quer aqui? - Wilmer perguntou rude.

- Você está com a minha filha e ainda me pergunta o que eu quero aqui, Valderrama? - riu em deboche.

Caminhei mais para perto deles me posicionando atrás de Wilmer.

- Ela não é sua. - Wilmer retrucou entredentes.

- Oras querido, eu senti saudades e apenas quis...vê-la - dito isso ele tentou encostar em mim mas Wilmer o impediu.

- Não ouse encostar um dedo seu nela ou...

- Ou o que? - desafiou. - Acha mesmo que está fazendo certo em arriscar-se por essa vadiazinha? Eu sei toda a sua vida, posso matar toda a sua família em um piscar de olhos, não está à altura de me enfrentar dessa forma - gargalhou.

- Me diga o que quer e nos deixe em paz!

- Eu a quero - finalizou.


WILMER


Estava deitado a cama assistindo minha série favorita quando ouço a porta se abrir, direciono meu olhar até a mesma e vejo minha irmã.

- Oi Liz, onde está Demi? - pergunto.

- Ela foi atender a porta e ainda não voltou - deu de ombros e deitou-se ao meu lado.

- Tudo bem, fique ai que eu vou checar - beijei sua testa e saí do quarto.

Desci as escadas e fui para o lado de fora, caminhei em passos largos pelo jardim e abraçei Demi por trás.

Ela se assustou mas logo retribuiu o abraço.

Fiz um sinal para que John abrisse o portão e Demi me olhou com lágrimas nos olhos.

- Não! - pediu desesperada.

- Calma, Demi - falei cautelosamente.

A porta foi aberta revelando um cara, não muito velho, sorrindo cinicamente para nós. Percebi ela começar a chorar.

Afastei Demi de mim e me aproximei dele.

- O que quer aqui? - perguntei rude.

- Você está com a minha filha e ainda me pergunta o que eu quero aqui, Valderrama? - riu em deboche.

Demi se colocou atrás de mim.

- Ela não é sua. - retruquei.

- Oras querido, eu senti saudades e apenas quis...vê-la - dito isso ele tentou encostar em Demi mas eu o limitei.

- Não ouse encostar um dedo seu nela ou...

- Ou o que? - desafiou. - Acha mesmo que está fazendo certo em arriscar-se por essa vadiazinha? Eu sei toda a sua vida, posso matar toda a sua família em um piscar de olhos, não está à altura de me enfrentar dessa forma - gargalhou.

- Me diga o que quer e nos deixe em paz! - pedi.

- Eu a quero - finalizou.

- Então sinto muito, pois ela você não terá mais - falei firme.

- Eu vou tê-la de volta, espere para ver - dito isso ele partiu.

John nos olhava curioso e assustado com a situação, mandei ele fechar o portão e assim ele fez.

Demi estava estática e não parava de chorar, levei-a pra dentro de casa e fomos para o meu quarto, por sorte, Liz já não estava mais lá e a TV estava desligada, fechei a porta e ela sentou-se na cama.

- Você não precisa se arriscar por mim - ela falou fitando o chão. - Ele é mais perigoso do que você pensa.

- Eu não irei te deixar nas mãos dele sabendo o que ele pode fazer com você, eu prometi que você não voltaria para lá lembra? - perguntei e ela assentiu. - Eu vou te proteger até que eu não possa mais, nena, eu te amo - me ajoelhei em sua frente e ela me olhou.

Seu rosto estava levemente vermelho.

- Eu também te amo - ela sussurrou.

A beijei intensamente e ela retribuiu.

- Vai ficar tudo bem - deitei-a na cama e fiquei por cima dela.

Começei a beijá-la novamente. Minhas mãos passearam pelo seu corpo desenhando sua silhueta logo chegando a barra do vestido florido que ela usava, não demorou muito para que eu me livrasse do mesmo deixando seus seios totalmente expostos a mim.

A beijei carinhosamente e ela retribuiu na mesma intensidade, tratei logo de descer os beijos para seu pescoço, onde dei um belo chupão, fazendo-a arfar.

Ela arranhou meu abdomêm à pedido de mais contato e assim eu fiz, desci até seus seios, massageando enquanto fazia loucuras com o outro.

A beijei novamente e ela retribuiu.

Sem hesitar retirei o tecido rendado que cobria seu paraíso me deixando completamente excitado, meus olhos repletos por luxúria e desejo percorreram por todo seu corpo gravando cada detalhe e consequentemente a deixando tímida.

Sorri para ela, passando conforto.

- Não precisa ficar com vergonha.

Meu sorriso já não cabia mais no rosto.

Voltei a beijá-la, mas dessa vez na parte interna de suas coxas a fazendo arquear as costas implorando por mais contato.

Passei a língua por seu clitóris, ela gemeu alto.

- Molhadinha pra mim - falei rouco.

Chupei sei clitóris e ela gemeu alto ao sentir o contato, introduzi dois dedos em sua vagina e continuei a chupar seu clitóris, ela gemia loucamente por mais contato.

Continuei com os movimentos até perceber que ela estava quase atingindo seu limite, acelerei os movimentos e então parei vendo-a gemer frustrada.

- Porque parou? Odeio quando você faz isso, já é a segunda vez! - choramingou.

Ri baixinho e então retirei minha calças junto com a cueca box preta e fiquei por cima dela na posição mamãe e papai, afastei suas pernas carinhosamente e a penetrei devagar, após entrar totalmente nela começei a me mover lentamentente.

Nossos corpos se moviam em perfeita harmonia, ambos suados e ofegantes, começei a me mover mais rápido , ela tentava abafar os gemidos me beijando mas era em vão, senti uma contração em meu pênis e seu líquido quente escorreu, dei mais algumas estocadas e gozei, retirei meu pênis de dentro dela e deitei ao seu lado ofegando.

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Eu sinceramente odiei esse capítulo mas tudo bem!

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