Lydia acabou de se formar em fisioterapia, conseguiu um emprego em um dos melhores hospitais de São Paulo, mas pra isso teve que deixar suas amigas e sua família para trás. Lá ela reencontra um antigo amor, Dylan. Mas nem tudo serão só flores, ela v...
Dirigi até a academia, pelo lado de fora dava pra ver que hoje haviam bem mais pessoas treinando, talvez nem precisasse trocar nenhuma palavra com Pedro, deixei minha bolsa no carro e desci apenas com minha garrafa de água, ao entrar já dou de cara com aquele imbecil.
Pedro - Olha, não é que a princesa voltou mesmo?
Lydia - Qual é Pedro, vai continuar me chamando de princesa? Me poupe disso!
Deixei ele falando sozinho e fui até o treinador, ele sorriu quando me viu. Treinador - Você voltou mesmo, que bom. Vamos começar dando uns socos já que você é boa nisso, vamos treinar em duplas. Pedro vem cá. Ai não poderia ser serio, eu ia mesmo ter que treinar com ele? Mas como era meu primeiro dia achei melhor não criar caso e aceitei treinar com ele, mas já ia avisar, se ele continuasse me perturbando eu bateria nele de verdade. Peguei as luvas que me entregaram, as vesti e nós trocamos alguns socos, nada que pudesse machucar. Pedro - Se eu tiver indo com muita força você fala que eu mudo a velocidade.
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Como esse cara conseguia me irritar, ainda fazia piadinhas com duplo sentido. Lydia - Esse papinho idiota seu costuma funcionar com as outras garotas? Se funciona pode parar por ai, porque comigo não vai funcionar. Deu pra notar a decepção em seu rosto, ia ser muito difícil treinar com alguém que não para de dar em cima de mim, logo o treinador pediu pra que parássemos. Treinador - Está bom de socos, quero 100 abdominais e 100 flexões pra já. 100 de cada? Percebi que chegaria quebrada em casa, e ainda tinha marcado de jantar com Dylan, se eu desmarcasse com certeza ele iria ficar bravo, já que odeia um não como resposta, já era 17:30 e eu estava me sentindo toda dolorida, só queria um banho e minha cama, hoje o treinador resolveu pegar mais leve e nos dispensou 30 minutos antes do horário, me senti totalmente aliviada, peguei minha garrafa de água e bebi tudo que havia lá dentro, me despedi de todos e fui até meu carro, dessa vez não fui importunada por Pedro, acho que ele entendeu meu recado. Dirigi até em casa, entrei e não havia ninguém, provavelmente Pan estaria com o Gus. Me joguei na cama, queria pelo menos dormir uns 15 minutos, quando assustei já eram 18:45, levantei da cama correndo e fui tomar um banho, já estava quase na hora, escolhi um vestido vermelho decotado nas costas, na altura do joelho, deixei o cabelo solto caindo em meus ombros, como não gostava de joias não usaria nada do tipo, fiz uma maquiagem leve, não gostava de coisas muito extravagantes, o celular vibrou, já eram 19:15 era uma mensagem de texto de Dyll. '' Já estou na portaria head red. '' Nem respondi, rapidamente desci até o saguão, ele estava me esperando em uma limusine. Uma limusine sério que eu iria andar numa limusine? Lydia- Sério isso? Você vai me levar pra jantar numa limusine? Dylan - É a limusine da empresa, não tem problema se eu usar por uma noite. Cheguei próxima a ele e fui recebida com um selinho demorado, eu ainda não acreditava que aquilo estava acontecendo comigo, minha cabeça girou de felicidade, ele abriu a porta do carro para que eu pudesse entrar, e eu respondi com um sorriso. Dylan - Você está linda. Lydia - Obrigada. Entrei na limusine, fiquei admirada com o tamanho, era bem maior do que eu imaginava, já fiquei pensando um monte de coisas, porque ele foi me buscar com um carro desse tamanho? Será que estava pensando em fazer algo dentro do carro? Não me surpreenderia nada se fosse isso, mas eu não estava afim de chegar no restaurante toda descabelada e com a maquiagem borrada. Logo que entrei ele veio atrás de mim, sentando bem próximo, estava com um olhar safado em seu rosto, e logo dei um jeito de afasta-lo. Lydia - Não mesmo, não vou fazer isso dentro do carro indo a um restaurante, quem sabe na volta. O provoquei e mordi seu lábio inferior. Dylan - Você é tão estraga prazeres. Alguns minutos depois paramos em frente ao restaurante, era um local lindo, e parecia ser muito fino, o motorista abriu a porta para que pudéssemos sair, ele segurou minha mão e caminhamos até a porta, parecia ser um restaurante italiano, adorei não ser de comida japonesa, eu odiava comida crua, e se fossem comidas chiques eu não saberia por onde começar, afinal eu vinha de família humilde e não saberia comer esse tipo de coisa, seguimos até a mesa, ele puxou a cadeira para que eu pudesse me sentar, eu sorri e me sentei, logo veio o garçom nos atender. Garçom - Boa noite Sr. Harper, o que deseja?