Uma noite diferente, um dia mais diferente ainda...

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- Senhora ... tem certeza ele está mexendo com uns cara mal encarados- disse o rapaz do caixa.

- Claro que não estou indo ai buscar ele chame um taxi- Ellen pegou sua bolsa e saiu mais uma vez- Marcela avise meus irmãos e ao Ian que já fui.

- Não vai de carona com eles? - Marcela

- Não vou de taxi encontrar outra pessoa eles já sabem que sumo assim as vezes - Ellen saiu da boate e atravessou a rua quando chegou la encontrou Alex batendo no balcão pedindo mais bebida e mal parando em pé.

- Já chega- Ellen

- Voce não foi embora chefe gostosona ,chata e mandona olhaaaa rimou tudo cara sou um poeta de primeira linha- Alex riu - Cadê minha tequila?

- Não eu não fui quanto ele deve- Ellen

- Eu pago as minhas contas passa ai meu cartão a senha é 12- Alex.

Ellen fechou a boca dele com a mão e recolheu o cartão.

- Cade o taxi que pedi- Ellen

- Já está parando ai na porta- disse o rapaz-

Ellen abriu a bolsa retirou uma nota de cem reais.

- Paga?- Ellen

- E tem troco-rapaz.

- Fica para você , que Tequila vagabunda te serviram que deu menos que cem reais duas garrafas- Ellen.

- Deixa eu beber mais uma chefe... o que você está fazendo- Alex vendo ela colocar o braço dele por sobre os ombros.

- Alex cala a boca sim ou não nosso jogo lembra- Ellen

- sim- Alex em meio fio de voz estava perdendo suas forças e sendo arrastado por Ellen para fora, tropeçou nas próprias pernas.

- Otimo- Ellen

- Posso falar uma coisa só- Alex.

-Oq- Ellen batia em algumas mesas ele era pesado para ela.

- Voce está linda essa noite- Alex.

- Obrigada- Ellen ficou sem jeito com tal elogiou mais logo atribuiu tudo a bebida ja que o hálito dele mataria até mesmo um Carvalho.

- Mais te acho linda todo dia- Alex quase caiu em um súbito desmaio.

- Ei seu bêbado- reclamou um cliente.

- Desculpa moço desculpa- Ellen levou ele a trancos e barrancos até o taxi e o jogou no banco de trás, sentou com ele ali mesmo.

- Para onde vamos senhora- disse o motorista.

Ellen não podia leva-lo para sua casa naquele estado, nem entraria com ele em um motel ou hotel daquele jeito estava difícil seu plano era levar Alex até em casa, e depois ir para sua própria casa.

- Alex ... fala seu endereço - Ellen

- R. Epomina 1754 , apartamento 22 próximo ao Metro Carrão - Alex repetiu o endereço mais 35 vezes e Ellen teve certeza que estava no caminho certo, estavam longe da casa dele e o taxi rodou por horas com Alex dormindo ela começou a revistar os bolsos dele e achou a chave.

- Seu namorado dormiu- disse o taxista a comendo com os olhos.

- ele não é meu namorado- Ellen

- Desculpa dona... mais seu marido está mal ... que pena com uma mulher dessas, eu não beberia tanto assim- motorista.
Ela pensou em negar o fato do matrimônio, mais aquele homem estava sendo muito ousado era melhor evitar qualquer confusão quem sabe ele achando que eram casados ficaria calado e a deixaria em paz.

A Dama De GeloHistórias para pegar e não largar. Descubra agora