Olá pessoal! Tudo bem? Peço desculpas pelos erros de digitação. Em menos de 24 horas passamos de 41 visualizações para 52. Agradeço desde já. Gostaria dos comentários positivos ou negativos! Vamos lá, comentem. Estou aguardando bastante ansiosa pelos seus comentários.
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Ainda não acreditava no que meus irmãos haviam feito comigo, e por mais que tentasse explicar, meu pai não entendia, estava tão alegre que estava cego. Falar com meus irmãos não resolveria, eles não iriam desmentir.
- Mamãe, tente entender, ouve um engano, eu não quero me casar, não agora.
- Entendo meu filho, mas você conhece seu pai.
- Fale com ele, por favor. Isto tudo foi uma armação do Alfredo e do André. Tentava de todas as formas mesmo sabendo que não teria sucesso.
- Fique calmo, vou tentar falar com seu pai. Mas, ele só esta preocupado com o futuro de vocês.
Essa era a única preocupação dele o futuro financeiro, não nosso, mais dele, um casamento arranjado com uma família de alto escalão renderiam um bom dote. Todos os meus planos de ir estudar no exterior seria destruído, minha vida seria destruída porque teria que me tornar um homem do campo, barão do café titulo este que não era o que almejava.
- Não quero me casar desta forma, sem nem conhecer a pessoa que vou ter que viver o resto de minha vida.
- Não se preocupe garanto que você conhecerá sua pretendente antes.
- Quem? A prima Flor ou a prima Rosa? Ela me olhou intrigada.
- Eu sei que elas viram passar uns dias aqui conosco.
Ela não me disse nada. Estava feliz. Seu filho se casando com a filha de sua prima e melhor amiga, que a considerava como irmã.
Conhecer talvez não fosse o problema, o problema maior seria amar.
Levantei mais cedo do que deveria, não havia conseguido dormir, ficar deitado só pioraria, ainda estava furioso com meus irmãos. Troquei-me, peguei meu caderno de desenho e o estojo de lápis e desci, ainda estava muito escuro, os escravos ainda nem haviam começado os trabalhos. O tempo estava agradável, tudo de que precisava era de uma boa caminhada, uma boa inspiração para começar a desenhar. Pensei nus cavalos, mamãe ficaria feliz mas teria que esperar o dia amanhecer para poder vê-los. Ao pouco que pude ver a fazenda havia mudado, papai havia mandado construir um estábulo maior, e de longe dava para perceber que a senzala também havia sido aumentada estava o triplo do tamanho, devido o crescimento da fazenda, ele havia comprado mais escravos a maioria homens, ele não gostava de alugar e muito menos pegar emprestado, enchia a boca para falar que tinha muitos escravos e todos de propriedade dele. Alguns deles haviam conseguido comprar a liberdade, mas mesmo assim ainda continuavam trabalhando na fazenda.
Uma figura escura saiu por de trás de uma árvore apontando uma espingarda para mim, não dava para vê-lo direito.
- O que faz aqui fora? Uma voz rouca perguntou.
- Posso saber quem se atreve a apontar uma espingarda para mim? Falei com autoridade.
Um homem saiu da sombra ele tinha aparência velha, de estatura baixa chegou tão perto de mim, que parecia ainda não ter me enxergado, o cano da espingarda apertando em minha cintura.
- Algum problema? Perguntei enquanto ele estava quase que encostando seu rosto no meu, podia sentir o seu forte hálito de álcool.
- Meus Deus! Senhorzinho, não deve andar uma hora dessas pela fazenda. Ele abaixou a espingarda rapidamente. Estava espantado.
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MORENA DE ANGOLA
RomanceMinha doce Rita, escrevo-lhe por que partirei em breve, depois do acontecido eles ficaram mais insistentes e querem me obrigar a casar com a prima Flor. Não se preocupe, não vou me casar com ela porque a única mulher que quero é você, não à outra q...
