(Poema) Marionetes

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No velho parque de diversões,

Ainda estamos presos,

Andando em círculos,

Naquele carrossel de ilusões.

Atingimos o fundo do poço,

Apenas não sabíamos na época,

Trocamos nossos heróis por fantasmas,

E abandonamos nossas crenças pelo medo.

Estamos perdidos naquele aquário,

Vazando de nossas próprias expectativas,

Nadando desesperadamente,

Tentando superar nossas frustrações.

Nossa sorte acabou,

Agora dependemos do cotidiano,

Para continuar seguindo em frente,

Sem nossos amuletos.

Você talvez consiga diferenciar,

O antes e o depois,

Por meio daquilo que éramos,

E queríamos ser.

O que você esperava que fosse acontecer?

Precisávamos amadurecer,

Sem nossos sonhos impossíveis,

E sem nossas bonecas de pano.

Não somos mais marionetes,

Nossos fios foram cortados,

Estamos por nossa conta agora,

Batalhando para nos mantermos vivos lá dentro.

Filosofia De Uma AdolescenteOnde histórias criam vida. Descubra agora