8 de Fevereiro, 9 Cortes
Nem tudo é como nos filmes. Nos filmes tudo se quebra, mas tudo se cola novamente, sendo a cola, as vezes, uma pessoa, um sentimento ou até um gesto. As vezes, nos filmes é preciso apenas isso, mas na realidade é preciso um pouco mais.
Quando as coisas quebram, se estragam ou simplesmente se descolam, é preciso uma razão e é preciso saber a gravidade da razão para saber qual a força da cola precisa. E às vezes, não há cola sufecientemente forte.
O que está em causa é que parece que todos acham que passa, passa os insultos, passa a dor, passa os pensamentos negativos. Mas e se isso for mentira? Se não passar? Comigo passa. Não me lembro dos sentimentos que tive, mas sei dizer, lendo estas folhas e vendo os meus braços, pernas e barriga, que sofri, e muito.
Lembro me de pessoas e de momentos, até dias em que aconteceram com alguma ajuda. Mas não é o mesmo do que acordar descansada como eu gostaria de acordar. Não é o mesmo de acordar e saber se as pessoas que ves de manha te conhecem ou não, não é o mesmo de estar na escola e saber se o deves cumprimentar ou não, se ele ainda estará chateado, se simplesmente esqueceu ou se nunca mais me quer ver à frente.
Hoje, quando estava à porta da sala 27, ele dirigiu se a mim e perguntou me se eu sabia quem ele era. Se sabia a sua cor perferida ou a primeira conversa que tivemos. Perguntou me se eu sabia onde estava ou que aula iriamos ter agora, se eu sabia que tinhamos trabalhos de casa, e se eu os tinha feito. Ele tratou me bem, normal, mas os seus olhos gritavam, mesmo na minha cara, desespero. O desespero que eu mesma tive quando ele me fugiu entre os dedos, há 2 dias atrás.
Após de lhe ter respondido "devidamente" aquelas perguntas, o toque fez se ouvir, fazendo com que eu não ouvisse o que ele me tinha pra dizer. Fazendo com que eu ficasse toda a aula à espera dele, das suas palavras, do seu toque, das suas palavras, de todo os seus jeitos.
Até que um doce toque de um dedo me fez virar para trás, apreciando todo o seu rosto, fazendo com que os meus olhos se perdessem nos dele, e eu sabia que tinha parado de respirar por momentos. Mas não tive tempo sufeciente para dizer alguma coisa, principalmente aquilo que me apetecia mais, "Desculpa".
Ele, com um simples gesto, possou a sua mão no meu rosto, acaraciando o durante 1 segundo, mas o que para mim pareceu uma eternidade. Ele com um simples toque no meu rosto me fez perder os sentidos, mas isso não foi o pior/melhor. O melhor foi quando ele enconstou os meus lábios aos deles, fazendo me sentir como se voa se, fazendo me sentir bem, pela primeira vez desde à 5 anos para cá.
E logo a seguir um "Desculpa" saiu dos Seus lábios.
Agora sei, e espero que esteja certa. Ele Ama-me tal como Eu o Amo.
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OMG! Primeiro beijo, em plena aula! O que acham meus doces? Eles amam se!!!
As perguntas vêm aiii :
1- Porque é que ele fez isto no meio da aula?
2- Acham que alguém vai ver?
3-Acharam o pedido de desculpa dele aceitável c; ?
Ly all my candies s2 s2
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Please, Stop.
Teen FictionO Diário de uma Adolescente. Mary é uma adolescente e tem uma doença. Mary acorda todos os dias sem saber onde está, como se chama ou onde mora. Ela guarda um diário para a ajudar a lembrar da sua vida. Para alem de ser uma rapariga com uma das doen...