Kol Mikaelson - A Aposta // Parte 1 //

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     Já estava sem paciência para aqueles joguinhos, e ele sempre me enrrolando, foi uma aposta, ele deveria cumprir o que havia prometido

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Já estava sem paciência para aqueles joguinhos, e ele sempre me enrrolando, foi uma aposta, ele deveria cumprir o que havia prometido.

Eu e Kol tinhamos uma incrível habilidade de discordar um do outro, era algo natural já.

Eu me dou bem até com Niklaus, mas ninguém é perfeito, e eu estou longe disso, então meu coração teimoso insiste em gostar dele, e daquele sorriso, e aqueles olhos castanhos.

Quando eu ajudei Hayley a trazer os Mikaelson de volta, eu me esqueci que deveria morar com eles, porque segundo Elijah Família é poder, e agora você faz parte da nossa familia, então teria que morar com eles e virar uma bruxa amiga.

Até Klaus me recebeu bem, mas Kol adorava me infernizar, haviamos apostado quem era melhor na cozinha, e a minha comida foi mais elogiada e todos amaram.

O preço da aposta era: Se eu ganhasse ele teria que deixar eu cortar aquele cabelo ridiculo dele e torturá-lo um pouco, ja que ele não morre, e se ele ganhasse, eu teria que servir de empregada pra ele por uma semana, e ele poderia beber do meu sangue uma vez por dia.

Mas, como eu ganhei, ele ficou bravinho e se recusa a deixar eu cortar aquele cabelo ridiculo, e nesse momento, eu estou indo para o seu quarto, para discutirmos novamente, mas dessa vez eu tenho um plano.

- Educação mandou lembrança - ele disse assim que eu entrei em seu quarto sem bater - O que faz aqui bruxinha ?

- Tinhamos um acordo amor - disse sorrindo e trancando a porta com magia - E eu vim para pegar o premio .

Ele estava com um meio sorriso debochado, e com um gesto de mão seu pescoço quebrou, ele caiu no chão e eu ri, arastei uma cadeira para o meio do quarto e levitei ele, fazendo-o sentar na cadeira.

Eu sabia que uma simples corda não iria prende-lo, então usei magia para ele ficar imovel na cadeira, separei as tesouras, facas e objetos cortantes que peguei emprestado com Nikalus, que nem perguntou porque eu queria, só me entregou rindo e disse para eu devolver limpo.

Dei alguns tapinhas no rosto dele e ele acordou, me olhou meio assustado e eu ri, ele tentou se livrar, mas minha magia era muito poderosa.

- Sabe, se eu não fosse ser torturado acharia isso excitante e sexy, só faltou você estar só de lingerie amor - o imbecil porém muito atraente disse com um sorriso malicioso e piscou pra mim, e eu ri.

- Não iria fazer diferença, você não poderia me tocar mesmo - disse e ele fechou a cara - mas as coisas vão ficar mais interessantes baby, você vai adorar.

Minha cara deveria estar igual ao Klaus com raiva, porque ele deu uma estremecida, peguei uma tesoura e olhei bem, cheguei perto dele e sussurei em seu ouvido:

- Prometo pegar leve amor - e mordi o lóbulo de sua orelha e com a tesoura, cortei sua blusa, passando em seu peitoral, fazendo pequenos cortes nele, que cicatrizavam rapidamente.

Me sentei em seu colo, uma perna de cada lado, peguei um pouco do cabelo dele e cortei, seus olhos não se desviavam dos meus, e eu sentia sua respiração.

- Eu achei que seria uma tortura, mas está sendo até excitante - ele disse rindo e eu sorri, olhei bem nos olhos dele e falei:

- Vai ser uma tortura - falei, passando a mão livre da tesoura no ombro dele, massageando e apertando levemente - Você vai ver e sentir, mas não vai poder tocar.

Com um sorriso sapeca, sentei mais pra cima no colo dele, sentindo seu membro dando sinal de vida, peguei mais um pouco do cabele dele e corte, jogando no chão.

- Acho que não esta ficando legal, vamos olhar por trás - disse e me levantei, fui para o lado de trás e cortei boa parte do cabelo, eu sabia cortar cabelo, afinal, já havia trabalhado em um salão quando era mais nova, antes de sem querer botar fogo em um cliente.

- Quando isso vai acabar? Eu não tenho o dia todo pra ficar aqui - ele cantarolou e eu revirei os olhos.

- Vai acabar quando eu quiser - disse e fingi pensar, indo na mesinha dos objetos de tortura e escolhendo um canivete fino - Ou quando a gente transar, ainda não decidi - disse e ele sorriu.

- Você só esta querendo usar meu corpinho sexy - disse como se fosse um protesto - Gostei, seria aonda melhor se eu pudesse me mexer.

- O legal é isso, ver você tentando se mexer e não podendo - disse e soltei uma risada sapeca - Pode apostar, no final da noite você vai estar implorando para me tocar - disse e ele sorriu revirando os olhos e mordendo o lábio.

Passei o canivete em seu braço, vendo ele fazer careta, decidi esquentar mais as coisa, e fiz sua calça virar pó, o deixando só de box.

Ele estava completamente duro, e eu estava completamente excitada, decidi continuar o corte de cabelo, afinal, eu queria ter uma desculpa para sentar nele.

Peguei a tesoura e disse, olhando diretamente para seus olhos castanhos, que me encantavam, e agora exalavam desejo.

Era vidente que ele queria se soltar dali logo, então pra completo desespero dele, eu tirei meu shorts, ficando apenas com a calcinha preta e uma blusa curtinha.

- Acho que ainda falta a a parte de cá para cortar - disse me sentando em seu colo, sentindo seu volume contra a minha intimidade, eu ja etava completamente molhada, então, cortei a parte que faltava e rebolei um pouco em se colo, sentindo ele, que gemeu e fechou os olhos.

Comecei a beijar seu pescoço, vendo ele se arrepiar, ele tentava se soltar, mas era inuil, eu adorei vendo ele naquele sofrimento, enterrei minha cabeça na curva do seu pescoço e ri.

- De todas as torturas da minha vida, essa está sendo a pior - ele disse me encarando, seus olhos faíscavam desejo - Espero que esteja se divertindo muito, porque quando eu sair daqui você vai ver...... e gemer.

Ele disse com aquele sorrisinho perverso, ainda tentando se soltar.

- Estou me divertindo muito, na verdade eu estou adorando ver você sofrendo e tentando se soltar - disse e mordi a pontinha de sua orelha- vamos deixar as coisas mais divertidas.

Soltei uma mão dele, que rápidamente segurou minha bunda, me pressionando contra si, selei nossos lábios, em um beijo cheio de desejo, minhas mãs o puxavam mais pra mim, e sua mão apertava minha bunda e pressionava minha cintura contra si, me fazendo rebolar em seu colo.

- Se eu soubesse que esse seria o preço da aposta, eu nem teria negado quando você tentou cortar meu cabelo antes - ele disse quando afastei meus lábios dos dele.

- Considere isso um bônus, eu queria te torturar, e estou conseguindo - sorri perversa e continuei a provocá-lo.

Depois de mais um tempo nesse joguinho, sai de seu colo e coloquei meu shorts, limpei com magia as facas do Nik e fui saindo do quarto.

- Ei, onde você vai? Vai mesmo me deixar assim? - ele perguntou se referindo ao seu estado atual.

- Eu ja te torturei e cortei seu cabelo - fingi pensar enquanto ele me encarava com a expressão indignada - Acho que já esta bom - sai de lá ouvimdo seus gritos dizendo que eu não podia fazer isso com ele.

A ultima coisa que eu escultei foi: " Quando eu sair daqui você vai ver " .

Estou ansiova pra ver, e até sentir também.

KKKJ, sério, eu ri muito escrevendo isso....

Beijos peoples, não se esqueçam de votar e comentar.

Iludida? Always - ImaginesHistórias para pegar e não largar. Descubra agora