(( Capítulo 8 ))
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Dionísio não conseguiu dizer tudo que queria, não aguentava mais ter-la ali tão próxima da sua boca e não beija-la.
Assim que... A beijou, a beijou com fome, com desespero. Um beijo retribuiu por Refugio...
Dionisio e Refugio não conseguiam se separar e continuaram a se beijar.
Dionísio deslizava sua mão sobre as costas de Refugio enquanto Refugio estava agarrada em seu pescoço. Dionísio começou a beijar o pescoço de Refugio onde a mesma não conseguia disfarçar o quanto sentia desejo por aquele homem tão grande e forte.
Quando Dionísio desceu seus beijos próximo ao seio de Refugio... 😏
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Ela o empurrou, saindo de seus braços . 😒
Refugio _ - Não. - (com a mão na boca). - Não posso. - (olhando fundo nos olhos de Dionísio).
Dionísio_ - Perdão Refugio, eu... Perdão ! - (tentando acalmar a respiração). - Vamos ! Te levo.
Refugio_ - Não. - (foi dura). - Não será necessário.
- Refugio saiu dali não conseguia olhar para Dionísio, estava com vergonha, não vergonha do beijo, e sim, vergonha do que poderia acontecer se não tivesse interrompido o beijo.
Ao sair dali Refugio pegou um ônibus e foi para casa. Durante o caminho ela não conseguia parar de pensar em Dionísio.
Dionísio também não conseguia parar de pensar em Refugio e prometeu para si mesmo que iria conquista-lá.
Ao chegar em casa Refugio se deparou com Patrício sentado no sofá, esperando por ela.
Refugio_ - Patrício ! - (falou friamente).
Patrício_ - Quero que não volte aquela casa. - (levantando-se e ficando frente a mãe).
Refugio_ - Por que não ?
Patrício_ - Porque o escritório onde vou fazer a entrevista... É o escritório do seu patrão.
Refugio_ - E o que tem isso filho ? - (tentando não mostrar que estava surpresa).
Patrício_ - Mamãe, estou saindo com Olga. - (mentiu).
Refugio_ - Que ? Com Olga ?
Patrício_- Sim, mamãe. E não quero que ela descubra que moro nesse inferno de vila. Então peça demissão e não volte lá nunca mais. - (saindo).
Refugio_ - Espera filho, onde vai ?
Patrício_ - Vou dormir na casa de Rodolfo. Temos um trabalho para apresentar amanhã e ... - (saiu).
Refugio_ - Patrício !
_ Casa Refugio _
Noite
- Refugio estava em casa com Ignácio, quando ouviu tocarem na porta .
Ignácio_ - Pode deixar chefa. - (levantando-se). - Você ? - (falou ao abrir a porta).
X_ - Sim . - (sorriu). - E onde está sua mãe ?
Ignácio_ - Ô chefa ! - (chamou a mãe). - Visita para a senhora.
- Refugio foi até a porta saber quem era.
Refugio_ - Polo ? - (sorriu).
Polo_ - Posso entrar ?
Refugio_ - Sim, claro que sim. Vem. Passe. Passe.
Polo_ - Obrigado !
Refugio_- E quando você chegou ?
Polo_ - Sinceramente ? - (sorriu). - Agora a pouco . Vim direto aqui ver como estava, por isso não vou demorar muito, tenho que desfazer as malas e ... Na verdade estou cansado ... - (sorriu).
Refugio_ - E como foi lá ? - (sorriu).
Apolo_ - Bem... Gostaria de convida-la para um cafézinho amanhã, assim poderemos conversar melhor, o que acha ?
Refugio_ - Sim, claro que sim.
- Apolinar e Refugio conversaram por um bom tempo até que ele decidiu ir-se. Refugio o levou até a porta e quando abriu se deparou com Dionísio.
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O Poder dos teus Olhos ((TEKILA))
Diversos_Pareja Tekila_ Dionísio Ferrer_ é um arquiteto muito rico, mulherengo, frio e rancoroso. Não mede as palavras antes de usa- las e sinceramente, não se importava se magoava ou não, alguém . Refugio Chavero_ mulher pobre, nobre e humilde. Está semp...
