Ela ainda tentava raciocinar, mas antes disso, a imensidão do gosto da boca do rapaz atrapalhava qualquer raciocínio.
O beijo não ficou calmo por muito tempo. Afinal, era ChatNoir.
E foi isso que a fez interromper o beijo, retomando o fôlego.
Marinette: ...O que está fazendo? -Perguntou em um fio de voz. Olhando para seus pés.
ChatNoir: Eu... eu não sei... -Admitiu. Rindo sem humor. -Talvez, eu..
Marinette: Ah, claro. Eu acho que já entendi, não precisa explicar. -Se afastou por completo.
ChatNoir: Não, Marinette. Você entendeu errado. Eu jamais me aproveitaria de você. -Se aproximou.
Marinette: Então o que foi isso? -Cruzou os braços.
Ele pareceu sem fala.
Marinette: Não me leve a mal, Chat. Mas acho melhor você ir. -Limpou a garganta.
ChatNoir: ...Tudo bem. Me desculpe. -Pressionou os lábios. Saindo do quarto pela porta.
Marinette suspirou, passando as mãos pelo rosto freneticamente. O que aconteceu agora? Porque isso aconteceu?
Ela foi até a sala, lentamente. Notando sua janela aberta.
Ela se sentou no estofado, e encostou a cabeça no vidro. Inspirava e expirava. Pensava. Se arrependia... e ao mesmo tempo se repreendia por ter se entregado tão facilmente a um simples beijo. De seu parceiro de trabalho por anos. Isso não mexeria com ela.
Ela fechou seus olhos. Respirando fundo.
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Em uma madrugada fria e gelada, uma silhueta caminhava perdida mentalmente. Ele pousou em um prédio de frente a Torre Eiffel e a praça logo antes.
Não se incomodava com o frio. Não se incomodava com os cabelos sendo levados suavemente pelo vento gélido. Sua mente vagava longe dali, muito longe.
Marinette estaria mexendo com ele a ponto de desejar tanto sua boca?! Sua presença, seu cheiro, seus costumes... não teria jeito, teria que parar. Parar de vê-la, caso contrário, não se controlaria como antes. Como agora. Afinal, se estivesse em sua forma normal, jamais a teria feito passar por este desconforto por um desejo seu.
Esse, foi um pensamento bastante longe. Mal deu atenção a ele. Não estava como o loiro certinho e respeitoso, isso era fato. E até hoje quando se transformava, ainda não conseguia controlar ou dividir seus desejos de sua sanidade. Mas o grande porém era: Porque Marinette estava misturado a eles? Á ambas as partes?
Ele tinha a resposta para esta pergunta. E preferia deixar como está. Assim evitaria qualquer besteira.
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Alya: Massa confere, recheio da massa confere, ingredientes pra sobremesa confere, e vinho confere. -Disse, riscando o papel.
Marinette: Ainda falta alguma coisa... -Disse, fitando o carrinho com as compras.
Alya: Na lista já riscamos tudo...
Marinette: O molho! -Se virou de costas, e se esticou para pega-lo em uma prateleira mais alta. -Tudo confere.
Alya: Então vamos. -Começou a mover o carrinho na direção do caixa. -Tem certeza que não quer ajuda com o jantar?
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Destinos Entrelaçados
Fiksi PenggemarVocê nunca deveria ter me esquecido Sabe que sou sensível Me abalo Minha mente lhe esqueceu Mas isso não ajudou em nada Do que basta a cabeça entender Se o coração falha. Agora, me diga o que lhe incomoda O que lhe tira o sono durante a noite O que...
