Marinette ajeitava suas malas sem pressa. Postas encima da cama, dobrando as últimas peças que faltavam.
Uma buzina a desperta. Ela vai até a janela, e reconhece o carro de seus amigos.
Ela se apressa. Coloca alça no ombro, e arrasta as outras duas consigo.
Xxx: Senhorita Marinette, não quer... -Se coloca de pé para ajudar.
Marinette: Não, Ral. Obrigada. -O dispensa rapidamente, arrastando mais rapidamente suas coisas até o carro.
Nino abre o porta malas, e a ajuda a colocar tudo. Ambos entram no carro em seguida.
Alya: Oi, Mari. -Se vira para trás. Sorrindo fechado.
Marinette: Oi. -Força um sorriso de canto.
Alya: E então... -Sua voz baixa não apresentava animação. Mas uma parcela de incentivo. -Pronta pra conhecer a Espanha?
Marinette leva seu olhar morto à ela.
Marinette: Não iria se não fosse necessário. -Diz, fraca. Levando sua atenção a janela.
Alya: Eu não entendo. Você não está em condições de ir! -Eleva a voz.
Nino: Alya... -Suspira pesado. Concentrado na rua.
Marinette: Você quer eu eu faça o que?! Deixe Gabriel viajando enquanto eu faço moradia naquele hospital? -Igualmente eleva, com sua parcela de raiva. -O senhor Agreste precisa de mim. Me prometeu mandar notícias todos os dias. -Sua última frase saiu embargada. Fungando, ela não se deixou abalar exteriormente.
Alya respira fundo, retomando a postura em seu banco. O resto da viagem foi desse jeito.
Assim que Nino parou o carro, tirou seu cinto, e intercalou o olhar entre as duas.
Nino: É que horas mesmo seu vôo, Mari?
Marinette: As oito.
Ele olha brevemente em seu relógio.
Nino: Tudo bem. Eu e Alya te esperamos na recepção. -Ele diz brevemente. Destravando o carro.
Eles saem, e caminham até a entrada do hospital. Era um dia nublado, sem cor e com grandes possibilidades de chuva. Mas para Marinette, isso não fazia diferença uma vez que não tinha mais tanto interesse nas coisas a seu redor a quase um mês completo.
Eles entram no hospital, e alguns dos funcionários -principalmente a recepcionista- já os conhecia. Por isso não houve mais que uma troca de "bom dia" antes dos crachás de visitantes serem entregues.
No caminho do corredor branco e gélido, eles se deparam com a pessoa que viam mais do que os médicos ali. Alya e Nino ficaram, e se sentaram, enquanto Marinette se aproximava de seu chefe na porta do quarto de Adrien.
Marinette: Senhor Agreste. -Funga após cumprimentá-lo. Segurando as lágrimas que o brilho de seus olhos armazenava.
Gabriel: Marinette. -Responde da mesma maneira. Abalado. Gabriel Agreste tinha se tornado um novo homem, durante aqueles longos dias. Dormia no hospital. Deixou Nathalie no comando de tudo, e qualquer informação que não fosse a de seu filho ele não queria saber. Mas teria que continuar tocando a marca, e a notícia que abalou a todos não desceu no desenvolvimento dos negócios. O Agreste mais velho igualmente não permitirá isso. -Está tudo pronto para sua viagem?
Marinette: Está tudo em ordem, senhor. -Responde. Abaixando seu olhar.
Gabriel analisa sua expressão corporal.
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Destinos Entrelaçados
Fiksi PenggemarVocê nunca deveria ter me esquecido Sabe que sou sensível Me abalo Minha mente lhe esqueceu Mas isso não ajudou em nada Do que basta a cabeça entender Se o coração falha. Agora, me diga o que lhe incomoda O que lhe tira o sono durante a noite O que...
