Uma semana lenta havia se passado. Nossa dupla de heróis virou um trio permanente, e todos de Paris já conhecem a habilidade em salvar as pessoas de Volpina. Ela, oficialmente, havia se tornado uma heroína na visão do povo. Alya e Nino estavam concentrados no trabalho, e para seu azar, não conseguiram uma única folga a não ser para descansar. Marinette saía de casa cedo para ajudar seus pais na padaria, e quando não podia, trabalhava em novas encomendas de modelitos. Adrien estava com trabalho dobrado: novos contratos com revistas, viagens de curto período, tratar dos assuntos do concurso, enfim... tudo o que poderia ser dito, é que eles mal tem tempo para sequer participar desta história.
Mas, isso não nos impede de dar uma espiadinha, não? ...
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Adrien saiu do banheiro, com o cabelo ainda pingando. Ele caminhou pelo quarto, até ter a vista de sua extensa janela.
Plagg: Pensando, é? -Se aproximou, dando de ombros.
Adrien: Como sempre... -Suspirou.
Plagg: Hum... porque eu ainda me assusto com isso?! -Murmurou. Flutuando até o outro lado do quarto.
Adrien não prestou a atenção no kwami, e continuou observando a vista iluminada no meio da escuridão de Paris. Estava pensativo. Já fazia um bom tempo que não saía com seus amigos para relaxar... mas uma em questão não o deixou relaxado devido sua ausência. Estranhou, mas enfim aceitou.
Adrien: Plagg, vamos dar uma volta.
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ChatNoir pulou sem cerimônia na varanda em cima de uma padaria em Paris, mas de longe havia notado todas as luzes apagadas. Menos do estabelecimento logo embaixo.
Bateu a mão na testa. Ela havia se mudado...
Pensou no próximo passo, e sorriu travesso com a ideia que teve. Sem mais delongas, ele desceu até a padaria, e entrou como um mero cliente despreocupado.
Tom deu uma rápida olhada na porta, voltando a seus afazeres. Mas, olhou de novo para confirmar o que viu.
Tom: ChatNoir?! -Arregalou os olhos em surpresa. -Mas vejam só. O herói de Paris na minha loja.
ChatNoir: É de se esperar, vendo que esta é a melhor da região. -Sorriu de canto.
Sabine apareceu logo em seguida, e interrompeu os próprios passos quando viu quem conversava com seu marido.
Ela olhou para Tom em confusão, antes de se aproximar do herói.
Sabine: Oh meu Deus, você... você é ChatNoir. -Apertou sua mão freneticamente. O gato riu leve com sua agitação. -Mas o que está fazendo aqui? Algum akumatizado nas ruas?
ChatNoir: Não, não. Por hoje, apenas uma ronda básica. -Pousou uma mão na cintura. -Mas eu não resisto a uma sobremesa. Poderiam me ver meia dúzia de croissants, por favor?
Tom: É pra já! -Disse, se afastando. -Bob nunca vai acreditar... -Murmurou.
Sabine se colocou atrás do balcão, preparando uma caixa.
ChatNoir estendeu o dinheiro, mas a mulher recusou.
Sabine: Por favor, deixe por conta da casa. É o mínimo por ter salvo Paris tantas vezes.
ChatNoir sorriu.
ChatNoir: Eu insisto. Afinal, é o que posso fazer por ter matado minha fome tantas vezes. -Sabine riu.
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Destinos Entrelaçados
Fiksi PenggemarVocê nunca deveria ter me esquecido Sabe que sou sensível Me abalo Minha mente lhe esqueceu Mas isso não ajudou em nada Do que basta a cabeça entender Se o coração falha. Agora, me diga o que lhe incomoda O que lhe tira o sono durante a noite O que...
