Capítulo IV - O Prisioneiro Errado

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— Está tudo perfeito

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— Está tudo perfeito. — Eu sorri satisfeito.

O quarto estava limpo e arrumado como há muito eu não via nenhum. Havia mandado prepararem o melhor quarto da ala oposta à minha. Por mais que tivesse esperança de desfazer o feitiço, eu não queria deixar nenhuma pessoa chegar perto da rosa. Sabia o quanto mulheres eram curiosas, não sei o que faria caso ela ousasse tocar o símbolo de minha maldição.

Eu também não queria que ela tivesse medo de mim. Lumière me disse que eu deveria conquistá-la aos poucos, ou minha aparência intimidadora poderia estragar os nossos planos. Eu deveria ser educado, polido, cortês. Deveria me lembrar da época que a etiqueta ainda fazia parte de minha vida. A época antes que eu me tornasse essa... besta.

Um empregado veio até mim, meu mensageiro, agora transformado em uma corneta. Ele se anunciou com o maldito toque estridente do instrumento, e eu me contive para não amassar seu corpo metálico por aquele exagero.

— A convidada chegou!

Esforcei-me para conter a minha euforia. Eu não imaginava que ela chegasse tão rápido, na verdade, estava me preparando para ter que ir buscá-la eu mesmo, eu não esperava que aquele intruso e sua família entrassem em um consenso tão rápido.

— Mande Limière e Horloge receberem-na! — Mandei e me apressei de volta ao meu quarto. Eu precisava estar apresentável para a convidada.

 Eu precisava estar apresentável para a convidada

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A Maldição de VilleneuveOnde histórias criam vida. Descubra agora