Capítulo 4

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Oi amores, mais um capitulo para vocês, com muitas mudanças eu diria. Quero saber o feedback de vocês que leram a versão antiga e continuam aqui, o que estão achando das mundanças?

E de vocês que chegaram agora, o que estão achando? 

Deixem sugestões e criticas construivas...

Tenham uma ótima leitura.

Att: Nicolly Malaggi.

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Quando acordei naquele lugar minha visão estava turva.

Minha cabeça rodando.

E o pior estava tudo escuro.

Tentei levantar na hora, mas veio uma forte dor em meu corpo que me fez voltar ao chão.

Foi ai que me lembrei de tudo o que aconteceu.

Mas não vou pensar nisso agora preciso sair daqui.

Me levantei de vagar ficando em pé com dificuldade, tentei ao máximo focar minha visão.

Foi quando vi algumas luzes não tão distantes do local onde eu estava.

Segui as luzes que passavam a todo momento.

Mesmo um pouco andando e um pouco me arrastando meu corpo que estava doendo tanto.

Quando finalmente cheguei na beira do asfalto tudo ficou escuro e eu desmaiei, achei que não sobreviveria!

Mas quando acordei estava em um hospital rodeada por enfermeiras e médicos.

Como vim parar aqui?

Quem me trouxe?

-Olá eu sou o doutor Eduardo Martins - Um médico de cabelos grisalhos vem falar comigo.

-Como eu vim parar aqui? Onde eu estou?-Pergunto meio atordoada.

-Um casal deu entrada na emergência com você, mas já foram. Você está no Hospital Metropolitano. Ainda sente dor?-Ele me pergunta e quando ele fala 'dor' vem um turbilhão de imagens na minha cabeça e me sinto tão abandonada. - Você está se sentindo bem?- O medico me tira de meus pensamentos.

-Não sei, .... tem como eu ligar para alguém?-

-Você pode usar o telefone do quarto, está bem ao seu lado senhorita...??-Ele pergunta meu nome.

-Amanda... Amanda Telles.-

-Muito bem... vou lhe deixar sozinha agora mas volto logo para examinar você novamente e conversarmos. - Ele me informa.

-Tudo bem. - Digo e assim que ele sai do quarto pego o telefone e ligo para meu pai, não aguento ficar mais sozinha.

Ligo para ele, mas não me atende, tento novamente e nada.

Ai senhor me ajude!

Tento de novo está chamando até que finalmente ele atende.

-Alô? Quem é?- Agora que lembrei que não é meu número.

-Oi pai.. sou eu Amanda- Digo pensando no que vou falar para ele.

-Oi meu amor, eu estava tão preocupado com você – a voz dele está embargada – até a polícia está atrás de você, que número é esse? - Me dá um nó na garganta só de lembrar que ele só chorou quando minha mãe faleceu.

-O senhor pode vir me pegar aqui no Hospital Metropolitano? -

-Por que você esta ai? Esta bem? O que aconteceu? -

Descobrindo-meHistórias para pegar e não largar. Descubra agora