Henry, o garoto mais popular da escola, rodeado de meninas padrão e boçais. Ele é uma grande tentação, mas será que vale a pena correr o risco de perder minha melhor amizade por ele?
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Acordo sentindo sol da janela clareando minha visão. Me levanto e suspiro, ao lembrar tudo o que aconteceu na noite anterior. Olho para o lado, e não vejo mais o Henry na cama. Claro, ele só foi legal comigo por causa do que aconteceu. Hoje ele iria voltar a ser o mesmo idiota de antes.
Fico pensando nas provocações entre nós dois ontem, confesso que nunca tinha sentido aquilo, eu estava digamos que, excitada. Balanço a cabeça, fazendo todos os pensamentos sumirem.
Vou para o banheiro, faço minhas higienes matinais e tomo um banho demorado. Após sair do banho, vou até minha bolsa e procuro uma roupa. Depois de quase umas meia hora, consigo achar uma roupa que me agrade. Hoje eu vou almoçar fora e depois vou para o Shopping, comprar umas coisas e vê se as memórias da noite passada vão embora, pelo menos por alguns minutos. Eu já estou começando a esquecer um pouco, não é uma coisa que acontece com todo mundo, mas hoje em dia e normal acontecer. Também não posso ficar fazendo drama, já passou!
Coloco minha roupa, passo babyliss no cabelo e coloco um salto meio baixinho.
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Após me arrumar, pego minha bolsa, e todos os pertences que eu uso no dia a dia (Rímel, Batom, Absorvente, celular, dinheiro e óculos de sol).
Levo meu celular na mão e os outros pertences na bolsinha de lado. Quando eu sair do shopping, vou me encontrar com a minha amiga, a Mary e iremos voltar para a casa dela.
Graças a Deus! Ela me chama para ir para a casa dela e sai. Me deixa com esse irmão dela super gostoso e pervertido. Mas se bem que ela teve um bom motivo, dessa vez vou deixar passar. Vou ao shopping, faço várias compras, não sei como estou aguentando levar essas sacolas toda. Eu iria em um restaurante, mas resolvi comer lá na praça de alimentação mesmo. Após comer, pago e vou andando para sair do shopping.
Me enrolei um pouco com algumas sacolas, mas consegui carregar. Fiquei esperando a Mary em uma rua que ela disse que iria passar, e ela estava demorando muito. Então resolvi ligar para ela, com um pouco de dificuldade, pego o celular e disco o número dela.
- Mas que merda, cadê tu? Estou aqui vai fazer uns 20 minutos, e você ainda não chegou. - Reviro os olhos.
- Calma, mamãe! Já estou chegando. - Ela diz.
- Você tem 10 minutos para chegar aqui. - falo
- Mas ... - ela tenta falar, mas eu a interrompo.
- 10 minutos e não se fala mais nisso! - falo e desligo o celular.
Depois de uns 9 minutos ela chega, e fica surpresa com a quantidade de sacolas.
- Minha filha, você comprou o shopping, foi? -- Ela fala e me ajuda com as sacolas.
- Ah, fiz apenas umas comprinhas... -- falo
- Ata, umas comprinhas... -- ela fala e revira os olhos
- Quando a gente chegar em casa, tenho uma coisa para te contar. E nem adianta pedir para falar agora, por que eu já chamei o Uber e só vou falar quando chegarmos em casa! - falo e ela revira os olhos, mas assenti.
Após alguns minutos o Uber chegou, colocamos as coisas na mala e fomos para a casa dela. Ao chegar lá, paguei ao homem e entramos com as sacolas. O irmão dela estava só de bermuda assistindo a tv, e quando viu a gente, nos olhou com cara de espanto.
- Puta que pariu, vocês tem problemas? -- Ele diz espantado com a quantiadade se sacolas e se ajeita no sofá, rapidamente eu e a Mary nos sentamos.
- Eu fui ao shopping, aproveitei para comprar umas coisinhas... -- Falo e sorrio
- Deus me livre, ainda bem que a Mary tem seu próprio dinheiro, se não era capaz dela me falir. Se todas as mulheres são assim, eu nunca quero casar em toda minha vida. -- Ele fala e volta a olhar para a tv
- Sim, amig... -- Ea tenta falar e eu interrompo com um beliscão na coxa dela. Quando ela fala assim, já sei que é para perguntar sobre alguma coisa, e essa coisa que ela iria perguntar, envolvia o irmão dela, e eu não queria que ele soubesse.
- Aí sua louca! -- Ela diz e dá um tapa na minha cabeça.
- Amiga, eu vou subindo, vamos? -- Falo me levantando e me curvo para pegar as sacolas.
- Vai lá, vou vê alguma coisa para comer, depois chego lá. -- Ela se levanta e vai indo em direção a cozinha.
- Quer ajuda com as sacolas? -- Henry pergunta e eu olho para ele.
- Pode ser. -- Aceito a ajuda dele, sorrio sem mostrar os dentes, pego umas sacolas e ele pega outras.
Subimos e eu coloco as sacolas no canto do quarto, ele coloca as sacolas que ele subiu ao lado da minha e eu sorri
- Obrigada! - Agradeço gentilmente pela sua ajuda e pelo o que aconteceu ontem.
- Ele nada. - ele fala e sorri
- Não por isso. - Digo e pago de doida completamente com todas as provocações de ontem.
- Eelaxa, se precisar, pode me chamar. Ninguém vai mexer com você. -- Ele fala e eu sorrio fraco.
Me viro para colocar meu celular para carregar, quando sinto alguém atrás de mim e viro rapidamente.
- Eu nunca suportaria a ideia de alguém machucar você, de alguém beija-la ou toca-la. -- Ele fala
Isso realmente estava me assustando, isso é muito coisa de gente obcecada e psicopata.
Fico olhando em seus olhos sem falar nada, eu estou sem reação. É como se eu estivesse gostando disso, como se eu o quisesse perto de mim e quanto mais perto seria melhor. Quando vi que já estávamos próximos demais, ao ponto de sentir sua respiração eu tentei cortar o clima.
- M-mas o que acha que está fazendo? -- Falo tentando quebrar o clima, se ele ficasse por muito tempo próximo de mim eu seria capaz de fazer uma loucura. É possível sentir seus lábios pertos dos meus, é uma sensação muito tentadora.
- Eu sou louco por você, desde o primeiro dia que te vi. Mesmo você sendo aquela pirralha pequena, chata e birrenta eu sabia que sentiria algo por você. Você tem um poder inexplicável sobre mim. - Ele fala.
- Para com isso, mano. - Falo
Eu sei que você sente algo por mim, você gagueja quando tá perto de mim, fica sem reação... Eu percebo isso, você só está lutando contra o desejo do seu corpo. -- Ele fala e aperta mais seu corpo contra o meu.
- Eu sei o que você sente, eu sei que você quer. -- Ele fala passando os dedo sobre meus lábios.
- Para com isso, Henry. Você é o irmão da minha melhor amiga, e ainda por cima é de maior. -- Falo
- Isso não seria obstáculo nenhum. - Ele fala e dá um sorrisinho cínico de lado. E puta que pariu, QUE SORRISO!
- M-ma... - Tennto falar mas não consigo, ele vem aproximando mais seu rosto na tentativa de me beijar e eu já estava quase cedendo, mas ouço barulho de alguém subindo as escadas, então me separo dele rapidamente e dou um suspiro de alívio.
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E esse foi mais um capítulo, minhas amoras! Espero que tenham gostado, um beijão!