{ADAPTAÇÃO AUTORIZADA }
Onde Ludmilla Oliveira é uma mulher casada que acaba se envolvendo mais do que deveria com uma garota de 16 anos.
Obs: Essa fanfic é G!P (interssexual).
Estou fazendo uma adaptação, todos os créditos á autora original e a pos...
Lembrete importante, as atualizações serão nas terças e sábado! !!
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Depois de Renatinho ir com Lari para o armário, onde passaram três minutos se beijando — tarefa sorteada para eles — a rodada recomeçou, mais uma vez.
Dessa vez Brunna foi a primeira a sortear e meu coração quase falhou uma batida de ansiedade e nervosismo. Eu queria que ela me tirasse, mas tinha medo do que poderia sair a seguir e de eu querer fazer para ela qualquer tarefa que me fosse passada.
E quando o meu nome escapou pela sua boca, mais baixo do que o seu tom normal, tive que me conter para não abrir um sorriso.
— Beijo na boca — ela informou, lendo o papel rapidamente e logo o devolveu ao saquinho.
No segundo seguinte às suas palavras chegarem ao meu ouvido, eu já nos imaginava dentro daquele armário, minha boca cobrindo a sua, sentindo o sabor daqueles lábios que há apenas alguns minutos tinham sido os responsáveis por me deixar excitada.
Não sabia o que estava acontecendo comigo. Nunca tinha traído Julia antes, embora oportunidade não tenha faltado, com tantas enfermeiras, médicas e até algumas pacientes que viviam dando em cima de mim no hospital. Mas parecia haver algo em Brunna que me impedia de pensar de forma racional.
Levantei em silêncio, pegando a minha dose de vodca que Yris me estendeu. Mas logo depois de virar o líquido, levei a garrafa de cerveja à boca, despejando nela toda a vodca antes que uma gota sequer descesse pela minha garganta. Talvez eu estivesse sendo idiota em não querer ficar bêbada aquela noite. Meu lado cego dizia que aquilo era a coisa mais sensata a se fazer, com tantos adolescentes na casa interessados apenas em se embriagar além do permitido. Outra parte de mim também dizia que se havia a mínima tentação me rodeando, tornando uma traição à Julia possível, então o melhor a fazer era mesmo ficar sóbria, para ser mais forte e resistir. No entanto, eu sabia que isso era apenas a minha mente querendo me ludibriar. O que eu queria, na verdade, era estar totalmente consciente quando sentisse o sabor daqueles lábios, porque algo me dizia que seria algo que eu gostaria de lembrar para sempre.
Mais uma vez acompanhei Brunna até o armário, abrindo a porta para ela e a fechei depois de entrar também.
— A senhora não precisa fazer isso, Dra. Oliveira — ela falou num sussurro, seu rosto voltando a corar.
— Mas eu quero — retruquei também num tom baixo, já começando a ficar rouca de ansiedade. Levei uma mão ao seu rosto, acariciando a pele macia, e então a levei para sua nuca, mantendo-a parada no lugar.
— Posso?
— A senhora é casada.
— Eu sei, Brunna — falei, me sentindo meio impaciente, logo cobrindo sua boca com a minha.