Meu amor| conhecendo os sogros| confusão

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Capítulo contém agressão contra mulher, em respeito aos leitores se não gostam, aconselho não ler, lembrando qualquer agressão contra a mulher é NÃO, e denunciem.

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— Para onde a senhora vai assim tão arrumada?

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— Para onde a senhora vai assim tão arrumada?

Ouvi a voz de Renatinho um pouco atrás de mim e me voltei no meio das escadas, esperando que ele me alcançasse.

— Bom dia, filho. — Continuei descendo as escadas, mas fui detida de me afastar quando sua mão segurou meu braço.

— A senhora está indo encontrar com ela? — ele perguntou e me soltou assim que me voltei.

— Sim, Renatinho. Nós vamos almoçar juntas. Algum problema com isso?

Ontem tinha feito dois meses que estávamos juntas e depois de passar mais de uma semana sem vê-la — porque os cinco minutos no domingo não contava — era óbvio que estava mais que ansiosa para encontrar Bru. Tínhamos conversado na noite anterior e eu lhe contei que tinha falado sobre nós duas para os meninos, dizendo que eles tinham reagido bem. Passada essa etapa, combinamos que estava na hora de conhecer a sua mãe e assim não precisaríamos mais sair escondidas de ninguém. Mas mesmo não precisando mais mentir sobre o lugar para onde estava indo, ainda me pus na defensiva quando Renatinho fizera aquela pergunta como se me acusasse de estar fazendo algo errado.

— Não senhora — ele respondeu num tom mais contido.

— Ótimo. — Comecei a me afastar, mas parei no meio do caminho quando Renatinho falou novamente.

— Chame-a para jantar conosco hoje — ele sugeriu de repente.

— Hoje não, Renatinho — falei apenas antes de continuar andando, dessa vez conseguindo chegar à garagem sem interrupção.

Deixei o carro no estacionamento de sempre, perto do apartamento de Bru, dessa vez no entanto tendo que esperar um pouco para conseguir uma vaga, por ser manhã de sábado. Quando cheguei ao prédio, estava oficialmente atrasada e subi as escadas correndo , ou melhor tentando o máximo equilíbrio no salto agulha, depois que Bru abriu a porta para mim através do interfone. Bati à porta do 304 apenas uma vez antes que ela a abrisse para mim, um sorriso nervoso brincando nos seus lábios.

— Desculpe o atraso.

— Tudo bem. — Se afastando para o lado, Bru abriu mais a porta, permitindo que eu entrasse. — Minha mãe está na cozinha. Vou chamá-la.

— Bru, espera — a detive quando ela tentou se afastar, baixando o tom de voz. — O que você contou para ela?

— Não muito — ela se apressou a responder. — Só que você era um pouco mais velha.

7 Minutos No Paraíso (Brumilla)Onde histórias criam vida. Descubra agora