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Bebida é foda

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Quando chega Leandro.

Ele bate na porta.

-Ju, sou eu, para mim você pode abrir, vai, sou seu amigo, por favor.

Então eu me levanto e abro a porta.

Ele entra e eu a tranco.

-Fiquei sabendo o que aconteceu e também estou bravo com Gabriel por isso.

Não falo nada.

-Ju, vamos sair, dar uma volta para você esquecer tudo isso, por coincidência a minha namorada me deu um pé na bunda hoje. Então nos dois estamos sós -Leandro RI maliciosamente.

Ta, ta, admito que ri também.

Ele conseguiu me fazer rir.

Decidi não ficar mais nessa por causa do Gabriel então coloquei um vestido agarrado, totalmente ousado, passei pela sala a onde estava Gabriel me olhando e dizendo-me para esperar.

Claro que eu passei reto.

Leandro e eu fomos direto para o carro e eu pergunto.

-A onde vamos?

-Minha amiga vai dar uma festinha, então vamos bater lá.

-Beleza -digo.

Chegando lá, a festa estava cheia de gente, o DJ era muito bom e a iluminação era perfeita.

Leandro e eu estávamos tristes.

Fomos até o bar e enchemos a cara, bebemos muito, como nunca havíamos feito na vida.

Eu dizia gaguejando devido o excesso de álcool.

-Juu, Gaa, Leandro (eu mal sabia oque estava falando)...

-Uu OO oque? -diz ele bebadão.

-Eu pricixo, eu pré, preciso vomitar, me ajuda?

-Ta boouum, vamo po banheiro -diz ele gaguejando.

Subimos as escadas entre tombos e gaguejos.

Quando chegamos lá em cima, andando torto, encontro um quarto com um banheiro junto mas sinto que a minha vontade de vomitar parou.

-Gaa, minha vontade de vomitar parou.

-Meu nome é Leandro -diz ele zain e tonto, com a mão na cabeça.

-Ah é -digo - E como eu me chamo?

-Ju... Julia -diz ele.

Quando saio do banheiro, me atrapalho com meu próprio pé e caio na cama a onde Leandro estava deitado mas não lembro de ve-lo se deitando.

Ele faz carinho na minha cabeça.

-Você é minha esposa não é? -pergunta ele bêbado.

-Acho que sim -digo mais bêbada ainda.

-Então quero ser papai, vamos fazer um filho? -pergunta Leandro todo tonto e vesgo pelo álcool.

-Ta bom.

Levanto bêbada, trancando a porta, não sei como...

Ele tira uma camisinha do bolso e diz todo atrapalhado.

-Isso é para o bebê nascer.

-Ta bom.

Tiro a minha roupa e ele tira a dele, ele coloca a camisinha, toda errada, mas coloca e logo já estávamos transando, mas bêbados.

Quando chegamos ao nosso limite, deitamos um ao lado do outro e dormimos.

Uma garota complicadaHistórias para pegar e não largar. Descubra agora