A irmã de Hunter pediu para que seu amigo Bun ( Bân) ficasse na casa do irmão enquanto ele estivesse viajando. O plano era que Bun deixasse a casa antes do outro retornar. Porém, o irmão volta antes da data prevista e acaba se encontrando com um des...
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Tornei a olhar para Hunter novamente e sugar um pouco do sorvete, que estava em um copão enorme, porque sou é desses. — Do que viemos falar mesmo? — puxei assunto. — De uma coisa que precisamos terminar. — Isso é o de menos, podemos terminar a caixa agora mesmo. — sorri safado. — Vamos nos divertir hoje! — Não se divertir fazendo sexo? — Essa é sem dúvida minha maior diversão. — rimos. — O que gostaria de fazer? — Não sei, tudo aqui no shopping é barulhento demais. — Vamos no fliperama. — levantou. — Devo alertar que sou muito bom em jogos. — brinco. — Vamos descobrir. — pegou minha mão... Por que estou com um frio na barriga? Ele só pegou na minha mão, não é nada demais. — V-vamos sim. — merda de nervosismo. — Já saiu assim com outra pessoa? — Assim como? — Num encontro. — Não foi bem um encontro... Geralmente só saiu com alguém pra transar. — sorri sem graça. — Deve me achar nojento, não é? — aperto o copo em minha mão. — Não... Até porque enquanto estiver comigo não vai precisar de mais ninguém. — disse sério. Abaixei minha cabeça. Como alguém consegue me deixe tão sem graça. — E você? Já saiu assim. — Já... Não foi grande coisa, até porque eu não gostava da garota. — Então sai com pessoas que não gosta também... — então ele pode não gostar de mim. — Não é o seu caso. — apertou minha mão... Eu apertei de volta e sorri. Paramos em frente ao fliperama, nos olhamos e sorrimos. Entramos. Credo, está lotado. — Vamos no de tiro! — puxei ele. — Calminha aí, o jogo não vai fugir. — Já prestou serviço? — Já... E você? — Não... Peguei uma arma e ele pegou a outra... Bem, estamos jogando contra um exército de zumbis. — Socorro! Mata aquele pra mim! — Prontinho, príncipe. — riu. — Haha valeu... Uou, ali tem um. — atirei no zumbi que estava indo pra cima dele. — Cuidado, ele quase te matou. — falei sério... Espera. — É só um jogo relaxa. — me tranquilizou? Eu fiquei nervoso porque um zumbi de um jogo quase matou ele... Como sou idiota. O que diabos está acontecendo comigo!? — Vamos jogar outra coisa? — Quica-Quica? — Quica-Quica? — Na minha casa tem. Quica-Quica... — Seu sem vergonha! — dou tapinha no braço dele rindo. — Que? — riu jogando a cabeça para trás. O cabelo dele parece tão macio... Ergo minha mão até a franja dele, alcançando, brinco com os fios, é muito sedoso. — Gostou foi? — paro o ato. — Sim. — ri. — Vamos brincar de Quica-Quica só mais tarde. Agora nós vamos naquele de dançar. — apontei. — Eu não sei dançar. — Me veja dançar então. — fui na frente. Parei em frente ao aparelho e... Qual música? Uma do BTS talvez. Intro: boy nesta evil. Subo na pista de dança. — Pra você, Hunter. — sorri malicioso.
Está ficando escuro A luz em meu futuro Por causa do meu amor infantil,perdi minha maneira De sonhar
Afiei minha faca de ambição venenosa Mas, para as ganâncias insustentáveis, a faca ficou sem corte Eu sei de tudo Esse amor é um outro nome para o mal
Não segure minha mão Mesmo que eu grite, traí minha consciência Enquanto os dias passam, sentindo a realidade aguda Derramei sangue vermelho