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GREGO🔥

-Vamos lá pra sua casa Henrique, vai por favor- Juliana fala manhosa no meu ouvido, enquanto passava as unhas no meu abdômen por de baixo da camisa.

Estávamos no camarote e o baile ainda estava rolando, música tava alta pra caralho e ainda estava lotado.

Eu não estava bêbado, tinha bebido whisky  e umas doses de tequila mas não estava alto.

- Henrique??- Juliana fala e me dá um selinho- a gente pode ir pra sua casa?

Juliana é uma "amiga" minha, a gente se conhece desde de pivete ela é irmã do Pereira.

Desde sempre deu em cima de mim mas eu nunca dei muita moral, ela é firmeza e tudo mas as vezes força a barra demais.

- Acho que não vai rolar hoje, não tô afim-  ela me olha com cara de magoada e depois sorri maliciosa.

Então começa a beijar meu pescoço e acariciar meu pau em uma tentativa de me deixar exitado.

Fico observando as pessoas no camarote até que meu olhar se prende em duas pessoas sentadas em um sofá do canto.

Marina e Tarzan.

Marina tava gostosa demais, pqp, ela usava um vestido preto colado e bem curtinho e seus cabelos estavam perfeitamente cacheados.

Ela estava com as pernas em cima do Tarzan que tomava uma cerveja enquanto passava as mãos nas coxas dela.

Só consegui sentir ciúmes e raiva, muita raiva.

Fiquei encarando eles por um tempo até a Marina perceber meu olhar sobre os dois e começar a me encarar tbm.

Tarzan falava alguma coisa pra ela que só conseguia me encarar com um sorriso amarelo no rosto.

Ela não tirou os olhos de mim assim como eu não tirei meus olhos dela.

Até que ela se vira rapidamente fala alguma coisa por Tarzan que assente e ela acaba saindo apresada do camarote.

- Ei Juliana- falo  me afasto dela que me olha com cara de decepção.

- Oque foi?? Não tava gostando?- ela tenta se aproximar mas eu a afasto com a mão.
- Tenho que ir embora, a gente vê se continua isso outra hora,ok? - falo e saio de perto dela rápido para a mesma não fazer perguntas.

Desço do camarote e procuro a Marina com o olhar, não encontro, então ando um pouco pela pista até ver ela entrando no banheiro feminino.

Vou até lá e fico do lado de fora esperando ela sair.

Quando ela abre a porta eu seguro sua cintura com firmeza e a emprenso  na parede colando seu corpo junto ao meu.

- Oque você tá fazendo grego??? Me deixa sair, agora - ela fala e tenta sair mas eu acabo colando nossos corpos mais ainda.

Colo minha testa na sua e fico encarando aqueles olhos negros que ela tem.

Nossas respirações se misturam e ela começa a me encarar com a mesma intensidade que eu a encaro. Caralho, eu poderia passar o resto da minha vida olhando nos olhos dela nunca me cansaria disso, é como se nossas almas se conetacem.

Desço minha mão e vou passando na coxa dela que solta um gemido baixo com o meu toque, aos poucos vou subindo minha mão até chegar na sua intimidade.

Com meus dedos afasto a calcinha de renda dela e vou massageando seu clitóris devagar.

Ela solta um gemido abafado e eu a beijo.

Nossas línguas travaram uma verdadeira batalha por espaço.

Eu explorava cada canto da sua boca enquanto a estimulava, ela já estava completamente encharcada e entrege a mim.

Então enfio dois dedos de uma vez na sua buceta ela solta um gemido entre o beijo e morde meu lábio.

Depois coloco mais um dedo e ela solta um gemido manhoso.

Ela coloca as mãos nas minhas costas as arranhado e eu já sinto minha ereção dolorida.

Paro nosso beijo e volto a encarala, ela estava com a boca meio aberta e tinha os olhos fechados com força e soltava gemidos.

- Eu vou gozar, grego- ela fala depois de um tempo com a voz rouca oque me deixa mais excitado ainda.

- Goza pra mim, cachinhos- falo no ouvido dela e como uma ordem ela goza no mesmo minuto.

Eu então me abaixo tiro sua calcinha guardo no meu bolso e vou limpando ela com minha língua.

Caralho, o gosto dela é perfeito, quando minha língua chega na sua buceta ela da um gemido gostoso.

Quando termino de limpa- lá subo e dou um beijo na sua testa e um selinho demorado.

Ela estava com a respiração desregulada e os ainda olhos fechados.

Então eu vou embora do baile com sua calcinha no meu bolso, a deixando lá na porta do banheiro tentando raciocinar oq tinha acabado de acontecer.

Destinos Cruzados [ CONCLUÍDO]Onde histórias criam vida. Descubra agora