- Entre senhorita, Geisy. - reforçou o pedido, Sermen.
Se encaminhei até a mesa sem dizer nada, sentei na cadeira e ele sentou na outra ponta da imensa mesa.
Duas empregadas serviram o jantar e então saboreei a deliciosa comida que apesar de ser frescurenta, era gostosa.
- Quer me perguntar alguma coisa, Geisy?
Olhei para ele segurando minha raiva de ter aceitado seu convite.
- Por que me convidou para jantar?
Sermen sorriu e então respondeu.
- Você é uma mulher especial. Deve saber disso.
- Eu sei.
- Sabia. Muitos homens já devem ter lhe falado isso.
- Não preciso me sentir especial só porque ouvi isso de alguém. - respondi, não gostando de seu jeito machista.
- Eu não quis dizer isso...
- Mas foi o que pareceu.
Sermen ficou em silêncio, após comermos, as empregadas tiraram a mesa e então ele se levantou.
- Vai ficar me olhando?
Minha pergunta foi uma provocação, mas ele entendeu como um convite, então se aproximou e tentou me beijar, mas o impedi.
- O que foi?
- Você não sabe conquistar uma mulher mesmo, né?
Ouvindo minha resposta, Sermen sorriu e me surpreendeu com um beijo, antes que pudesse reagir, ele me pegou pelo colo e me jogou na mesa. Pensei em resistir, mas o tesão foi maior. Abri minhas pernas e encachei em sua cintura, suas mãos tocavam meu rosto e tirava minha roupa lentamente.
Era uma sensação única, não queria fechar os olhos, pois ver e sentir era muito melhor. Seus lábios encostando em meu pescoço, seus músculos do braço revelando veias onde o suor deslizava por elas. Gemer e gozar era algo que estava louca para fazer, não se importava com nada além de seu corpo que era maravilhoso.
Ela era mais gostosa do que imaginava. Em nenhum sonho erótico que costumava a ter, imaginaria essa garota de quatro pra mim, em cima da mesa de jantar. Como era bom transar com ela no meio da sala, sem se preocupar com as empregadas que, com certeza, estavam horrorizadas, ouvindo os gemidos e gritos altos dela. Sem ter pressa para terminar o que estávamos fazendo, levei ela para meu quarto.
Lá, posicionei seu corpo como eu gostava e lhe dei vários tapas. Seus gritos me incentivavam a continuar, deixei sua bunda mais vermelha que tomate.
Transamos muito. No final da noite, servi espumante para ela que ficou na cama, me olhando.
- Não sei como fiz isso.
- Não foi muito difícil. Sentíamos atração pelo outro.
Percebi que ela estava olhando para meu toráx musculoso. Sentia que estava procurando suas roupas, coitada, já tinha esquecido
- Vou me arrepender amargamente disso.
- Vai nada. Está apenas tentando se iludir.
- Se iludir? O que acha que sou? Melhor perguntando, você acha que sou o quê?
- Poderia falar que sou o amor da sua vida, mas aí eu que estaria te iludindo. Nunca fui disso.
Consegui tirar um sorriso da linda Geisy que me olhava.
- O que você quer comigo?
- Por que essa pergunta? Tem alguma perspectiva?
Uma das coisas que eu mais fazia em um diálogo era devolver a pergunta ao remetente. Dificilmente, responderia alguma pergunta de primeira.
- Eu conheço bem homens como você, usa garotas e depois descarta elas.
- Você estava esperando o que de mim? Depois que transássemos, te pediria em namoro e receberia flores?
Sem me responder, Geisy se levantou da cama, procurando suas roupas.
- Cadê minhas roupas?
- Só um momento. - peguei meu Iphone e ordenei que minhas empregadas trouxessem as roupas de Geisy.
Em menos de 10 minutos, uma das empregadas entregou as roupas para Geisy que timidamente, pegou, agradecendo. Uma das coisas que mais admirava nela era sua educação, apesar de ser uma mulher simples, ela tinha um encanto lindo e contagiante.
Após se vestir, Geisy saiu de meu quarto, sem dar nenhuma satisfação. Preocupado, fui atrás dela, correndo pela mansão. Como ela não sabia onde ficava a saída, consegui pará-la.
- O que eu fiz de mal?
- Você sabe muito bem o que fez.
- Me desculpe, não quis falar aquelas bobeiras.
- Não se desculpe. Sou uma garota qualquer, amanhã você terá outra em sua cama.
- Não, eu não sou assim.
- Ah, pare de mentiras. Também não importa, apenas me mostre a saída, pois preciso ir embora.
- Você vai embora no meio da madrugada?
- Mais perigoso seria ficar aqui com você.
- Então deixa que meu motorista te leve.
- Não precisa. Eu vou de ônibus. - disse Geisy, descendo as escadas.
- Sua mãe vai ficar preocupada, e se acontece alguma coisa com você?
Geisy não respondeu nada, apenas consentiu.
Meu motorista encaminhou Geisy até a saída e levou ela até sua casa.
Naquela madrugada, não consegui dormir. Geisy era linda, tinha um corpo perfeito, mas sabia muito bem seu valor e não seria uma mulher tão fácil assim. Mas por que estava pensando nisso? Ela era apenas mais uma garota, não precisaria ficar pensando em se desculpar por um comportamento errado. Se ela não gostou de meu comportamento, problema dela, era apenas uma mulher que transou comigo.
Como pude ser tão idiota? Se entregar para um homem que pega todas, ele não poderia ser pior do que eu, pois transei por instantânea vontade.
Chorar não adiantaria em nada, o que deveria fazer agora era se afastar desse idiota e seguir minha vida. Tinha que tirar ele de minha mente antes que fizesse mais merda.
Não poderia levar em consideração, momentos de prazer. Não merecia ser tratada como uma qualquer, até porque nenhuma mulher é uma qualquer.
( todos os direitos autorias reservados ao autor Stefen Moonwalker)
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Ajoelhou, vai ter que me amar.
Lãng mạnGeisy está prestes a se formar em sua faculdade e não consegue pensar em nada além da formatura. Tudo em sua vida estava caminhando para a realização de seus objetivos, até conhecer o chefe de seu namorado. Sr. Sermen é um bilionário, CEO da empresa...