The beginning

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Considerações sobre esse primeiro capítulo:

Provavelmente não só esse, mas o próximo capítulo também é dedicado a uma explicação inicial sobre o mundo abordado na história, onde não foca muita na visão dos personagens principais ( Harry, Louis ) de forma direta, mas indireta, visto que nesse momento eles ainda são filhotes.

Mas será apenas nesse e boa parte do próximo capítulo, tempo que precisarei para estabelecer o rumo da história para vocês. Okay?

Como eu disse antes, essa história não é baseada em nenhuma outra, tudo que encontrarem aqui é de inteira autoria minha, desde as mudanças no gênero ABO quanto ao drama e trama do contexto retratado.

Com esse capitúlo estarei deixando uma base de como está o mundo nessa história, os comportamentos de seus habitantes, as lutas que precisarão travar e seus motivos para tal. kay?

Boa leitura mes amores. Até logo.











-----------------x Capítulo com 9188 palavras x ----------------------

CORRIGIDO









- E então, alguém pode me explicar o motivo de mais uma falha?

Não houve sequer uma pessoa, classe A, B ou O, que não tivesse tensionado quando a voz extremamente ácida e corrosiva soou, vagando por toda sala e se fazendo presente para todos ouvirem, sem qualquer restrição.

Geralmente, eram os classes A que recuavam menos mediante a uma voz naquele tom, mesmo que cada um ali tivesse se sentido afetado não se comparava em nada com os classes B e O, que rapidamente abaixaram a cabeça, não ousando olhar nos olhos violetas do homem sério que, lentamente, se dirigia a maior e mais alta mesa de toda a ampla sala.

Poucos eram os Classes O permitidos ali dentro, e todos receberam olhares de compaixão pela expressão extremamente afetada que possuíam, sem dúvidas, eram eles os mais afetados por aquele tom.

Usar esse tom na presença de um B não era bem visto, mas usá-lo na presença de um O era totalmente desrespeitoso, porém, o homem com olhos violeta não poderia ser facilmente contrariado. Ainda assim, nenhum classe O ousou responder a questão.

- Senhor. – Um garoto ergueu a mão, aguardando apenas os olhos sérios se voltarem contra si para continuar a falar. – Acreditamos que os Classes S não reagem a estímulos de classes O ou B, nem mesmo durante o período fértil, as taxas se mantem variáveis de 10 á 15%, eles facilmente conseguem distinguir as cobaias e escolher o que querem fazer.

- As cobaias estavam em seu período?

- Sim senhor, ainda assim, eles não optaram por acasalar, mal se mostraram incomodados com a presença delas. E bem, comprovamos que eles não são afetados por nossos estímulos. Temos uma teoria.

- E qual seria?

- Apenas um Classe S com genes O poderia ser capaz de estimulá-los a copular, despertar seus instintos sobre isso.

- Eu não sei se ficou claro em todos esses anos em que estamos aqui, como vermes embaixo da terra, que não há evidências de um Classe S capaz de reprodução por gestação, eles não possuem fêmeas, não possuem sequer um beta, me diga, como essa teoria me ajuda em algo?

O Classe B engoliu o que pareceu duro como um bolo de carne em sua garganta, evitando limpar uma gotícula de suor que percorreu sua testa.

- Por enquanto nós não temos muito mais do que já foi mostrado, mas é claro que um Classe S não será afetado por nenhuma classe que não seja ela própria, não como deveriam, e então, como chefe do departamento de estudo genético, autorizei alguns estudos sobre seus genes como parte exclusiva.

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