Capítulo 4

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— A assistente do Sr

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— A assistente do Sr. Farias não pôde trazer as fichas, pois ela estava com a Srta. Ohana — Roberto, o secretário real entrou na sala dizendo. — O que me deu uma ideia. Por que não colocamos ela?

— Eu gosto dela! — exclamou a rainha. — Tem um sorriso tão lindo, não sei dizer, ela irradia paz.

— Ela pode não querer — Anthony respondeu simplesmente.

— E quais delas tiveram escolhas? — perguntou o rei.

— Nenhuma para ser exato — Zac respondeu enquanto já avaliava a ficha da moça em questão. — Todas serão comunicadas hoje, e caso alguma não deseje participar, terá cerca de uma semana para comunicar o fato. A ficha dela é perfeita.

— Mas, não vamos chamá-la — afirmou Thony.

— Posso saber o motivo da implicância? — questionou a rainha, enquanto o secretário, que foi o autor da discussão, observava tudo.

— É que... — o príncipe começou a dizer, porém suspirou. — Isaac procure a moça, e questione gentilmente se a mesma teria alguma intenção de participar. Não a pressione!

— O que você acha que eu iria fazer? — o chefe da segurança se colocou de pé fingindo estar ofendido, uma encenação muito barata por sinal.

— Persuadi-la. Você é perito nessa arte — respondeu o herdeiro, contudo seu sorriso era contido.

— Deixa comigo! — respondeu o dono dos olhos negros com uma piscadinha marota.

É verdade que, bem antes da sugestão da rainha, Isaac já sabia que Lyra era uma pessoa aceitável, afinal ele permitiu a presença dela no evento. Para tanto o rapaz havia acompanhado as redes sociais da blogueira por alguns dias. Ah, quem ele queria enganar? Ele conhecia do jeito dela. Sabia quem ela era. Simpática, extrovertida, meiga, gentil e verdadeira. Era uma candidata perfeita. Outro fato verídico, é que nenhum ser humano teria conhecimento do exposto acima, em suma Isaac Gram tinha uma reputação a zelar. Ele era a personificação da rabugice, contudo como todo badboy, Zac tinha seus motivos.

O projeto de The Rock já estava no corredor quando um grito arrepiante soou do camarote da moça que o mesmo pretendia visitar. Sem pensar duas vez sacou a arma, e deu sinal pelo microfone na manga do paletó. Precisaria de reforços, mas não abandonaria a jovem de olhos verdes, pouco se importava com o fato de não saber o motivo do grito.

Com os joelhos relativamente flexionados e as duas mãos segurando a arma fortemente, o rapaz abriu a porta do camarote, aquela era a postura de ataque. Contudo, quando a porta se escancarou com seu chute, tudo que ele pôde ver foi duas moças, uma estava no chão de bruços, sangue a cercava; a outra estava ajoelhada ao seu lado, ela tremia muito, porém encarava a porta do outro lado da sala.

— Moça, por favor, poderia se identificar — pediu com a voz calma, tentando passar segurança, pois pela distância não conseguiu reconhecê-la de costas.

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