...Capítulo 7 — P.O.V Paulo: Usina Química
Havia acordado lentamente lentamente com a minha namorada em meus braços, e lembrando da na noite incrível que tivemos duas semanas atrás, como sempre, me dedico a não acorda-lá, e consigo sair da cama sem acorda-la e a beijo na bochecha, vou descendo suavemente as escadas em direção a cozinha, quando chego na cozinha, vejo Marcus tomando seu café:
- Bom dia Marcus. - digo
- Bom dia? - ele fala com um tom surpreso.
Suponho que seja devido ao fato que Maria e eu tínhamos o costume de acordar tarde.
- Caralho Marcus, como consegue acordar tão cedo assim? - falo de uma maneira descontraída.
- Eu já me acostumei a isso - ele diz não me olhando diretamente, parecendo um pouco triste.
Logo eu começo a preparar meu café da manhã e o de minha namorada, quando me sento na mesa a espera dos meus omeletes, começo a falar:
- Cara hoje é o dia. - falo animado.
- O que quer dizer? - ele fala com um rosto confuso.
- Hoje é o aniversário da Maria, como você pode esquecer, cara? você é o melhor amigo dela. - digo preocupado com Marcus.
- Foi mal, tenho estado aéreo, desde ... Bom, eu tinha uma idéia de que essa semana seria o aniversário dela. - ele se explica.
- Voltando ao assunto principal, estava pensando em fazer um bolo e alguns doces?... Ah, salgados também! - digo pensando nos ingredientes necessários.
Me lembro que doces e bolos não é minha especialidade na cozinha, na minha última tentativa deu uma severa intoxicação alimentar na minha tia. Então tenho que pedir para Marcus.
- Eu sei o que você vai dizer, Paulo. - disse ele me interrompendo.- Eu faço os docinhos e salgados, mas você faz o bolo! E também você vai me ajudar. - disse ele indo pegar o livro de receitas profissional e o da família.
Enquanto isso uma idéia veio em minha mente.
- Marcus, um bolo bem feito, demora no mínimo umas 2 horas, né? - falei.
- Bem, no mínimo esse é o prazo ideal. - disse pegando os matérias.
- Eu vou deixar o café da manhã na estante do quarto, assim a Maria vai demorar mais a vir para baixo. E olha que ela já acorda tarde. - digo rindo.
- Genial. - disse ele.
Não perco o tempo, pego algumas laranjas na geladeira, para preparar um suco de laranja natural.
Pego na frigideira o omelete perfeito que eu havia feito. Pego a Nutella no armário e passo em algumas torradas integrais. Pego uma bandeja, e coloco, tentando deixar romântico.- Cuidado para não deixar cair, hein! - disse ele duvidando das minhas capacidades.
Subo as escadas com muito cuidado, a escadas do sótão já estavam abertas, para evitar qualquer desastre vou subindo a bandeja de degrau em degrau.
P.O.V - Maria
Acordo esticando minha mão, vou apalpando o colchão, mas ele não está mais na cama, eu deveria levantar e ir atrás dele, mas minhas preguiça era demasiada, "Só mais alguns minutos", pensei.
Ao levantar minhas pálpebras, me sinto um pouco desnorteada, mas logo é curado com um agradável aroma de suco de laranja, vejo torradas sobre uma bandeja com omelete, sob a estante ao meu lado. Um sorriso se forma em meus lábios, inconscientemente.
Sorte a dele que não esqueceu do meu aniversário! Sento na cama ajeitando a blusa que eu vestia, ridículamente grande para meu tamanho, devido a ser do meu namorado. Seguro a manga sob meu nariz, sentindo seu perfume.
Graciosamente pego a bandeja com meu café da manhã "especial", e começo a comer, enquanto imagino o que os garotos estão fazendo lá em baixo.
...
Coloco algumas vestimentas mais apropriadas após um banho, escovo meus dentes e vou em direção as escadas, começo a descer lentamente, e um cheiro delicioso vem da cozinha.
Indo em direção a cozinha, percebo que não havia ninguém, noto que o forno está aceso e aberto, ainda estava quente, então, algo havia saído recentemente do forno, e uma montanha de louças a serem lavadas.
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Parada Zumbi - A Infecção
Mystery / ThrillerParada Zumbi - A Infecção: "O Trem saí a meia noite, apenas sobreviventes estão aptos a embarcar." Era mais um ano normal, quando surgiu na China um vírus, que matava os mais velhos. Apenas os jovens e os fortes, sobreviviam. A febre era terríve...