Oie gente, tô uma bosta ainda mas aqui está mais um capítulo!
Não esqueçam de me mimar (favoritar e comentar) e boa leitura! :)
quem se sentir confortável me siga no instagram também: autora_maduh
>.<
– Você acha que ele está bem?
– Não, definitivamente ele não está. – As vozes estavam sussurrando, mas de alguma maneira, era insuportável para a minha cabeça. Tudo estava doendo, desde o meu corpo até o mínimo fiozinho de cabelo. Um trem poderia ter passado por cima de mim e ainda acho que o estrago não seria tão grande quanto como estou agora.
– O que teremos que fazer?
– É agora que vocês vão me matar?! – Abro os olhos devagar, tentando processar a claridade e a realidade. Eu estava naquela salinha daquele doutor mandão! Ele não me matou!
– É claro que não, garoto. Já disse que não matamos crianças. – A voz era fria e vagamente familiar, e eu mirei em sua direção, o coração gelando ao ver que era o grande chefão.
– Mas eu não sou criança! – Boca estúpida. Na verdade, eu culpo o sono. Sim, ele está sendo responsável por tamanha estupidez dessa vez. Se para não morrer teria que deixá-los me chamarem de criança, que seja! Qual é o meu problema?!
– Como eu ia dizendo, criança. – Fez questão de enfatizar. – Nós não iremos lhe matar. Andei pesquisando sobre a sua vida e acabei por não encontrar nenhum outro parente vivo para lhe abrigar. – É claro que não. May havia assinado os papéis de divórcio e mandado para Ben há algum tempo, então ela provavelmente tirou de todos os seus registros o sobrenome Parker. Como eu disse, era como se May Parker nunca tivesse existido. – Portanto, você vai ficar aqui até decidirmos para qual orfanato irá.
– Não, por favor! – Era claro que eu iria parar em um lar adotivo. Mas a ideia ainda era desesperadora. O grande chefão arqueou uma sobrancelha. – Não me mande para esse lugar, por favor!
– Você tem outro lugar para ir?
– Eu tenho o meu apartamento, eu tenho um emprego! Posso me cuidar sozinho! – A sobrancelha que ainda estava arqueada, parece levantar mais. O desespero toma conta do meu ser, e tudo o que quero fazer agora é chorar até não haver mais lágrimas em meu corpo. Minha vida estava, definitivamente, acabada.
– Você não deve lidar com as coisas sozinho. Tem apenas 15 anos, é uma criança. Adultos têm que tomar a rédea, garoto, adultos têm que cuidar da casa e ter um emprego. Você deve estudar e fazer coisas de crianças ou adolescentes, tanto faz, mas isso e apenas isso.
– Claramente você vive em uma bolha. – Solto um riso nasalado. – De onde eu venho, pessoas como eu raramente estão na escola o tempo que deveriam. Elas estão ajudando os pais a bancar as contas, porque ninguém tem emprego bom o suficiente para fazer isso. – Encaro a parede atrás dele, porque tudo é melhor do que a expressão dura de seu rosto.
– Você não vai morar sozinho.
– Por favor, senhor, eu imploro! – As lágrimas embaçam a tinta branca da parede, e posso escutar um suspiro ecoando pelo ambiente.
– Não.
– É por sua culpa que isso está acontecendo! Fazer o que eu quero é o mínimo! – Pisco uma vez, tentando limpar a visão, e se isso faz as malditas lágrimas caírem por minhas bochechas, pouco me importa. Olho fixamente para o seu rosto, tentando transmitir toda e qualquer raiva que estou sentindo apenas em minha expressão.
VOCÊ ESTÁ LENDO
The Avengers Mafia
FanfictionNão há uma pessoa de Nova York que nunca tenha escutado falar da Máfia de Tony Stark. Os Vingadores eram implacáveis, cruéis, não tinham piedade e nunca deixavam provas em seu local de crime. A polícia estava atrás deles há mais de 15 anos. Tony S...
