Capítulo 8

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Oi galerinhaaaa (fingindo que não tinha que ter atualizado ontem)

Desculpa a demora, ontem eu acabei bebendo e fiquei em call com meus amigos e não tava mais em condições de revisar e atualizar, mas aqui estou!

Comentem, favoritem e me façam chorar com os mimos, obrigada. 

Até mais e boa leitura :) 

>.<

Eu estou tão cansado dessa merda. Quem eles pensam que são para esconder coisas da minha vida? Eu sou o maior interessado nisso, pelo amor de Deus! Eles não têm o direito de me manter no escuro, não podem agir como se nada estivesse acontecendo. Eles vão ter que me explicar, eu não vou desistir até ter as respostas que quero, Peter Parker poderia ser todo fodido, mas desistente com toda a certeza não estava incluso.

– Eu quero respostas. – É tudo o que eu digo ao chegar na sala de jantar naquela tarde, essa sendo a primeira vez no dia em que falo com eles. Na verdade, é a primeira vez no dia em que os vejo, porque me recusei a encarar Tony no café da manhã e simplesmente não saí do quarto. Eles pediram para uma das ajudantes de limpeza deixar um prato de comida lá da mesma forma.

– Desculpe? – Pepper é quem decide quebrar o silêncio que se instalou, abaixando o seu garfo na mesa, enquanto prestava total atenção em mim. Poderia me sentir intimidado se não fosse por toda a adrenalina correndo em minhas veias por agora.

– Eu quero respostas. – Repito, erguendo um pouco a postura, tentando assumir a maior pose confiante que consigo. 

– Que tipo de respostas, querido?

– Qualquer uma que tenha a ver com a minha vida. Eu não preciso que vocês escondam as coisas de mim. Aliás, estou cansado de vocês esconderem tudo!

– Pensei que Harley já tivesse te falado, garoto. – Mantenho meu olhar em Pepper, mesmo que a voz de Tony faça um calor subir até minhas bochechas.

– E como posso ter certeza de que ele me falou tudo?

Touché.

– Por que não se senta? Nós vamos responder tudo o que quiser. – Respirando fundo, resolvo aceitar o pedido. Minhas pernas poderiam começar a tremer a qualquer momento e com certeza não demonstraria uma atitude decidida.

– O que quer saber?

– O que aconteceu com o cara que me trouxe aqui?

– Você está preocupado com ele? – Um dos caras que nunca havia escutado o nome está arqueando a sobrancelha para mim. A aparência dele era, definitivamente, a mais assustadora do grupo.

– Não. Como estaria? Ele matou o meu tio.

– Ele teve um encontro com o porão. – Dá de ombros, tomando um gole da bebida em seu copo. Parecia cerveja. 

– Bucky!

– O quê? Como assim?

– Quer dizer que o levamos direto para o inferno, garoto.

– Cala a boca, Bucky!

– O garoto que perguntou, Natasha. 

– Vocês... vocês mataram ele. – As palavras saem lentamente da minha boca, e eu sequer consigo voltar a piscar. Graças a Deus estou sentado, porque com certeza seria capaz de precisar de um apoio e seria ainda mais embaraçoso.

– Você esperava o quê? Agradecimentos por fazer aquela desgraça toda? Ele quebrou o nosso acordo, não fez o que foi dito e me fez perder dinheiro. Se eu o deixasse escapar, as pessoas achariam que podem fazer o que bem entender para cima de mim. 

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