Capítulo 11

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Aaron

Confesso que minha primeira impressão, foi péssima. Como ela pode dizer aquilo do próprio neto? Adam é meu filho sim, e ponto final. Podemos não ter o mesmo sobrenome que facilmente é resolvido, nenhum sangue vai me impedir de torná-lo meu oficialmente. Assim que entramos na casa vejo todos os olhos na nossa direção, Bella e Peter se levantam e vem falar com a gente.

-Cunhadinho-diz bella empolgada e me abraça

-Oi cunhada -oi meu amor -diz com Adam que abre um sorriso lindo. -oi minha vida -diz abraçando Sofie.

-Oi meu amor -diz Sofie abraçando ela.

-Oi meu lindo -diz Peter tirando onda comigo

-Que é ein -digo batendo no seu braço de leve

-Oi titio -diz falando com Adam que não me desgruda. -Oi cunhada -diz indo abraçar Sofie, e voltamos a apresentação da família.

-Meu bem -diz Sofie -Esse é o meu irmão mais velho Charles, que é casado com a Cindy e tem dois filhos, a Isa que você conheceu, e esse pequeno é o Valentin. -diz calmamente enquanto eu aperto a mão de cada um.

-Prazer Aaron -me apresento tranquilamente.

-Continuando, essa é a Hannah que é casada com o Joseph, e tem três filhos, os gêmeos Tom e Paul -aponta para dois menininhos idênticos - é essa é a pequena Heidi -diz aponta para um menininha que deve ter uns três anos, pelo que vi Adam é o mais novo.

-Prazer -digo educadamente.

-Por enquanto é só, o resto vai chegando -diz e eu concordo com a cabeça -E pra vocês que não conhecem esse pequeno é o Adam, nosso filho. -diz e só consigo reparar no "nosso", sim, ele é nosso. Ficamos conversamos um pouco, bom, os irmãos não são tão chatos, mas gostei mais das crianças, fiquei brincando com todas e também com Adam obviamente, ele gostou de brincar com os primos.

-Vem, vou levar vocês para o quarto -diz meu sogro falando com a gente. Nós levantamos e fomos, quando ele abre a porta pude perceber que era o antigo quarto de Sofie. Ele nos deixa a sós, coloco Adam encima da cama com um brinquedo e abraço Sofie, que chorar um pouco, apenas a abraço.

-É difícil voltar pra cá, principalmente pro meu quarto. -diz ainda me abraçando.

-Eu sei minha lua, mas estamos aqui juntos certo?

-Sim -me abraça ainda e me olha, eu a beijo, um beijo de verdade que demonstre carinho, pois sei que é o que ela precisa nesse momento. Nos separamos e ficamos nos olhando.

-Vou buscar as coisas no carro certo?

-Tá bom- diz e me dá um selinho. Desço as escadas e vou em direção ao carro, pego primeiro as coisas de Adam, o berço, a banheira, a bolsa e por aí vai, subo com isso primeiro.

-KKKKKKKKKKKKK -Sofie gargalha assim que me vê cheio de coisa

-Acha engraçado é Dona Sofie? -vejo que Adam gargalha também -Até você pequeno? -digo e faço cara de indignação, mas acabo rindo junto com os dois. -Vou buscar o resto das coisas -desço e pego as minhas coisas e a da Sofie, tranco o carro, e quando vou subindo, escuto alguém me chamar.

-Oi -me viro e vejo ser a mãe de Sofie. -Dona Magda -digo educadamente.

-Você é tão jovem pra ter assumido uma responsabilidade tão grande e que nem sei filho de sangue aquele menino é.

-Não fale assim do meu filho, a responsabilidade é minha sim, Adam é meu filho você querendo ou não. Eu sugiro que não estresse ou faça mal a Sofie ou Adam, pois, se você encostar um dedo em qualquer um deles vai se ver comigo. -digo com a voz grossa e firme, percebo que a mesma ficou tensa.

Pai de aluguel Histórias para pegar e não largar. Descubra agora