Dog play - Parte 1

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Não esqueçam de deixar o votinho, por favor. Boa leitura, anjos.

Tem alguns avisos importantes no final, por favor leiam. Beijinhos de luz.

     Na manhã seguinte, Jungkook realmente voltou para me "liberar", me encontrando aos prantos no quarto

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     Na manhã seguinte, Jungkook realmente voltou para me "liberar", me encontrando aos prantos no quarto. Meus membros latejavam, tanto pela posição, quanto pelo tempo em que eu era covardemente estimulado sem nenhum alívio.

   Eu sinceramente não sabia como meus pais não tinham escutado o choro e se encaminhado até meu quarto, com preocupação.

   Quando meu dominador finalmente desligou tudo, eu chorei ainda mais de alívio.

   O prazer que o vibrador causava era real e durava sim, mas só até um certo ponto. Se você passa três horas e meia sendo atiçado sem descanso, a satisfação passa a se tornar desespero e a mais pura tortura agoniante.

Meu dono, quando me viu, sorriu pequeno e me ajudou a levantar.

- Está tudo bem, amor... - Me abalou em seus abraços, me acalmando.

Aproveitei o contato que mal percebi que tanto me era necessário e me aninhei ainda mais em meu professor. Funguei, entre soluços.

- Você foi ótimo, Park. Estou tão orgulhoso do meu garoto. - Senti um selo em minha nuca. Choraminguei, manhoso. - Você está sensível desta forma, por conta de toda a carga elétrica e a adrenalina que seu cérebro acabou enviando para o seu corpo durante esse tempo. - Explicou, quando notou minha expressão confusa e desentendida, enquanto eu procurava controlar minha afobação.

Aos poucos, fui finalmente voltando ao normal. Eu não costumava gostar tanto assim de carinho, mas durante todo o tempo em que fiquei naquele estado meio "bagunçado", meu dominador não parou um segundo sequer de acariciar cada pele exposta. Abri um sorriso enorme.

O pianista me olhou, divertido.

- O que foi?

- Eu não devia ter gostado tanto assim de uma punição, não é? - Provoquei, arteiro. Jungkook riu, negando com a cabeça.

- O que eu faço com você, garoto?

- O que você quiser, senhor. - Dei de ombros, levando minha mão até o rosto para coçar fortemente os olhos, quando não consegui reprimir um bocejo cansado.

- É uma resposta boa de se ouvir. Preciso saber o que achou da sessão.

- Você é maldoso comigo. - Encenei um bico, vendo seu revirar de olhos. - Eu gostei. Foi maravilhoso, tudo com você é. E bem, me desculpa. Por não te obedecer.

- Tenho certeza que essa não será a última vez. - Suspirou. Gargalhei, baixinho. - Mas, ainda não acabou. Você sabe, não é?

Engoli em seco. O cinto, óbvio.

Play me, teacherOnde histórias criam vida. Descubra agora