Park Jimin é o aluno preferido do pianista mais rígido de seu curso de música, Jeon Jungkook. Mas, isso não impede que ele também seja seu submisso malcriado, entre quatro paredes.
Já aviso de antemão que qualquer prática escrita nesse capítulo foi realizada com o consentimento de todas as pessoas.
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Sábado, dia da punição;
Jeon Jungkook
Encarei a obra de arte em minha frente e sorri ladino, completamente satisfeito. Jimin mal podia esperar por sua punição, que estava só começando…
Estávamos em nossa sala de exibicionismo preferida, pois, assim como eu havia prometido, o castigo seria aplicado na frente de outras pessoas e só de imaginar seu desespero com meus planos, eu podia sentir meu membro pulsar violentamente.
Acenei para os outros dois participantes e vi a sobrancelha de meu aluno se arquear. Obviamente, as outras duas peças principais eram uma surpresa, embora não tão grande, já que estávamos acostumados a incluir terceiros em nossas cenas.
A submissa que eu havia convidado a participar, assim como seu irmão de coleira, entrou no quarto, sem nenhuma peça cobrindo o corpo, a não ser a coleira com o pingente que mostrava as iniciais de uma grande amiga minha. A cabeça de ambos estava abaixada e os braços atrás do corpo. Acariciei a nuca da garota, vendo o olhar angustiado do Park.
Eu imaginava exatamente o que se passava pela mente do brat, afinal de contas, estávamos ali com um único objetivo: castigá-lo, e me ver "satisfeito" com dois submissos tão comportados, seria uma tortura para si.
— Levante-se. — Ditei curto, vendo o garoto sair de sua posição ajoelhada. Seu corpo também estava completamente nu, assim como os dos outros dois.
O pianista espiou a plateia, pelo canto dos olhos e pareceu se animar, ao vê-la relativamente cheia. Soltei uma risada nasal, incrédula.
— Eu mandei você olhar para algum lugar, Park? — Ralhei, desferindo uma leve palmada em sua face. Jimin pulou, surpreso pela ação, mas não demorou muito para sua visão escurecer e depois de um pequeno ofego, ele sorriu irônico e ofereceu a outra face. — Virou Jesus, pirralho? — Estreitei os olhos, disfarçando minha diversão pela ação abusada. — Está querendo ferrar ainda mais sua situação? — Levei minhas mãos para seu pescoço, o vendo tremer levemente, ao sentir a pressão que exerci no local.
— N-não, senhor. — Negou, arregalando os olhos.
— Vá para a cama e sente-se com as costas apoiadas na cabeceira. — Apontei para o móvel, que ficava exatamente de frente para o público. — Hyuna e Jae, prendam os braços dele e usem a barra para separar os calcanhares.