Park Jimin é o aluno preferido do pianista mais rígido de seu curso de música, Jeon Jungkook. Mas, isso não impede que ele também seja seu submisso malcriado, entre quatro paredes.
Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.
Park Jimin
- Hey, Minnie! - Aperto os olhos e suspiro, me virando com tédio para o estudante que acabara de me chamar.
- Mark. - Arqueei a sobrancelha, infeliz.
Vejam bem, não era uma questão de ainda vê-lo como um inimigo, longe disso. Porém, eu só queria correr para os braços do meu dono e ficar lá para matar a saudade.
Jungkook estava participando de algo que não me dei ao trabalho de guardar o nome e por isso, fazia exatamente uma semana desde que ele tinha viajado para Nova Iorque.
E agora, justamente hoje, era o dia em que ele estava finalmente voltando para casa. Sendo mais preciso, ele já estava me esperando em seu apartamento.
- Você tem alguma coisa pra fazer hoje a noite?
Segurei um sorriso maldoso.
Muito sexo, se Deus fosse piedoso pela minha saudade.
- Não exatamente, por que?
- Bom, eu não sei se você sabe sobre o Luxury club, mas... Essa semana vai rolar um play party lá. - Contou, animado. - O professor Jeon comentou uma vez, que você não tinha muito contato com esses eventos... Pensei que talvez vocês pudessem ir. Eu estarei lá.
Levantei a sobrancelha, surpreso.
Mark mal tinha chegado no país e já estava por dentro desse tipo de coisa?
- Eu, hm, vou falar com ele. Obrigado por me convidar. - Sorri sincero, me animando.
Eu tinha quase certeza de que Jungkook não seria contra a ideia. Ele mesmo vivia falando que eu deveria ter mais contato com essas coisas. Se fosse da minha vontade, é claro.
- Imagina, lembrei de vocês na hora.
- E, Mark? - Chamei. - Você não tem que se referir a ele como professor Jeon só por causa daquela vez... - Espremi os olhos, lembrando da briga idiota que armei sem motivos, quando nos conhecemos.
- Tá brincando? - Arregalou os olhos. - Não o chamo assim por sua causa. Digo, ele me deu uma puta bronca por chamá-lo de Jungkook, principalmente na sua frente.
Abri a boca, chocado.
- Eu não sabia disso.
- É, Jiminie. - Acenei, me despedindo, com um sorriso no rosto.
Jungkook tinha feito aquilo por mim, mesmo que nunca fosse me contar.
No fundo do fundo, nós dois sabíamos que apesar da punição que eu fosse ganhar, eu era o único que podia chamá-lo de outra forma.
[...]
- Jimin. - Virei a cabeça na direção da voz, assustado.
Geralmente, quando pessoas eram tratadas pelo nome e não por apelidos, elas sabiam que algo estava errado.