Quando Perrie atendeu à batida em sua porta na manhã de sábado, Danielle caiu em seus braços.
— Era de se esperar que eu aprendesse algum dia que essas portas abrem pra dentro — ela desculpou-se, ajeitando seus óculos. — Tenho que me lembrar de parar de me inclinar nos olhos mágicos. Belo local, a propósito — ela acrescentou, olhando ao redor. Ela cruzou até a janela sobre a cama de Perrie — Não é uma má vista, fora as barras e tudo.
Perrie ficou de pé atrás dela, olhando para o cemitério e, a plena vista, o carvalho vivo onde ela fizera o piquenique com Harry. E, invisível daqui, mas claro em sua cabeça, o lugar onde ela ficara esmagada sob a estátua com Zayn. O anjo vingador que tinha desaparecido misteriosamente após o acidente.
Lembrando-se dos olhos preocupados de Zayn quando ele tinha sussurrado seu nome naquele dia, o toque próximo de seus narizes, o jeito como ela tinha sentido as pontas dos dedos dele em seu pescoço – tudo isso a fazia se sentir quente. E patética.
Ela suspirou e se afastou da janela, percebendo que Dani tinha se movido também. Ela estava pegando coisas da mesa de Perrie, dando a cada uma das posses de Perrie um exame detalhado e cuidadoso. O peso de papel da Estátua da Liberdade que seu pai tinha trazido de uma conferência na Universidade de Nova York, a foto de sua mãe com um permanente hilário de tão ruim quando ela tinha aproximadamente a idade de Perrie, o CD da TLC que Kath tinha lhe dado como presente de partida antes mesmo que Perrie tivesse ouvido o nome Sword&Cross.
— Onde estão os seus livros?— ela perguntou a Dani querendo desviar de uma viagem pela rua das lembranças. — Você disse que estava vindo estudar.
Nessa hora, D tinha começado a remexer em seu guarda-roupa. Perrie observou enquanto ela rapidamente perdia interesse nas variações do estilo de camisetas e suéteres pretos do código de vestimenta. Quando Dani se moveu na direção das gavetas de sua penteadeira, Perrie deu um passo para frente para interceptar.
— Está bem, isso é o bastante, bisbilhoteira. Não tem uma pesquisa que devíamos estar fazendo sobre as árvores genealógicas?
— Falando em bisbilhotar— os olhos de Dani cintilaram. — Sim, há uma pesquisa que deveríamos estar fazendo. Mas não a que você está pensando.
Perrie encarou-a inexpressivamente.
— Hein?
— Olha— Dani colocou sua mão no ombro de Perrie — Se você realmente quiser saber sobre Zayn Malik...
— Shhh!— Perrie sibilou, pulando para fechar sua porta.
Ela enfiou sua cabeça no corredor e escaneou a cena. A barra parecia limpa – mas isso não significava nada. As pessoas nessa escola tinham uma maneira suspeita de aparecer do nada. Harry em particular. E Perrie morreria se ele – ou qualquer um – descobrisse o quanto ela estava gostando do Zayn. Ou, a essa altura, qualquer um, exceto a Dani.
Satisfeita, Perrie fechou e trancou a porta e se virou para sua amiga. Dani estava sentada de pernas cruzadas na beira da cama de Perrie Ela parecia divertida.
Perrie prendeu suas mãos atrás de suas costas e afundou seus dedos no tapete vermelho circular perto de sua porta.
— O que te faz achar que eu quero saber algo sobre ele?
— Me dá um tempo — Dani respondeu, rindo. — A: é totalmente óbvio que você encara o Zayn o tempo todo.
— Shhh!— Perrie disse novamente.
— B— Dani continuou, não abaixando sua voz— eu te observei persegui-lo online por uma aula inteira no outro dia. Me processa, mas você estava sendo totalmente descarada. E C: não fique toda paranóica. Você acha que eu fofoco com alguém nessa escola além de você?
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fallen [zerrie]
Fanfictionhavia algo estranhamente familiar em zayn malik. misterioso, ele captura a atenção de perrie edwards desde o momento que ela o vê em seu primeiro dia no internato sword&cross, em savannah, geórgia. ele é a única distração em um lugar onde tudo é pro...
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