- Ninguém vai fazer teste nenhum – Mew diz sem esconder raiva – eu não quero ninguém falando desse assunto – diz saindo.
Gulf ficou triste com a reação de Mew. A noite passou esperando Mew aparecer, mas ele não veio. Então, decidiu ir para o quarto dele, já que conhecia bem o caminho e os guardas estavam acostumados. Ao entrar, encontrou Mew concentrado em algum livro, usando óculos que Gulf achava bastante sexy.
- Pensava que era sua vez de ir para meu quarto escondido – diz se aproximando de Mew, que se assusta.
- Gulf, o que você está fazendo aqui?
- Você não veio, então eu vim – respondeu meio incomodado pela reação do outro.
- Na verdade, eu não pretendia ir hoje.
- Ah – Gulf ficou parado por um tempo, sem saber o que fazer. Sentiu-se envergonhado, sem entender por que o rei estava assim. – Então acho melhor eu voltar para meu quarto – diz indo em direção à porta.
- Espera – Mew diz, segurando pela cintura antes de chegar à porta. - Fica – Mew diz perto do ouvido de Gulf, fazendo-o arrepiar-se levemente.
- Vossa majestade quer ficar só. Eu não quero atrapalhar – Mew ri de leve pela forma que Gulf falou. Mew gira Gulf, fazendo-o ficar de frente para ele, e o beija. Gulf não queria corresponder, mas foi inevitável.
- Podemos continuar, minha mãe nos atrapalhou hoje de manhã – diz rindo de lado, e voltando a beijar. Dessa forma, arrasta o duque para a cama.
- Só continuo se você fizer o que ia fazer – diz, fazendo-se de difícil, mas estava claro que isso não ia interromper o que Mew fosse fazer.
- Ok – Mew diz, empurrando Gulf para a cama, ajudando-o a tirar a roupa. Ajoelha-se e começa a... realizar um ato íntimo sem muita cerimônia.
- P'mew – geme ao sentir toque em sua entrada, enquanto o outro ainda o realiza, Gulf não esperou muito e alcançou o clímax. Mew levantou-se e começou a tirar sua própria roupa, enquanto via Gulf tentar se recuperar. Sorriu orgulhoso da forma como o deixou.
- Amo te ver assim – Mew diz subindo em cima de Gulf e o beijando – Sua face orgulhosa some por completo – diz beijando o pescoço.
- Para de enrolar e entra dentro de mim – Gulf diz ofegante.
- Acredito que vou ter que fazer mais do que isso para sua pirraça sumir também - diz, entrando sem qualquer aviso. Os dois gemem com o ato, começando devagar e acelerando com o tempo, sem deixar de beijar, morder e chupar toda região do pescoço e peitoral.
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Gulf acordou no outro dia ainda morrendo de preguiça. Dormiu pouco, pensou, para quem não queria me ver, não me deu descanso ontem. Ainda deitado e de olhos fechados, passou a mão pelo outro lado da cama e sentiu espaço vazio.
- Pela primeira vez eu acordei primeiro que você? – Gulf levou um susto e sentou meio de pressa na cama, o que fez o rei rir alto.
- Idiota – respondeu.
- Desculpe, vá tomar banho, tem roupa sua aqui. A gente toma café da manhã junto aqui.
- Como tem roupa minha aqui?
- Mandei pegar.
- Você é doido.
- Meu bem, acho que não há ninguém nesse palácio que não saiba que a gente está junto.
- Mas ainda é vergonhoso – Mew riu com essa afirmação.
- Está preocupado que descubram que o rei não vai casar virgem?
- insuportável – Gulf diz irritado.
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- Posso te fazer uma pergunta? – Gulf diz enquanto bebia gole do suco.
- Claro.
- Por que você não gostou da ideia do seu irmão? – Mew estranhou a pergunta.
- Por que não importa, Gulf.
- Como assim? Então, é horrível se eu pudesse engravidar? – Gulf perguntou sem esconder sua mágoa.
- Gulf – disse, suspirando – a gente nunca usou camisinha. – Era verdade, por eles sendo primeiros um do outro, apesar de sempre terem ido ao médico e feito exames para não precisarem usar. Mesmo no tempo que tiveram separados, Gulf criou na mídia uma fama de nada boa. Ele nunca passou de beijos com as pessoas com quem era visto junto, e Mew nunca esteve com mais ninguém além de Gulf. – Não acha que se você pudesse engravidar, não teria acontecido? Só não queria que você tivesse esperança à toa.
- Você tem razão – Gulf diz com olhar triste. – A gente nunca vai conseguir ter filhos? Você precisa de herdeiros.
- Gulf – diz, puxando-o para perto de si, e este se sentou no colo de Mew – Não vamos pensar nisso agora, está bem? – o beijou.
- Ok – sorriu de lado. – Mesmo assim, posso fazer o exame?
- Sim, isso vai fazer você se sentir melhor, sim – Gulf sorriu. Mew estava preocupado com a reação de Gulf se o resultado não fosse o esperado, mas não impediria de fazer, pelo menos para que não tivessem essa dúvida.
- Vossa majestade, Duque Kanawut – os dois escutaram alguém batendo na porta.
- A gente não tem um minuto de paz – Gulf diz fazendo careta, o que fez Mew rir.
- Aparentemente não – Mew diz com voz baixa. – Kaownah, é algo importante? – Kaoh era assessor/secretário de Mew desde que virou rei, então desde que eles voltaram a se encontrar, ele ajudava os dois a se encontrarem sem serem pegos.
- Não queria atrapalhar, mas infelizmente é algo urgente - diz ainda fora do lado de fora. – Posso entrar? – Mew e Gulf se entreolharam preocupados.
- Entre
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Vossa majestade - livro 1- MEWGULF
Tiểu thuyết chunglivro 1 - vossa majestade livro 2 príncipe (im)perfeito suppasil era futuro rei da thailand kanawut um filho mimado do duque de Bangkok eles nunca se deram bem, mal se conheciam, pelo menos era isso que a familia de ambos acreditava
