cap 56

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* Babi on *

Acordei e eu já não sentia mais os braços de Arthur me envolvendo, provavelmente ele foi para escola, me sentei na cama surpreendida com a entrada de Arthur.

B - vc não deveria estar na escola?

T - e eu iria te deixar aqui? Vc está com febre. - me entregou um remédio.

B - febre? - levei a mão a testa. - eu em. - tomei o remédio e me encolhi novamente na cama. - que horas são?

T - quase dez. - dei um pulo da cama eu tenha que levar os caras que vão trabalhar na barbearia. - que isso Bárbara? Volte já para cama.

B - tô bem, eu tenho que ficar lá com os novos contratos primeiro dia, estou atrasada inclusive. - entrei no banheiro e tomei banho sai e me arrumei.

Look Babi

Look Babi

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Desci o mandado tinha feito café e comprou pão para gente, tomamos café

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Desci o mandado tinha feito café e comprou pão para gente, tomamos café.

T - posso ir cntg?

B - pega o capacete lá e fecha a entrada principal. - ele assentiu, abri a garagem e sai, meu sangue ferveu quando eu contei 8 vapores na porta, respirei fundo um milhão de vezes e contei antes 10 tbm. - eu não mandei vcs fazerem ontem?

- oh Alerquina colabora com nois só estamos fazendo oq o chefe manda. - umideci os lábios fechei a garegem e o Thur subiu na moto, não nos afastamos muito que eu vi vapor seguindo nois.

B - dentro da quebrada mano?

T - que?

B - pensei alto Arthur. - estacionei e já estava os 3 lá. - me desculpem pela demora. - eles assentiram, e entramos mostrei tudo para eles e fiquei lá.

16:28

Thur saiu com uma " amiga " da escola, estou com ciúmes sim, quem já se viu? Como vi que o pessoal já tinha pegado jeito, subi na minha moto e fui para boca, subi até um certo ponto.

- tem certeza que quer subir patroa?

B - ih qual foi? Coringa tá com puta aí?

- pior.

B - pior? - olhei para ele assustada e corri até sala e lá estava ela se entupindo em droga, meu coração errou as batidas 3 vezes assim que ele me vê arregala os olhos. - vc está com oq na cabeça coringa? - disse com a voz abalada e alto. - vai ficar de entupindo de drogas? - gritei chorando já. - e isso que vc quer para vc Victor? Para o seu irmão? Arthur depende de vc fdp, vc e o responsável por ele, pode me dizer pq porra vc tá cheirando isso? - estava com tanta raiva e adrenalina e só consegui sentir o cheiro de droga agr. - para vc te uma overdose e dois palito pnc, e aí? Quem da família o Arthur vai ter?

C - tá difícil para mim Bárbara. - bateu na mesa me assustando, mas eu não recuei.

B - e desde quando vc só pensa em vc? Cd o Arthur nessa história? Vou precisar relembrar tudo oq ele passou?

C - e oq eu passei Bárbara? Se acha oq? Minha mãe morreu a quase 7 anos com uma bala perdida, como eu descobri isso? Não foi pela boca do meu pai não, eu mesmo vi ela com a bala na cabeça, jogada, e agr meu pai morreu deixando a porra de toda responsabilidade nas minhas costas.

B - eu não disse que ia estar com vc porra?

C - eu vi mesmo isso ontem.

B - vc não erro ainda quer cobrar? Queira oq que eu abrisse meus braços e falasse vem amor e trás ela junto, me poupe Coringa, tenho todo esse sangue de barata. Pq está usando essa merda? Vc prometeu para mim semana passada que não ia usar mais isso.

C - estou usando pq me acalmar e me ajuda.

B - eu não posso te ajudar não?

C - vc não vai estar aqui na boca sempre é sobre a promessa eu falei vou tentar e ainda era cigarro.

B - vamos para casa coringa eu vou cuidar de vc.

C - não quero que cuide de mim não preciso de vc. - nunca levei tiro mas sei que dói, mas não como essas palavras do Coringa isso eu tenho certeza.

B - pede um carro vamos para casa.

C - tenho que trabalhar.

B - TRABALHAR DROGADO? Me erra pnc. - peguei o rádio em cima da mesa dele

* Rádio on *

- Crusher? Crusher?

CR - oii?

B - me trás um carro na boca aqui na sala do Coringa ele se drogou.

CR - e vc ainda tá aí aguentando ele? E se ele não casar cntg eu mato ele.

B - trás a porra do carro.

CR - já vai Alerquina.

* Rádio off *

Olhei para o meliante jogando na minha frente, ele me encarava.

B - pq vc faz isso cmg? Pq vc faz isso com a gente? - perguntei com a voz trêmula e ele abaixou a cabeça, sai da sala não aguentava mais o cheiro de droga, estou tocindo.

CR - tudo bem? - disse com as mãos nas minhas costas me segurando.

B - só sou muito fraca para cheiro de droga. - ele assentiu e o Victor saiu da sala acompanhado com mais dois vapores. - levem ele para casa.

C - vc falou que ia cuidar de mim.

B - antes do Thur chegar eu passo lá. - desci praticamente correndo com raiva do Victor muita raiva peguei meu celular e mandei mensagem para o Thur e dps fui ver a barbearia, meu tio estava lá obeservando eles, fiquei um tempo lá e dps eu subi até às goma do Victor, desci da moto virada no cão já, os vapores me olharam e eu ignorei passando pelo portão, logo subi, entrei no quarto do Victor e a porta do banheiro estava aberta, fui espiar e vi ele chorando sentado encolhido dentro do box, só tirei minha roupa e prendi meu cabelo, assim que eu o toquei ele mês olhou, seus olhos estavam vermelhos, não sei se e pelas drogas ou por chorar, senti uma pontada de culpa no peito e abracei ele fazendo o mesmo chorar mais entre meus braços. - shi meu amor eu estou aqui agr vai passar!! - disse tentando passar calma e serenidade.

C - não me deixa Bárbara por favor. - disse chorando.

B - eu não vou ok? Não por isso. - ele assentiu.

Não sei que horas são mas eu vi que já está anoitecendo.

B - vem amor vamos sair daqui. - ele me olhou exitou um pouco mas se levantou e já me envolveu em seus braços, fazendo com que eu fique mais tranquila, saímos, eu vesti ele coloquei um cueca e uma bermuda fina nele, já eu coloquei somente uma cueca e uma camisa dele. - vai se deitar vou fazer algo para vc comer. - ele negou e agarrou minha cintura, como se fosse uma criança cheia de medos traumas e inseguranças, não pude conter minhas lágrimas.

C - ei amor não chore, não por mim, não mereço suas lágrimas. - calma Bárbara ele precisa de consolação não vc, levantei meu rosto dps do 8° suspiro, ele enchugou minhas lágrimas com o dedo, e eu abracei sua cintura.

B - te amo Victor. - disse ainda no abraço.

C - eu tbm te amo.

Logo nos deitamos, ele está no meu peito, estou fazendo cafuné nele, sua respiração já está leve e calma, ele dorme igual um bebê.

Continua...

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