S/n aos 18 anos, prestes a ingressar na faculdade, ainda virgem, mais apaixonada. Mas há alguns pequeninos detalhezinhos que a impediam de ficar com o homem de seus sonhos, ele era dezoito anos mais velhos do que ela, além de ser melhor amigo de seu...
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- Castigar? - sussurrei e ganhei um apertão.
- Sim S/n, você tem que aprender bebê, que assim como o seu corpo é meu, os seus orgasmos são meus também.
Engoli em seco, e fechei os olhos.
Parece que iria descobrir se eu gostava de apanhar na prática...é bem mais cedo do que eu imaginava...
- Agora escute bem, não quero ouvir outra palavra de sua boca, a não ser, você contando quantas palmadas vai levar.
Engoli em seco.
Oh céus!
- Dessa vez serão só cinco, porque sei que não sabia que tinha feito algo de errado. Mas da próxima, será bem mais e usarei o meu cinto compreendido, neném? Pode me responder.
- Sim... Sim Senhor.
- Bom, muito bom... - ele passou a mão por minha bunda acariciando levemente, o meu corpo tremeu com o contato e minha calcinha umedeceu na hora, esfregava as coxas na necessidade de atrito.
- Shiiii, quieta! -fiquei o mais quieta que consegui, respirando com dificuldade, o meu coração parecia querer meu peito.
A mão de Josh... er Senhor chegou a lateral da calcinha e a bateria arrancando em um puxão, ofeguei ao sentir o ar frio em pele exposta.
- Hmmm, bonita e rosada, como eu gosto, mas adoro quando fica vermelhinha também. - murmurou e sem que eu esperasse levei uma tapa em um dos lados do bumbum, ato que me fez saltar.
Grunhi com a percepção da ardência, mas a mão de Josh tomou, imediatamente, o lugar da minha carne e a sensação grande foi completamente excitante, quem...
- Não te ouvi contar S/n. Vai levar um extra, pela desobediência completa.
- Me desculpe Senhor!
- Vamos começar de novo... - prendi a respiração quando ele deu outra tapa, o barulho soando alto na sala, dessa vez do outro lado da bunda.
- Hum, senhor.
- Isso , pequena S/n, boa menina... - sussurrou massageando onde tinha batido, a minha pele quente e ardendo devido à tapa, mas ao mesmo tempo, a minha buceta pingava.
De repente veio outra tapa e arfei.
- Dois, senhor.
Ele gemeu atrás de mim massageando a minha bunda com as duas mãos. Outra tapa e saltei quando a sua mão bateu entre minhas pernas atingindo o meu sexo em cheio.
- Três, senhor. - gemi alto quando ele estava interessado em minhas coxas e ou estava procurando o calor do seu corpo tão próximo ao meu, estava me deixando muito mais próximo das minhas coxas e como suas palmas, me deixando muito excitado.
- Ah... quatro, senhor. - gritei com a tapa repentinamente, ele gemeu e em seguida deu outra certeira...
- Cinco, Senhor... - mal terminei de falar, a sua língua estava em mim.