Capitulo 30 💐

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Capítulo 94 💐
Lucia: E aí?
Beatriz: Tudo acertado para cirurgia, o médico disse que vem aqui agorinha.
Ficamos conversando, até que o médico apareceu.
Dr. Ricardo: Oi dona Lucia, sentindo alguma coisa?
Lucia: Não, estou bem. Me sentindo bem, além dessas dorzinhas.
Dr. Ricardo: Alguns enfermeiros vão vir aqui, para preparar a senhora para a cirurgia tudo bem? - ele explicou mais coisas, e saiu.
[...]
Xxx: Vamos lá? - a enfermeira sorriu para a minha mãe, que concordou na mesma hora.
Beatriz: Vai tudo certo mãezinha, te amo.
Lucia: Te amo, meu amor.
Eles a levaram e eu fui para a sala de espera, o Luan tinha voltado.
Luan: E aí?
Beatriz: A levaram agora. - senti o seu abraço, é tão bom senti-lo.
Ficamos abraçados por um bom tempo.
Logo nos sentamos no sofá que tinha ali.
[...]
Beatriz: Nossa, já passou horas e nenhuma notícia.
Dr. Ricardo: Beatriz? - apareceu.
Beatriz: Sim, como está a minha mãe?
Dr. Ricardo: Está bem, a cirurgia foi um sucesso e a senhora Lucia foi levada para o seu quarto. Logo vão vir chamá-los para  vê-la.
Beatriz: Ok, muito obrigada doutor. - ele sorriu, e saiu.

Capítulo 95 💐
Dr. Ricardo: Logo vão vir chamá-los para  vê-la.
Beatriz: Ok, muito obrigada doutor. - ele sorriu, e saiu.
Abracei o meu amor, feliz.
Beatriz: Deu tudo certo. - ele sorriu e me deu um selinho. - O que foi?
Luan: Esse cara todo de sorrisinho.
Beatriz: A Luan, é sério isso?
Luan: Eu to brincando, mais não fui com a cara dele.
Beatriz: Para com isso vai.
Logo uma enfermeira apareceu, e a acompanhamos até o quarto que a minha mãe estava.
Lucia: Luan. - sorriu.
Beatriz: Nossa mãe, eu também to aqui.
Lucia: Desculpa meu amor, é que eu não tinha visto ele hoje. - riu, e fui até ela deixando um beijo em seu rosto.
Luan: Deixa de ser ciumenta amor.
Beatriz: Com o seu ataque a minutos atrás, eu que sou a ciumenta?
Luan: Tá bom, vou ficar quieto. - rimos.
Ficamos mais um pouco com a minha mãe.
Dr. Ricardo: Voltei. - sorriu ao entrar no quarto. - Sentindo alguma coisa dona Lucia?
Lucia: Não, me sentindo muito bem.
Dr. Ricardo: Ok, agora a senhora vai sentar.
Beatriz: Mais já?
Dr. Ricardo: Sim, sentar reduz o risco de úlceras de decúbito e coágulos de sangue e facilita a transição para ficar de pé. O paciente é incentivado a levantar-se sobre a perna saudável, normalmente com a assistência de alguém, ou mesmo apoiar-se em uma cadeira ou em uma barra da cama.
Com a ajuda dele a minha mãe conseguiu levantar da cama, e se sentou em uma cadeira de rodas que eles trouxeram.

Capítulo 96 💐
Com a ajuda dele a minha mãe conseguiu levantar da cama, e se sentou em uma cadeira de rodas que eles trouxeram.
Dr. Ricardo: Os objetivos iniciais são ajudar as pessoas a preservar o nível de força que tinham antes da fratura e prevenir problemas que resultem do repouso da cama. O objetivo principal é restabelecer sua capacidade de caminhar como faziam antes da fratura.
Enfim ela voltou para a cama, e o médico saiu.
Beatriz: Acredita que o Luan estava com ciúmes do doutor.
Luan: Claro ele fica de sorrisinho pra você.
Lucia: Vocês dois são uma comédia. - riu.
Luan: Ela ainda briga comigo.
Beatriz: Nada a ver o médico, amor. - ri, o abraçando.
Enfim a minha mãe dormiu, eu vou para casa dormir lá e a minha tia está vindo ficar como acompanhante dela.
Chegando na recepção, encontro com ela.
Manu: Bia. - nos abraçamos. - Como ela tá?
Beatriz: Ela dormiu agora.
Manu: Vou para lá então, beijo. Descansem... - ela se despediu de mim e do Luan.
Luan: Beijo, qualquer coisa a senhora pode ligar.
Manu: Pode deixar. - sorriu.
Eu e o Luan fomos para o carro dele, e partimos.
Luan: Pode ser para o meu apartamento?
Beatriz: Sim. - bocejei.
Quando chegamos fomos os dois direto para o banheiro, tomamos um banho juntos.
Saímos e fomos jantar, a comida que a mãe dele mandou para a gente.

Capítulo 97 💐
Saímos e fomos jantar, a comida que a mãe dele mandou para a gente.
[...]
Estávamos deitados enfim, ele fazia carinho nos meus cabelos.
Luan: Cansada né? - assenti. - Ficar lá é cansativo mesmo, mais logo logo ela está em casa.
Beatriz: Não quero ver hospital, por um bom tempo. - ri.
Logo pegamos no sono, e dormimos agarradinhos.
— No dia seguinte.
Acordei logo cedo, e tomamos café da manhã.
Luan: Vai para lá agora?
Beatriz: A tia disse que vai ficar lá, que posso ir depois do almoço.
Luan: Então vai deitar, descansar hoje é domingo.
Beatriz: Vamos?
Luan: Impossível negar o seu convite. - sorriu, e me beijou.
Voltamos para o quarto dele, e nos deitamos em sua cama.
Luan: Amor. - o olhei. - Amanhã era para você começar o estágio né? Você vai?
Beatriz: Não sei, se alguém se oferecer para ficar com a mamãe de manhã eu iria lá na faculdade tentar conversar com o meu chefe, que é o meu professor.
Luan: Posso tentar ficar lá.
Beatriz: Não amor, você tem o seu trabalho. Acho que a minha avó vai ficar com ela durante o dia, vou ver com ela.
Logo levantamos e fiz o nosso almoço.
Almoçamos juntos, e logo fui tomar um banho e me arrumar para ir ao hospital.
Luan me levou, e na porta do hospital.
Luan: Qualquer coisa me liga.
Beatriz: Pode deixar. - sorri. - Te amo lindo.
Luan: Te amo, linda. - rimos e nos beijamos.
Desci do carro, e entrei no hospital encontrando a minha tia no corredor.

BeatrizOnde histórias criam vida. Descubra agora