Capítulo 28 bônus

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Bônus Georgia Vacchiano

Estava na cozinha de casa quando escuto tiros ecoando pela casa, pego a arma em minha coxa e atiro em qualquer soldado que percebo ser inimigo, antes de chegar ao saguão sinto uma picada em meu pescoço, inferno injetaram algo em mim, quando me viro vejo um homem negro, olhos verdes, se não fosse um desgraçado eu quebraria a regra da Cosa Nostra e dormiria com esse cara. Assim que ele faz menção em me pegar no colo, me debato, mas o soro que foi injetado em mim me faz ficar fraca, tento pegar a adaga em meu peito, mas assim que a retiro e tento acertar o homem, ele retira da minha mão.

Ele me carrega até o saguão onde vejo meu irmão, tento me debater mais sem sucesso, Victorio corre até mim, mas o homem me põe dentro do carro e apago.

Escuto barulhos a minha volta do que parecem ser ordens, não abro os olhos para que possa escutar o que é dito a minha volta, descubro que o cara que vai me interrogar se chama Carriel, que nome mais ridículo. Estou presa em uma cadeira, e sinto fios ligados a minha cabeça, meu peito, e minhas mãos estão amarradas atrás da cadeira, porra, estou em uma cadeira elétrica.

Anos antes minha irmã quase foi sequestrada, então me pai se encarregou de nos dar uma simulação de sequestro, porém nada envolvia cadeira elétrica. Mas utilizarei todas as táticas que aprendi para me manter viva. Resolvo abrir os olhos, observo o lugar que parece ser um celeiro, há apenas 3 janelas que se encontram bem alto, a porta do celeiro é enorme, mas há 5 soldados impedindo a saída. Tento fazer mapa mental de tudo que há no celeiro, percebo que há uma porta menor no canto esquerdo bem no fundo, a cerca de uns 15 soldados aqui. Na minha frente há uma mesa com vários utensílios, que percebo ser para a minha tortura.

-Ora, ora, ora, olha quem resolveu acordar. -O homem a minha frente que creio ser Carriel fala com um sorriso no rosto.

-Se quiser eu volto a dormir, meu sono estava realmente muito bom. -Falo de modo sarcástico, mas o homem não se afeta, resolvo provocar. -Carriel seu nome certo? -percebo que o homem fica tenso assim que falo o seu nome. -Você precisa mesmo de 15 mocinhas para lidar comigo? Não é homem o bastante para cuidar de mim.

O rosto de Carriel é tomado por puro ódio, é tão fácil provocar homens, é só atacar sua masculinidade que eles ficam com raivinha. Carriel anda até mim e me dá um tapa na cara, meu rosto vira pelo impacto, o tapa arde, mas utilizo da melhor expressão que fui treinada como se não tivesse sentido dor.

-Esse é seu melhor tapa? -cuspo o sangue da minha boca. -Até uma criancinha de 5 anos dá um tapa melhor que eu.

O homem a minha frente me dá um murro, sinto meu nariz latejar, agora sim que a coisa ia ficar boa, esse homem era muito fácil de ser provocado.

-Como vou ficar aqui por pouco tempo. -Uso meu tom de deboche na voz. -Quem é o seu chefe? - soo direta.

O homem a minha frente cai na gargalhada, e ele ri de verdade.

-Você sua vadiazinha acha que vai sair daqui tão cedo? Você vai sair daqui quando eu quiser, e pode ter certeza de que vai ser morta. Então quem faz as perguntas aqui sou eu. - O homem rosna na minha cara, puxando meu cabelo para trás, se eu estivesse com a perna um pouquinho mais desamarrada eu chutaria seu pau, meu cabelo ninguém trisca.

-Será que dá para você se afastar um pouco, seu mau hálito está me dando enjoo. -Provoco o homem que cuspi na minha cara. -Aí que bravinho! -falo com a melhor expressão de deboche. -Não aceita escutar umas verdades?

O homem rugi a minha frente, é tão bom provocar alguém.

-Quero que você me diga onde fica a base da tecnologia dos Vacchiano. - O homem me pergunta, eu dou uma gargalhada.

O Mafioso Vacchiano.Onde histórias criam vida. Descubra agora