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P.O.V Narrador

Um animado Ha Taeyoung andava em direção a casa de seu amigo e motorista de anos, Kim Huijin, é claro que existia uma laço trabalhístico entre eles, mas ainda assim, conseguiam manter certa amizade por causa dos anos de parceria.

Além do senhor Kim, sua esposa Kim Hyuna, trabalhava como assistente da senhora Lee Sunmi, âncora do principal jornal da emissora PTT. Os dois poderiam morar em sua casa que ficava a 1 hora de distância da mansão dos Ha, localizada no nobre bairro de Seocho, em Seul. Mas perderiam tempo, gasolina e vontade de viver. Então viver em uma casa dentro do terreno dos patrões não parecia tão ruim.

Assim que chegou na frente da pequena casa em seu terreno, Ha Taeyoung chamou por Huijin que estava adormecido em seu sofá. O homem acordou correndo e foi para a porta apenas de samba-canção e os cabelos bagunçados

- Oi, Taeyoung... está tudo bem? - Perguntou ainda um pouco sonolento.

- Não achei que estaria dormindo as 14 horas

- É minha folga e minha mulher saiu com a sua, decidi dormir.

- Não estou criticando - sorriu fazendo seus olhos se fecharem - o que fará amanhã?

- Eu pretendo ir buscar minha Jiwoo no aeroporto.

- Oh... Jiwoo volta amanhã? Isso é incrível, sabe a hora que ela chega?

- Me disse que por volta das dez horas da manhã

- Oh... Soochan também volta amanhã por volta desse horário, será que eles sabem que estão voltando no mesmo dia?

- Acredito que não, ela teria comentado - ele diz entrando e chamando o homem para entrar também - acredito que eles nem ao menos se falem nesses últimos anos.

- Uma pena, vamos deixar que eles descubram quando chegarem aqui.

- O que precisa? Quer uma água? Uma cerveja?

- Uma água por favor - falou se sentando no sofá e esperou o homem voltar pra prosseguir - eu ia pedir pra me levar ao aeroporto para buscar o Soo, eu não posso dirigir, sabe como é.

- É eu sei.

Dois dias antes, Ha Taeyoung havia feito a arte de subir em uma árvore pra pegar algumas mangas na mangueira que tinha em seu quintal, ele as vezes tinha essa mania de se sentir uma criança, mas ao descer dela acabou caindo e quebrando a perna

Lee Sunmi desesperada mandou mensagem para as duas filhas dizendo que o pai delas estava morrendo e que deveriam voltar imediatamente para a Coreia.

- E como nossos filhos voltam no mesmo horário... acho que pode dar certo. Soochan vai desembarcar no aeroporto de Incheon, onde vai desembarcar a Jiwoo?

- No mesmo aeroporto, você tem uma grande sorte Taeyoung... eu trago seu filho.

- Não, eu vou contigo.

- Está com o pé quebrado homem, fique em paz aqui.

- Não, eu vou junto... é o meu menino, o meu garanhão.

- E Hyejoo? Ela não vai voltar?

- Disse que falta um mês pra acabar a faculdade de medicina no Japão, mês de provas então não pode vir - disse suspirando

- Mesmo sabendo que está morrendo - riu do amigo - ela não virá?

- Brigamos feio da última vez que ela esteve aqui, aquele papo errado de dizer que gosta de mulheres, que namorava aquela menina esquisita do cabelo azul. Eu entendo ela não querer voltar, mas que culpa eu tenho de não ser moderninho?

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