- Eu te amo - disse ele me abraçando.
Eu aproveito cada segundo desse abraço, pois não sei quando vai ser o próximo.
- você não pode fica pra sempre aqui? - pergunto o abraçando mais forte
- você sabe que não posso - ele afirma deixando o abraço m...
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Chego cansado da faculdade, minha rotina é um pouco pesada, acordo cedo para ir ao trabalho, quando sair do serviço vou direto para a faculdade sendo assim, chego em casa só logo após ao anoitecer.
Quase todos os dias que eu vi chego em casa do de cara com minha melhor amiga e seu amigo maconheiro. Não tenho preconceito com pessoas que fumam maconha, mas com certeza tenho preconceito com esse maconheiro. Pedri Gonzalez, eu tenho um certo ranço dele, mas isso é história pra outra hora, o que importa é que agora estou furiosa com esse barulho que os dois estão fazendo lá embaixo.
— Você se importa se o Gonzalez dormir aqui? — Carolina pergunta invadindo meu quarto.
— Vai adiantar eu falar que não? — pergunto já sabendo que não iria mudar nada e essa pergunta é apenas um aviso.
— Vou falar pra ele dormir no quarto de hóspedes.
Deito em minha cama aproveitando o silêncio que por um milagre estava na casa. A paz não dura muito tempo, já que Pedri invade meu quarto.
Meu coração quase sai pela boca pelo susto que tomei.
— Quer me matar do coração porra? — indago quando vejo o rosto do Pedri, que me olhava com uma cara inocente.
Falso
Logo esqueço do susto que tomei quando me toco que estou só de lingerie rosa e o pior é que o Gonzalez não tira o olho dos meus peitos.
— O que você quer, inferno? — Pergunto me cobrindo com o lençol.
— Eu queria saber se a gente pode ouvir música? — Pedri pergunta inserto.
— Vocês dois são muito sem noção, só deus na causa mesmo — Respondo indignada
Carolina tem grandes problemas com seus pais e então eu a convidei para morar comigo, isso foi muito bom no início; quando o problema que ela tinha com os pais veio à tona. Eu nunca abandonaria minha amiga, mas é difícil conviver com ela, já que ela acha que a vida é uma festa. Todos os dias Gonzalez e ela estão em festa e eu não me incomodava até isso atrapalha meu desenvolvimento nos estudos e no trabalho. Não consigo estudar para provas e nem ter uma boa noite de sono desde o momento que eles perderam totalmente a noção e começaram a fazer festa em dias de semana.
Tenho que ter uma séria conversa com ela, mas tenho medo que ela sinta que estou expulsando ela de nossa casa, já que foi isso que ela compreendeu quando os pais reclamaram de sua rotina.
— Só estou tentando alegrar sua amiga e você grossa assim comigo — Pedri conta entrando para meu quarto, sentando na ponta da minha cama.
— Vocês dois só olham pro próprio umbigo, não se se você sabe o que é isso mas eu trabalho e estudo ao mesmo tempo e pode até paracer que não, mas eu canso. — conto viram de costas para o homem.
— Eu entendo, mas a gente precisa alegria a Carol, ela anda bem pra baixo sabe. — Pedri conta indo para o outro lado da cama
— Eu realmente não estou com cabeça para as tretas que a Carolina se mete.
— Depois a gente fala disso. Você lembra do sábado passado? — O homem pergunta com um sorriso malicioso.
Sinto meu rosto ficar vermelho quando lembro de nós dois transando em um banheiro qualquer de uma boate. Esse dia foi o mais doido da minha vida.
— Não. — Minto descaradamente
— Eu sei que lembra, só de olhar pra você dá pra ver. — Pedro revela se aproxima de meu corpo. — Sinto saudade desse dia!
— Não que eu me lembre desse dia, mas se rolou uma coisa entre nós dois, foi por pura loucura.
— Quando eu tive que pedir pra você gemer baixo não parecia loucura. — Pedri anúncio pegando em minha cintura. — Eu acho que você podia parar de fingir que me odeia.
— Eu não te odeio, só que você é um sem noção que leva minha amiga pra um mau caminho. — Conto tirando sua mão da minha cintura.
— Sem noção eu até aceito, mas é mais fácil a Carol me levar para o mau caminho do que ao contrário.
Com certeza isso é verdade, mas não vou dar o braço a torcer pra esse idiota.
— Tanto faz, isso não muda que você é idiota. — fala tentan esconder meu nervosismo.
Gonzalez não responde, mas então ele aproxima seus lábios dos meus e eu tento resistir mas as lembranças dessa maldita festa me fazem querer cada parte do corpo desse homem.
Sua língua invade minha boca, e eu não tento contê-lo, devolvo o beijo com toda a intensidade possível. Sinto um fervor entre nós dois. Meu corpo se arrepia em cada parte em que os dedos grandes dele passam.
Quando sinto o fogo subir por minhas virilha tomo coragem para fazer o que desejo, e então subo sobre o colo do jogador e rebolo sobre seu membro.
Ouço alguns gemidos roucos vindo do homem, nós nem começamos e ele já está assim, do jeitinho que eu gosto.
Desço os beijos para o pescoço do Pedri e então ele dá um tapa estalado em minha bunda, e logo aposto me preciosa sobre seu pau.
Tento tirar sua camiseta, mas Pedri me joga na cama subindo para cima de mim.
Sinto o hálito quente quando Pedro aproxima seu rosto do meu.
— Agora você vai pagar por todas as vezes que tive que olhar você quase nua e não pude fazer nada. — Gonzalez conta com a voz rouca, acho que sou capaz de gozar só ouvindo ele falando com essa voz em meu ouvido.
Não demora muito para Pedro introduzir seu dedo dentro de mim, eu solto um gemido alto já que não estava preparada para isso.
Pedri tampa minha pouca, com um sorriso malicioso e então introduz mais um dedo em minha vagina.
Eu estou com tanto tesão que não tenho paciência para preliminares e então saiu de baixo de Pedro, tirando seu shorts junto a cueca.
— Você tá tão sedenta por mim que não pode esperar um segundo pra quicar em meu pau? — Gonzalez implica puxando meu quadril para perto do seu pênis.
Não demora nem um segundo para que monte em cima do homem, rebolando fortemente sobre seu pau.
Os gemidos do homem soam como música ao meus ouvidos, pra ser mais clara, como a minha música preferida.
Solto gemidos abafados quando o homem começa a mexer seu quadril rápido me fazendo ir a loucura.
— Você é uma putinha! é assim que você gosta de ser comida? — Pedri pergunta desferindo tapas leves em meu rosto.
Gonzalez desse a mão que estava em meu rosto para meu pescoço, dando um deixando um aberto forte. Com a mão esquerda, o homem começa estimular meu clitóris.
Não demora muito para que eu gozasse, logo depois Pedro gozar também.