25 de dezembro.

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Desde já agradeço pela sua atenção e peço, antecipadamente, desculpas por qualquer erro aqui cometido.







(Obs.: A imagem de abertura deste capítulo não é de minha autoria, portanto deixo os devidos créditos à pessoa que a fez e peço desculpas por usá-la aqui.)











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  Já passavam das 03:00am quando Levi e Eren finalmente chegaram em seu apartamento, após saírem da casa da mãe do acastanhado, que insistiu para que ambos ficassem, mas Eren disse que não queria atrapalhar -visto que Hannes iria passar a noite ali- e muito menos escutar coisas as quais não gostaria, então o casal se despediu e chamou um táxi para ir embora, pois ambos haviam bebido, e logo estavam subindo no elevador e saindo em seu andar.

  -Não está cansado, não é? -Eren perguntou ao ver o mais velho sentar no sofá e suspirar.
  -De cantar e dançar durante horas? Claro que não... -Ironizou para o acastanhado, que revirou os olhos e se aproximou, sentando-se sobre suas pernas, de frente para si.
  -Então quer dizer que não vamos fazer a nossa comemoração de natal particular? Nem comemorar o seu aniversário? -Indagou com um pequeno e falso bico nos lábios e o mais velho espremeu suas bochechas com uma mão.
  -O que tem em mente, Eren? Transar na sala, banheiro, cozinha, quarto ou escritório? Ou todos os cômodos mais uma vez? -Perguntou com um sorriso sacana e soltou o rosto do mais novo, descendo a mão para a cintura alheia e apertando contra si. -Ou quer transar na varanda? Sabe, não ficou quase ninguém no prédio, e o nosso andar está vazio exceto por nós dois... -Comentou com um sorriso ainda mais sacana e o acastanhado sorriu igualmente obsceno.
  -Tenho uma ideia melhor. -Disse afastando-se dos braços do mais velho e beijando rapidamente seus lábios. -Você vai cooperar comigo, hum? -Indagou manhoso e Levi mordeu o lábio inferior.
  -Depende do que você vai querer que eu faça, Eren... -Disse levemente rouco e o acastanhado sorriu, logo saindo de cima de si.
  -Está em cima da cama. Eu quero que você vista e siga exatamente o que está escrito no papel. -Eren falou com um sorriso animado e Levi lhe encarou debochado. -Você vai gostar! E não vamos esquecer quem me fez usar orelhas, plug de rabinho e uma coleira... -Comentou de braços cruzados e Ackerman suspirou, levantando-se em seguida.
  -Primeiro vou ver do que se trata. Se eu não gostar, não uso e ainda te obrigo a usar. -Falou antes de caminhar na direção do quarto, deixando Eren com um sorriso animado na sala.

  Então, após Levi abrir o embrulho cuidadosamente ajeitado sobre a cama, pegou a folha que estava dentro e leu, franzindo o cenho a cada linha e torcendo os lábios ao chegar no final.

  -Esse pirralho pervertido. -Resmungou baixo com um pequeno sorriso no canto dos lábios.

  E logo Ackerman passou a remover sua roupa por completo, para, em seguida, vestir o que Eren havia lhe comprado, suspirando após completar sua tarefa e se olhar no espelho. Levi encarou seriamente seu reflexo e ajeitou melhor o casaco, logo pegando a folha sobre a cama e relendo atentamente a frase escrita.
  "Não acredito que vou fazer isso", pensou enquanto amassava o papel e logo foi na direção da porta.

  -Espero que esteja feliz, pirralho. -Levi disse ao caminhar até a frente de Eren no sofá, e o acastanhado o olhou de cima a baixo, com um sorriso sacana no canto dos lábios.

  Jaeger sentiu o corpo reagir de imediato ao ver como Levi ficava sexy com aquela roupa; apenas a cueca boxe vermelha com desenhos de bengalas doces listradas de natal, cujo cós era branco e felpudo, botas pretas tradicionais, casaco vermelho e aberto, de mangas compridas, com as bordas de todo casaco brancas felpudas -assim como o cós da cueca-, uma touca clássica vermelha e uma gargantilha vermelha com um sino pendurado nela. E Eren quase babou quando viu Levi sentar de forma folgada na poltrona à sua frente, com pernas abertas e o casaco caindo para os lados, deixando todo seu abdômen à mostra.

Comemoração - RirenOnde histórias criam vida. Descubra agora